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PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE BACHARELADO EM PSICOLOGIA

Sumário

  1. APRESENTAÇÃO.. 5

1.1. Contexto Educacional da UNIBRA.. 5

1.2. Justificativa para a Existência do Curso. 7

  1. OBJETIVO GERAL, OBJETIVOS ESPECÍFICOS E METAS. 11

3.VALORES E MISSÃO.. 17

  1. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA.. 19

4.1. Ensino. 20

4.2. Programa de Iniciação Científica. 25

4.3 – Gestão de Pessoas. 28

4.4 –  Corpo Docente. 29

4.4.1 Experiência Profissional, Experiência Docente e Regime de Trabalho. 30

4.4.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE e Colegiado do Curso de Psicologia. 30

4.4.3 Equipe Multidisciplinar 36

4.4.4 Materiais Didáticos. 38

4.5 – Membros Técnico-Administrativo. 39

4.6 – Corpo Discente. 40

4.6.1 Núcleo de Apoio Psicopedagógico. 41

  1. METODOLOGIA DE ENSINO/APRENDIZAGEM… 42

5.1 Métodos de Avaliação. 48

  1. OBJETIVOS DO CURSO DE BACHARELADO EM PSICOLOGIA.. 50

6.1. Objetivo geral 50

6.2. Objetivos específicos. 50

  1. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO.. 51
  2. ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO CURSO.. 53

8.1. Plano de ação anual da coordenação. 54

8.2 Regime de Trabalho da Coordenação do Curso. 56

8.3. Experiência da coordenadora (acadêmica e profissional) 56

8.4. Processo de Autoavaliação do Curso de Psicologia. 70

  1. ESTRUTURA CURRICULAR..

9.1 – Matriz curricular 72

9.2 Integração ao Sistema SUS. 72

9.3 Conteúdo Curricular 74

9.4 – Duração do Curso, Carga Horária, Número de Vagas e Integralização Curricular. 75

9.5 – Currículo Pleno Proposto do Curso de Bacharelado em Psicologia. 77

9.6 Estágio Curricular Supervisionado. 81

9.6.1 Ambiente Profissional Vinculado ao Curso de Bacharelado em Psicologia. 83

9.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) 85

9.8 Atividades Complementares: 147

  1. INFRAESTRUTURA FÍSICA E ACADÊMICA.. 149

10.1. Espaços Físicos. 149

10.2 Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos. 151

10.3 Gabinetes de Trabalho para Professores em Tempo Integral 151

10.4 Sala dos Professores. 152

10.5 As Salas de Aula. 152

10.6 Auditório. 153

10.7 Biblioteca. 153

10.7.1 Uso da Internet 154

10.7.2 Segurança. 155

10.7.3 Download. 155

10.7.4 Funcionários. 155

  1. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA.. 156
  2. LABORATÓRIOS DA IES. 157

12.1 Laboratórios de Saúde. 158

ANEXOS. 167

ANEXO I – Da regulamentação geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso. 168

ANEXO II – Regulamento geral para elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso. 170

(DO ANEXO I DA REGULAMENTAÇÃO) 185

(DO ANEXO I DA REGULAMENTAÇÃO) 186

ANEXO III – Das atividades complementares. 187

ANEXO IV – Regulamento das atividades complementares. 192

ANEXO V – Regulamento do estágio supervisionado dos cursos de graduação – UNIBRA.. 199

ANEXO VI – Termo de estágio. 215

ANEXO VII – Regulamento do núcleo de pesquisa e extensão – UNIBRA.. 219

ANEXO VIII – Regulamento do programa de monitoria. 228

 

 

 

1. APRESENTAÇÃO

 

O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, foi concebido ao atender o Parecer CNE/CES no 1.133, de 7 de agosto de 2001, e Resolução no 5, de 7 de novembro de 2001, homologada pelo Senhor Ministro de Estado da Educação.  A UNIBRA, credenciada pela Portaria nº 459, de 10 de abril de 2008, publicada no DOU de 11 de abril de 2008, tem sede e foro à Rua Joaquim Felipe, no 250 – Bairro da Boa Vista, na cidade do Recife, Estado de Pernambuco. A sua mantenedora – Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing – IBGM tem sede no mesmo endereço. É uma instituição de direito privada, com fins lucrativos e inscrita no CNPJ/MF sob o no 07.397.220/0001-40. Seu Estatuto está devidamente registrado no 1o Registro de Títulos, Documentos e de Pessoas Jurídicas da cidade do Recife, estado de Pernambuco, em 09 de março de 2006 sob o n.º 734823.

A UNIBRA é uma instituição cujo Regimento está baseado na legislação aplicável ao ensino superior, e cujas atividades vêm sendo desenvolvidas através do oferecimento de aulas e atividades extracurriculares calcadas em uma sólida filosofia de integração entre teoria e prática. Todas as suas atividades visam à promoção do crescimento intelectual, profissional e pessoal de seus alunos e de seu corpo docente. Os cursos foram criados visando proporcionar ao aluno domínio dos conteúdos fundamentais – teoria e prática, para uma visão crítica das organizações, da sociedade e da profissão, bem como da instrumentação intelectual, cultural e tecnológica para o desempenho de funções e papéis nas empresas públicas e privadas e nas demais organizações onde sua ação seja necessária.

 

1.1. Contexto Educacional da UNIBRA

O Centro Universitário tem uma estrutura organizacional simples, de forma a facilitar a comunicação administrativa e a funcionalidade operacional, principalmente entre a diretoria, as coordenações dos cursos e o público acadêmico. O organograma e as atribuições dos órgãos colegiados, dos setores administrativos e das coordenações dos cursos constam em seu Regimento Geral, assim como seus órgãos deliberativos.

A IES funciona atualmente com os seguintes Cursos de Graduação: CST em Marketing – autorizado pela Portaria nº 166, de 11 de abril de 2008, reconhecido pela Portaria 214, de 29 de novembro de 2010 e renovado o reconhecimento pela Portaria 65, de 15 de fevereiro de 2013; CST em Logística – autorizado pela Portaria nº 166, de 11 de abril de 2008 e reconhecido pela Portaria 470, de 22 de novembro de 2011; CST em Processos Gerenciais – autorizado pela Portaria nº 166, de 11 de abril de 2008 e reconhecido pela Portaria 118, de 27 de junho de 2012; CST em Gestão de Recursos Humanos – autorizado pela Portaria nº 19, de 09 de fevereiro de 2010; e CST em Produção Publicitária, autorizado pela Portaria nº 295, de 09 de julho de 2013 – sendo todos esses cursos pertencentes ao Eixo Tecnológico em Gestão e Negócios da Faculdade IBGM; Curso de Bacharelado em Arquitetura e Urbanismo, autorizado pela Portaria nº 35, de 1º de março de 2016; Curso de Engenharia Civil, autorizado pela Portaria nº 1040, de 23 de Dezembro de 2015; Curso de Bacharelado em Administração, autorizado pela Portaria nº 200, de 3 de Junho de 2016; Curso de Design de interiores, autorizado pela Portaria nº 636, de 4 de Setembro de 2015; CST em Gastronomia, autorizado pela Portaria nº 599, de 29 de outubro de 2014; autorizado pela Portaria nº 489, de 26 de junho de 2015; – sendo todos esses Cursos pertencentes ao Eixo Tecnológico em Gestão e Negócios da Faculdade IBGM; Curso de Bacharelado em Educação Física, autorizado pela Portaria nº 324, de 08 de agosto de 2011; Curso de Bacharelado em Fisioterapia, autorizado pela Portaria nº 121, de 05 de julho de 2012; Curso de Bacharelado em Enfermagem, autorizado pela Portaria nº 137, de 27 de julho de 2012; CST em Segurança do Trabalho, autorizado pela Portaria nº 152, de 02 de abril de 2013; CST em Estética e Cosmética, autorizado pela Portaria nº 399, de 29 de maio de 2015; Curso de Bacharelado em Farmácia, autorizado pela Portaria nº 399, de 29 de maio de 2015; Curso de Bacharelado em Medicina Veterinária, autorizado pela Portaria nº 808, de 22 de dezembro de 2014; Curso de Bacharelado em Nutrição, autorizado pela Portaria nº 507, de 7 de julho de 2015; Curso de Bacharelado em Odontologia; Curso de Bacharelado em Psicologia, autorizado pela Portaria nº 488, de 26 de junho de 2015. Em 2016, a despeito da crise econômica que se instala no País, a Faculdade IBGM segue sua expansão sem reduzir alunos matriculados ou a entrada de novos alunos nos dois processos seletivos que realizou, algo totalmente fora do padrão de resultados do setor universitário brasileiro no ano. Abriu quatro bacharelados: Arquitetura, Administração, Engenharia de Produção e Ciências Contábeis. E abriu também o Curso Superior de Tecnologia em Jogos Digitais.

Em 2017, em visita de avaliadores do MEC, credenciamos a UNIBRA – Centro Universitário Brasileiro com conceito máximo – 5. Em 2018 autorizamos o Curso de Bacharelado em Direito com nota 4, autorizamos também os cursos de Bacharelado em Ciências Biológicas, Licenciatura em Ciências Biológicas, Bacharelado em Biomedicina, Licenciatura em Biomedicina, CST em Radiologia e  Credenciamos a UNIBRA para a oferta do Ensino à Distância também com nota máxima em avaliação in loco – 5. Desde abriu de 2008 passaram-se apenas dez anos e a Faculdade IBGM (agora UNIBRA) cresce em sua oferta educacional, abrindo novos cursos, ampliando sua infraestrutura física para diversos campi no Bairro Boa Vista na cidade do Recife, promovendo a diferença na arquitetura dos prédios e na ambiência de todos os espaços acadêmicos, investindo na qualidade de vida no trabalho para atrair os melhores profissionais da educação e os melhores alunos. Talvez estas ações expliquem o sucesso na captação de alunos, a despeito de crises econômicas, nos ótimos resultados de permanência de alunos, professores e colaboradores, nos baixos índices de inadimplência ou nos resultados das avaliações do Ministério da Educação.

 

As políticas para o ensino de graduação, constantes no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – e no Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI -, e refletem nos projetos dos cursos mediante os seguintes princípios curriculares:

 

  1. Formação de qualidade técnico-científica e social
  2. b) Flexibilidade curricular
  3. c) Interdisciplinaridade
  4. d) Relação teoria-prática como eixo articulador do currículo
  5. e) Integração entre ensino, pesquisa e extensão
  6. f) Pesquisa como princípio educativo e de produção do conhecimento
  7. g) Gestão colegiada.

 

1.2. Justificativa para a Existência do Curso

O Projeto Pedagógico, portanto, emerge como resultado de experiências pedagógicas coletivas e de troca, envolvendo efetivamente os professores, que se reuniram para discutir o Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA em formato semestralizado, definindo metas, bem como o sentido a ser dado ao seu caminhar, em contínuo processo de avaliação acompanhando os sinais dos tempos e a dinamicidade histórica, em especial, nas alterações de legislação, nos fatos sociais ainda não cobertos por legislação pertinente, e contextualizado política, geográfica e socialmente onde se insere. 

As reflexões e deliberações desta empreitada ocorreram nas periódicas reuniões do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, com a formação do Núcleo Docente Estruturante – NDE – e nos espaços de planejamento pedagógico, resultando em um curso estruturado para responder às necessidades da sociedade contemporânea, em seus diferentes planos. A implantação do Curso de Bacharelado em Psicologia no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA garantirá:

 

  • O desenvolvimento de profissionais cuja formação priorizará a construção e desenvolvimento do conhecimento científico em Psicologia;
  • A compreensão dos múltiplos referenciais que buscam apreender a amplitude do fenômeno psicológico em suas interfaces com os fenômenos biológicos e sociais;
  • O reconhecimento da diversidade de perspectivas necessárias para compreensão do ser humano e incentivo à interlocução com campos de conhecimento que permitam a apreensão da complexidade e multideterminação do fenômeno psicológico;
  • A compreensão crítica dos fenômenos sociais, econômicos, culturais e políticos do País, fundamentais ao exercício da cidadania e da profissão;
  • A atuação em diferentes contextos, considerando as necessidades sociais e os direitos humanos, tendo em vista a promoção da qualidade de vida dos indivíduos, grupos, organizações e comunidades;
  • O respeito à ética nas relações com clientes e usuários, com colegas, com o público e na produção e divulgação de pesquisas, trabalhos e informações da área da Psicologia;
  • O aprimoramento e capacitação contínuos como constam na resolução nº 5 do curso de Psicologia, datada de maio de 2011.

 

Dessa forma, é possível possibilitar a entrada de psicólogos no mercado de trabalho preparados para lidar com os mais diferentes contextos, favorecendo a atenção psicológica nas diferentes modalidades da prática psicológica. Assim, o Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, em sintonia com o movimento da Reforma Psiquiátrica, cujo marcos são a I Conferência Nacional de Saúde Mental e a VIII Conferência Nacional de Saúde, priorizará uma concepção ampliada de Saúde, preparando profissionais com sólida formação acadêmica para atuar em equipes multidisciplinares nas mais diferentes organizações, sejam elas públicas ou privadas, de Recife e da Região Metropolitana.  Tal visão prioriza não apenas o desenvolvimento tecnológico e científico do psicólogo como também seu desenvolvimento integral enquanto ser humano. Isso permite uma atitude profissional ético-política cuja prática será articulada de maneira crítica às dimensões histórico-cultural e socioeconômica dos contextos de atuação destes a partir de múltiplos referenciais teóricos.

Para formação integral do aluno, o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA busca uma educação que permita o desenvolvimento harmônico do indivíduo em todas as dimensões. Cada indivíduo é responsável por sua própria formação, favorecendo, desta forma, tanto o crescimento para a autonomia de si como indivíduo quanto para sua inserção na sociedade, para que seja capaz, diante dos desafios do futuro, de tomar decisões nos níveis científicos, cultural, técnico e político. O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA propõe um desenvolvimento humano comprometido com:

 

  1. O respeito à subjetividade do sujeito e à sua liberdade pessoal;
  2. A autoestima e o relacionamento com a sociedade.

 

Visando a qualidade do ensino no curso de Bacharelado em Psicologia, a Direção da Instituição indicará para assumir a docência professores com titulação de Especialista, Mestre e Doutor, com experiência no desenvolvimento de pesquisas voltadas ao bem estar emocional dos moradores da cidade do Recife e região metropolitana.  O Curso de Bacharelado em Psicologia no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA será ministrado em formato semestral. Sua carga horária total é de 4.330 horas e deverá pautar-se:

 

  1. Pela obediência às legislações pertinentes, quais sejam:
    • A Lei de Diretrizes e Bases – LDB – 9.394/96, que no seu art. 39, preceitua: “A educação profissional, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva. Parágrafo único. O aluno matriculado ou egresso do ensino fundamental, médio e superior, bem como o trabalhador em geral, jovem ou adulto, contará com a possibilidade de acesso à educação profissional” […].
    • As Diretrizes Curriculares – Parecer CNE/CES no 62, de 19 de fevereiro de 2004, e Resolução no 5, de 15 de março de 2011;
    • Os Padrões de Qualidade – MEC/SESu;
    • A Missão institucional do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, prevista em seu Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI;
  1. Pela inserção no currículo de disciplinas que façam parte dos seguintes eixos estruturantes: Fundamentos epistemológicos e filosóficos; Fundamentos teórico-metodológicos; Procedimentos para investigação científica e prática profissional; Fenômenos e processos Psicológicos; Interfaces com campos afins do conhecimento e Práticas profissionais;
  2. Pela inserção de disciplinas inovadoras, de formação complementar, organizadas pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA de modo a atender as significativas questões da contemporaneidade;
  3. Pelo levantamento de indicadores e subsídios do referencial bibliográfico que não se restrinjam somente à formação de um profissional com perfil determinado pelas leis do mercado de trabalho, mas à formação do profissional cidadão, capaz de interagir com a sociedade;
  4. Pela qualificação adequada e comprovada competência por parte dos docentes responsáveis;
  5. Pela participação de todos os docentes na reflexão, análise, diagnóstico e elaboração do Projeto Pedagógico do Curso – PPC; e
  6. Pelo compromisso da coordenação do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA de manter-se atenta às suas competências, como garantidora da coerência, da lógica interna entre a proposta e o currículo pleno.

 

Para tecer, portanto, os fundamentos vocacionais deste curso, consideraram-se:

 

  • O Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  • A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN 9394/96;
  • Demais legislações pertinentes.

 

Levou-se em especial consideração o disposto no artigo 39 da LDB n. 9.394/96, já citada, ao preceituar que “Art. 39º. A educação profissional, integrada às diferentes formas de educação, ao trabalho, à ciência e à tecnologia, conduz ao permanente desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva. Parágrafo único. O aluno matriculado ou egresso do ensino fundamental, médio e superior, bem como o trabalhador em geral, jovem ou adulto, contará com a possibilidade de acesso à educação profissional” […].

 

 

2. OBJETIVO GERAL, OBJETIVOS ESPECÍFICOS E METAS

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA surgiu a partir da ação empreendedora de um professor de graduação que pensou diferente: construir um espaço de aprendizagem onde as pessoas pudessem se sentir bem. Para isso, investiu na melhoria da experiência do aluno e do professor no campus, criando espaços voltados para o bem-estar e um design capaz de dar leveza e adequação ao processo de aprendizagem.

A educação superior no Brasil é marcada por forte concorrência entre as instituições privadas. Do conjunto das instituições credenciadas pelo Ministério da Educação a partir da publicação da LDBEN 9.394 de 1996, 88,9% são privadas, constituídas predominantemente, de instituições não universitárias de pequeno porte e com finalidade lucrativa. A expansão da oferta no ensino superior traduz-se no credenciamento de novas Instituições, na autorização de novos cursos, na implantação de programas voltados para a formação profissional e pelo crescimento da oferta de cursos na modalidade não presencial (MURIEL, 2006).

Um indicador que merece atenção especial prende-se ao fato da oferta da educação superior brasileira, além de ser privada, é noturna. Isso significa que quem mais demanda o ensino superior é o aluno trabalhador. Há dois aspectos importantes nesta informação: primeiro, há um processo visível de democratização do acesso à educação superior brasileira, o que é positivo; segundo, essa tendência indica um fator social adverso: o aluno mais pobre tem acesso ao ensino privado, que é pago.

No campo da demanda, mudaram as expectativas da sociedade em relação ao serviço educacional a partir de 1997, e ao número de candidatos em proporção às vagas no ensino superior. Elevou-se o nível de exigência em relação ao cumprimento das cargas horárias, ao atendimento das necessidades dos discentes, aos aspectos de infraestrutura física e tecnológica, à boa didática e à adoção de metodologias que melhorem o aprendizado. No que se refere ao ingresso de candidatos, a diversificação da oferta de cursos e programas, e a sua regionalização são outros fatores que explicam o aumento ocorrido das matrículas ao ensino superior no Brasil nos últimos anos. No campo da qualidade, mudaram as posturas e as atitudes dos gestores educacionais, em função do crescimento da concorrência e da crescente redução de candidatos por vaga oferecida, já que a oferta no ensino superior privado foi expandida.

Cabe aqui destacar algumas das centenas de iniciativas que visam melhorar a qualidade do ensino superior para atender a uma demanda cada vez mais exigente: formação de docentes mais titulados e mais bem preparados para suas atribuições acadêmicas; investimentos em infraestrutura física e tecnológica para atender às demandas de alunos e professores, até mesmo as específicas de pessoas portadoras de necessidades especiais; crescimento da oferta e da demanda por cursos de pós-graduação stricto sensu; e construção de novos modelos e estratégias de autoavaliação institucional, de organização e de comunicação interna e externa das ações acadêmicas. Enfim, são vários os aspectos que passam por melhorias e que representam, em conjunto, ações para aprimorar a qualidade do ensino superior brasileiro.

Contudo, sonhos e ideias demandam projetos, cálculos, estratégias, planejamento, objetivos, recursos e controle. Para a gestão da UNIBRA, conhecimento, método e liderança são os três pilares para a obtenção de resultados positivos na gestão de uma instituição de ensino superior. Por esta razão a IES estrutura-se em objetivos, valores, missão, visão, metas e ações claras para o próximo ciclo de gestão. Com relação aos objetivos, seu objetivo geral é oferecer uma alternativa para aqueles que desejam uma formação diferenciada sob os aspectos científicos e culturais, mas que também valorizam a socialização, a inspiração e o bem-estar como estratégias fundamentais para a boa formação profissional. Para o ciclo de gestão 2018 – 2022, o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA planejou a implantação de avanços de acordo com as seguintes diretrizes:

 

  1. Credenciamento para a oferta de cursos EAD.
  2. Implantação de inovações tecnológicas voltadas para a aprendizagem e

serviços aos acadêmicos.

  1. Implantação de núcleos de pesquisa e desenvolvimento em metodologias,

iniciação científica e extensão.

  1. Implantação do Núcleo de Gestão de carreiras.
  2. Implantação do programa de capacitação para docentes e técnico-administrativo.
  3. Crescimento qualitativo da oferta educacional.
  4. Aumento da relevância social da IES.
  5. Implantação do Complexo Educacional UNIBRA.
  6. Implantação de 02 cursos na modalidade EAD para 2019.
  7. Implantação de 05 cursos na modalidade EAD até o fim da vigência do PDI.

 Essas diretrizes indicam caminhos claros que a IES deverá seguir no próximo ciclo de gestão. Isso pela justificativa de se dedicar à oferta contínua do ensino de qualidade, que repercute na excelência dos resultados nos quesitos formação, capacitação e construção de profissionais.  Ou seja, são as referências para o estabelecimento dos objetivos específicos para a gestão da IES. Dessa forma, neste novo ciclo a gestão do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA tem por seus objetivos específicos e suas respectivas metas:

 

OBJETIVO 1: Ampliar as possibilidades de aprendizagem para alunos e professores por meio da web.

 

  • Implantar núcleo de gestão de EaD, voltado para o planejamento, a organização, a execução de ações e a avaliação dos resultados (2018).
  • Implantar plataforma web com sistema de e-learning (2018).
  • Implantar, no núcleo de gestão de EaD, uma equipe de produção de conteúdos e projetos de cursos (2018).
  • Criar o primeiro curso EaD voltado para docentes e pessoal técnico-administrativo (2018).
  • Iniciar a oferta de conteúdos EaD como apoio ao ensino presencial (2018).

 

OBJETIVO 2: Ampliar e modernizar as possibilidades de serviços para alunos e professores por meio de tecnologias mobile.

 

  • Implantar núcleo de serviços diferenciados aos alunos (2018).
  • Prospectar as principais ferramentas mobile existentes no mercado (2018).
  • Oferecer a primeira ferramenta mobile voltada para melhorar a comunicação com e entre os discentes (2018).

 

OBJETIVO 3: Ampliar as possibilidades de publicação acadêmica, aumentando a divulgação e o alcance por meio da revista eletrônica.

 

  • Implantar conselho editorial para a concepção e a gestão da revista eletrônica (2018).
  • Implantar a ferramenta digital voltada para o desenvolvimento da revista eletrônica (2018).
  • Lançar a revista já com os primeiros conteúdos (2018).
  • Ampliar a capilaridade da revista para alcançar 20 mil pessoas por mês (2020).

 

OBJETIVO 4: Implantar novas metodologias de ensino e aprendizagem.

 

  • Implantar núcleo de desenvolvimento/incorporação de novas metodologias de aprendizagem (2019).
  • Implantar 3 diferentes métodos de aprendizagem no contexto dos cursos de graduação (até 2020).

 

OBJETIVO 5: Aumentar a produção discente no contexto da iniciação científica. Alcançar 8 projetos de pesquisa regularmente estabelecidos no contexto do núcleo de pesquisa do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA (2021).

 

  • Produzir e publicar 3 artigos científicos por semestre, com participação discente (a partir de 2019).

 

OBJETIVO 6: Consolidar a extensão.

 

  • Criar núcleo específico para a gestão da extensão (2018).
  • Cada curso de graduação deve ter um projeto de extensão formalmente estabelecido e em atividade com a gestão da extensão na IES (até 2020).
  • Incorporar na cultura organizacional a ideia de que a extensão é um caminho para a flexibilização da aprendizagem e a principal conexão com o mundo de trabalho (até 2021).

 

OBJETIVO 7: Ampliar e melhorar a oferta de serviços diferenciados, voltados para o empreendedorismo e a gestão de carreiras dos discentes

 

  • Criar núcleo de gestão de empreendedorismo e gestão de carreiras (2018).
  • Capacitar os docentes gestores do núcleo de empreendedorismo gestão de carreiras (2017).
  • Desenvolver parcerias com departamento de recursos humanos de 30 empresas da Região Metropolitana do Recife (2018).
  • Implantar 2 ferramentas de gestão de carreiras (2018).
  • Iniciar atendimento e coach aos alunos e egressos da UNIBRA (2018).
  • Promover evento de empreendedorismo na IES (2018).
  • Abrir o primeiro edital de coleta de projetos empreendedores (2018).
  • Estabelecer parcerias com 5 investidores anjo (2019).
  • Iniciar o ciclo de Congressos anuais para todos os cursos (2018).

 

OBJETIVO 8: Organizar o desenvolvimento de competências pessoais e profissionais com as pessoas que trabalham na UNIBRA.

 

  • Criar núcleo gestor de aprendizagem corporativa UNIBRA (2019).
  • Coordenar as ações existentes por meio de um programa institucional de capacitação docente (2018).
  • Coordenar as ações existente por meio de um programa institucional de capacitação de pessoal técnico-administrativo (2018).
  • Implantar o programa institucional de capacitação para as áreas da docente e pessoal técnico-administrativo (2018).
  • Implantar planos de desempenho por área e análise de resultados (2019).

 

OBJETIVO 9: Ampliar a autonomia da IES para a oferta de cursos de graduação, extensão e pós-graduação.

 

  • Credenciamento para a oferta do ensino EAD (2018).
  • Autorizar junto à CAPES, dois Mestrados Profissionais.

 

OBJETIVO 10: Ampliar a sua relevância institucional tanto para a economia local quanto para a sociedade de modo geral.

 

  • Consolidar as diretrizes da nota técnica (2018).
  • Consolidar plano de acessibilidade (2018).
  • Consolidar a parceria com 10 organizações locais não governamentais (até 2019).
  • Ser referência para até 10 empresas quanto à contratação de pessoal qualificado para o mercado de trabalho (2020).
  • Alcançar 20 mil pessoas/ano, através de diversas ações de extensão (a partir de 2020).
  • Firmar 3 convênios com universidades ou organizações internacionais envolvidas com questões humanitárias num contexto global (2020).

 

OBJETIVO 11: Consolidar-se como um local diferente e de grande qualidade em infraestrutura para ensinar e aprender.

 

  • Implantar complexo educacional UNIBRA (2018).
  • Alcançar níveis de satisfação acima de 85% quanto a análise de qualidade de infraestrutura, tanto nas avaliações externas quanto nas avaliações internas (a partir de 2019).

3. VALORES E MISSÃO

Os resultados de pesquisas e levantamentos diversos realizados indicam uma proporção crescente de candidatos ao ensino superior que escolhem a instituição e o curso pela qualidade ofertada. A qualidade é uma das variáveis que exerce maior influência na opção do aluno por essa ou por aquela instituição, por este ou aquele curso. Por outro lado, a qualidade do ensino superior é sempre uma questão controversa (SANTANA, 2004). Os fatores mais mencionados são: qualificação de seus professores, qualidade da pesquisa, trabalhos de extensão, e nível de sua infraestrutura: bibliotecas, laboratórios, estacionamentos e outros. Pelo lado das instituições privadas, o desafio da qualidade consiste em formar bons profissionais e aumentar a produção de conhecimento científico para atender às demandas sociais e econômicas do País. Da perspectiva da eficiência, um desafio de qualidade para estas instituições está na otimização dos recursos disponibilizados no cumprimento de suas atribuições educacionais (OLIVEIRA, 2004).

Pela análise das variáveis que forma um contexto marcado pela conectividade, percebem-se, mudanças significativas e que estabelecem questões que transcendem as fronteiras nacionais. São desafios para o Século XXI, e exigem uma compreensão do mundo como uma grande aldeia. Somos cada dia mais cidadãos desta aldeia global a que chamamos de mundo e a cada avanço tecnológico nos sentimos mais próximos. Paradoxalmente, na medida em que nos aproximamos de nossos irmãos de diferentes origens, culturas e crenças, nossos olhares encontram-se com questões ainda não resolvidas pela humanidade.

A desigualdade econômica entre as nações, o atraso educacional nos países pobres, o esgotamento dos recursos ambientais do planeta, os ataques terroristas, frutos da intolerância religiosa ou de interesses econômicos. São fatos que revelam a falência de um modelo educacional que se propõe formar pessoas apenas por meio de disciplinas estanques num mundo onde todas as formas de conhecimento e experiências são vivenciadas com maior regularidade num mundo conectado. Esta formação parece não ser mais adequada para dar respostas aos medos e à ansiedade do homem moderno. Ele não se encontra consigo mesmo, não estabelece relações cooperativas com os outros, não preserva o meio ambiente e não encontra o verdadeiro sentido para a sua existência. Este homem normalmente é, a despeito de suas conquistas materiais, infeliz[1].

Mais do que formar para uma competência profissional específica, a universidade precisa formar o homem para o novo século. Partindo-se desta crença a UNIBRA repensou o modelo universitário, voltando-se para a construção de um espaço de aprendizagem onde os alunos pudessem se identificar. É preciso formar profissionais com uma percepção diferenciada em relação à economia e ao mundo no novo Século. E foi para este propósito que a UNIBRA se estabeleceu e vem se consolidando ao longo dos anos com a oferta da educação na modalidade presencial e, a partir de 2018, levará para o ensino à distância o mesmo compromisso de excelência para o ensino superior na educação privada. Assim, a UNIBRA tem por seus valores:

.

  • A ética como código de conduta balizados das ações;
  • O relacionamento de respeito, acolhimento e atenção para com os alunos;
  • O trabalho de forma mais descontraída e motivada, atingindo resultados;
  • A responsabilidade nas entregas;
  • O espírito jovem;
  • O incentivo à valorização, capacitação e desenvolvimento de capital humano e intelectual;
  • O trabalho em equipe.

 

Esses valores não possibilitam apenas condições favoráveis na formação de um profissional, mas condições de excelência na formação de indivíduos com consciência social.  Partindo-se desses valores, que são compartilhados pelos gestores da IES e por toda a comunidade acadêmica, o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA consolida-se a partir de sua proposta, entendida como missão institucional:

 

Oferecer aos nossos alunos uma plataforma única de conhecimento e experiências, atreladas à modernidade e inovação, promovendo assim, o seu desenvolvimento pessoal, educacional e de carreira. Proporcionar o desenvolvimento nacional, mediante a oferta de ensino a distância e presencial de qualidade, para formar profissionais que atendam às necessidades do mercado de trabalho, além de cidadãos críticos e capacitados para as atividades intelectuais, acadêmicas e de pesquisa.

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA vem cumprindo a sua missão na medida em que se estabelece de maneira diferenciada em design para desenvolver o conhecimento e proporcionar experiências aos alunos e professores. Trata-se de um contexto que proporciona a inovação e promove o desenvolvimento pessoal por meio da formação (educação). Cumpre também a sua missão na medida em que se transforma em campo de estágio para grande parte dos alunos e se estabelece para cuidar da sua carreira.

A partir dos resultados acadêmicos e institucionais indicados pelas avaliações do Ministério da Educação ao longo dos primeiros nove anos de existência da IES, a visão do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA apresenta uma gestão que visualiza a implantação de um centro universitário de excelência, reconhecido por diferenciais na área de inserção social, nos resultados de aprendizagem, na infraestrutura e por sua capacidade de atrair e manter pessoas identificadas com seus valores.

 

4. ÁREAS DE ATUAÇÃO ACADÊMICA 

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA atua nas áreas de:

 

Ensino: Cursos de graduação (licenciatura, bacharelado e tecnólogo) e pós-graduação ―lato sensu.

Pesquisa: Iniciação científica; núcleos de estudos aplicados; publicações e participação em eventos científicos.

Extensão: Cursos de extensão; ações nas áreas da cultura e da assistência social.

 

4.1. Ensino

 

Com relação ao ensino, vamos apresentar as propostas do Projeto Pedagógico Institucional (PPI) do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. Para tanto, é válido apresentar como se dá a inserção de IES no Recife e Região Metropolitana. Recife, capital do Estado de Pernambuco possui uma população de aproximadamente 1,6 milhões de habitantes. A Região Metropolitana do Recife é a maior aglomeração urbana da Região Nordeste e a quinta maior do País, com 3,7 milhões de habitantes. Nela, encontram-se situadas outras quatorze cidades, concentrando 65% de todo o PIB estadual. O Recife, mais antiga das capitais do Brasil é também a cidade nordestina com maior área de influência regional. É polo de atração no Estado e na Região, com uma área de influência que abrange outras capitais, como João Pessoa, Natal, Maceió e Aracaju.

Na educação superior, Recife conta com 9 instituições públicas e 33 instituições privadas. As públicas são representadas por três grandes universidades: a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Universidade Católica de Pernambuco. Além destas, Recife conta ainda com o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), a Escola Politécnica de Pernambuco (POLI), a Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco (FCAP), a Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco (FCM), a Faculdade de Enfermagem Nossa Senhora das Graças (FENSG), o Instituto de Ciências Biológicas (ICB) e a Escola Superior de Educação Física (ESEF).

O setor privado é representado pelas universidades Católica da Pernambuco (UNICAP); Estácio de Sá (ESTÁCIO-FIR) e Salgado de Oliveira (UNIVERSO). A cidade conta com apenas um centro universitário (UNINASSAU) e 29 instituições classificadas como faculdades, escolas e institutos, dentre estas, o Instituto IBGM, certamente uma das Faculdades com maior contingente de estudantes do Nordeste (aproximadamente 15 mil alunos).

É pensamento do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA que a própria função social de uma instituição não lhe permite estar alheia aos problemas e necessidades da sociedade, uma vez que a uma IES – como parte integrante e atuante do sistema educacional brasileiro – compete propor alternativas de soluções para a superação das dificuldades enfrentadas nas mais diversas áreas de seu Estado. Seguindo esta premissa, a UNIBRA, desde seus primórdios depreende esforços na formação de profissionais capazes de exercer o papel de articuladores de pessoas e instituições contribuindo, assim, para o processo de desenvolvimento sustentável.

Estas articulações são feitas, não somente através de estabelecimento de alianças interinstitucionais, como também da mobilização da comunidade – para a identificação das potencialidades, oportunidades, necessidades e deficiências – e da definição da perspectiva para o futuro com a elaboração de planos e realizações de ações que estimulem a capacidade associativa e de cooperação. A valorização da identidade e do espírito cívico local, o estimulo ao desenvolvimento social e das pessoas e a cultura empreendedora da promoção da competitividade e da sustentabilidade dos pequenos negócios estão presentes nestas articulações.

Assim, no processo de formação do futuro profissional, não foi esquecida a dimensão político-social que subsidia a intervenção da Instituição numa melhor compreensão da realidade educacional nos cenários local e regional, ensinando ao seu alunado a vir a ser um sujeito partícipe e atuante na construção qualitativa da sociedade, para que possa assumir seu exercício profissional, com competência e imparcialidade. Tomando como base a filosofia institucional, portanto, a UNIBRA elabora os projetos pedagógicos de seus cursos, pautados no conjunto de princípios que configuram sua identidade e se fundamentam em:

 

  • Construção Coletiva — cada projeto é construído por docentes especialistas nas áreas afins;
  • Interação Recíproca com a Sociedade — os projetos de cada nível e área devem atender aos anseios da sociedade local e regional e são elaborados em parceria com empresas locais. A empresa empreendedora, em contrapartida, vincula-se à UNIBRA através de parcerias, convênios, projetos de cooperação e outros;
  • Construção Permanente da Qualidade de Ensino — entendida como processo é incorporada ao modus vivendi da Instituição e norteia todas as ações da UNIBRA;
  • Integração entre Ensino, Atividades de Iniciação Científica e Extensão — visando a construção de um processo educacional fundamentado na elaboração e reelaboração do conhecimento;
  • Busca Permanente da Unidade — no binômio teoria e prática, o que exige a incorporação de professores e alunos em atividades de iniciação científica;
  • Adoção de Aspectos Metodológicos Modernos — baseada na Tecnologia da Informação.

 

A flexibilização curricular e a interdisciplinaridade são desenvolvidas pelo Centro Universitário preservando-se o caráter pluridimensional do ensino. Proporciona ao acadêmico uma sólida formação geral, necessária à superação dos desafios para atender às modificações do mercado de trabalho e à produção de conhecimento. A Instituição adota a prática do estudo independente – na perspectiva da autonomia intelectual -, como requisito à autonomia profissional e ao fortalecimento da articulação da teoria com a prática, através da pesquisa individual e coletiva e da participação em atividades de extensão. Assim a UNIBRA, com o intuito de cumprir sua missão organiza a educação que desenvolve, em torno das quatro aprendizagens fundamentais:

 

  • Aprender a conhecer — como busca do domínio dos instrumentos do conhecimento com a finalidade precípua de descobrir, compreender, fazer ciência;
  • Aprender a fazer — entendendo-se que embora indissociável do aprender a conhecer, o aprender a fazer refere-se diretamente à formação profissional, na medida em que trata de orientar o acadêmico a pôr em prática os seus conhecimentos, adaptando a educação à configuração do trabalho na sociedade atual;
  • Aprender a viver juntos — constituindo-se num grande desafio para a educação, tendo em vista que trata de ajudar aos alunos no processo de aprendizagem para a participação, a cooperação e, sobretudo, para a busca coletiva de soluções para os problemas contemporâneos;
  • Aprender a ser — integrando as três aprendizagens anteriores e caracterizando-se pela elaboração de pensamentos autônomos e críticos que contribuam na formulação própria de juízos de valor, formando, assim, um cidadão e profissional decidido e preparado para agir nas diferentes circunstâncias da vida.

 

As diretrizes pedagógicas são baseadas também no desenvolvimento das competências e no desenvolvimento de trabalhos para resoluções de problemas e também por projetos que, propondo tarefas complexas e desafios incitem os alunos a mobilizar seus conhecimentos. Desenvolver competências, portanto, pressupõe assumir uma pedagogia ativa e cooperativa em sala de aula e fora dela. A UNIBRA é, por conseguinte, o lugar onde o aluno tem direito a ensaios e erros, onde pode expor suas dúvidas, explicitar seus raciocínios e tomar consciência de como se aprende, permitindo tornar visíveis os processos, os ritmos e os modos de pensar e de agir. O aluno que se pretende formar, os princípios pedagógicos e as interações educativas obedecem a diretrizes elaboradas após discussão vivenciada pelos professores. Dessas discussões e reflexões destacam-se as seguintes considerações:

 

  • Que o processo da construção do conhecimento é um processo emancipatório, que se dá através de movimentos de reflexão-ação-reflexão, ultrapassando a simples obtenção de informações. A construção de conhecimentos resulta do diálogo do aluno com o pensamento e com o mundo que o rodeia.
  • Que por meio de uma sólida formação humanística e científica, sensibiliza-se os alunos para que façam análises do cotidiano, que promovam ações de transformações em busca da paz e cooperação entre os povos, com posições éticas, cidadãs, atuando na comunidade de forma comprometida e responsável.
  • Que o ambiente acadêmico é o espaço propício para a problematização da realidade e das vivências do trabalho coletivo, que faz frutificar talentos e potencialidades, desenvolvendo a capacidade de realização de projetos pessoais e coletivos.
  • Que através do trabalho com as competências, criam-se condições para que o aluno possa ter uma postura proativa na comunidade, construindo sua identidade, descobrindo-se como parte importante e atuante de nossa cultura.
  • Que a participação dos alunos nas atividades de ensino através da iniciação científica e da extensão faz com que eles sejam parte integrante do universo acadêmico e facilita sua inserção no mercado de trabalho e na sociedade.

 

As áreas de ensino da UNIBRA procura atender a esse processo de evolução que caracteriza as empresas e instituições atuais, buscando incessantemente que os alunos alcancem, além do conhecimento, as habilidades necessárias para uma formação sólida e eficaz. É a preocupação constante dos coordenadores de cursos que têm participação direta nos órgãos colegiados e são responsáveis pela implantação das Diretrizes Curriculares indicadas pelo Ministério da Educação para cada curso.

Após o advento da Resolução n. 01 de 17 de junho de 2010, que instituiu a obrigatoriedade da existência de Núcleos Docentes Estruturantes (NDE), seus membros – docentes da IES – ficaram também responsáveis pelas definições e estratégias pedagógicas com o objetivo de realizar a operacionalização de cada curso e a sua condução eficaz. Esta preocupação com a maneira como cada curso é individualmente conduzido, em função das peculiaridades inerentes a cada profissão permite que os profissionais formados pela UNIBRA sejam inseridos mais facilmente no mercado de trabalho em virtude de suas competências e habilidades adquiridas quando do aprendizado de conceitos teóricos, da aplicabilidade prática dos mesmos e de uma nova visão de mundo, adquiridos durante o período de convivência acadêmico-pedagógica, no seio da Instituição. Assim, priorizando a qualidade do ensino, a UNIBRA fundamenta o seu trabalho pedagógico com os seguintes objetivos:

 

  • Capacitar seu egresso para o enfrentamento das mais diversas situações do seu cotidiano profissional;
  • Conscientizá-lo a respeito de seu papel social, não somente na comunidade em que vive, mas também na sua contribuição para com o País;
  • Priorizar o conhecimento, para que o aluno apreenda os conceitos teóricos e os desenvolvimentos práticos necessários, em cada disciplina, que sejam indispensáveis para a sua autoafirmação na sua vida acadêmica, como profissional e como cidadão crítico e participante no seu universo sócio político-econômico;
  • Proporcionar, na medida do possível, condições para o ingresso do formando no mercado de trabalho e/ou, no mínimo, acompanhar sua carreira profissional, visto que a função de uma Instituição de Ensino Superior não se restringe somente à preparação do indivíduo, como já foi dito, sendo necessário avaliar o seu próprio desempenho a partir dos resultados obtidos pelo profissional formado.

 

Dessa forma, para obter uma Organização Didático-pedagógica que possibilite uma melhoria contínua do ensino aprendizagem é imprescindível traçar um plano para atendimento às Diretrizes Pedagógicas, contando com inovações que contribuam para a excelência dessa melhoria. A inovação é um dos maiores desafios para uma instituição de ensino, pois exige uma adequação permanente desta com a dinamicidade das demandas sociais. Assim, a política de inovação da UNIBRA é a de continuar a investir na pesquisa e no desenvolvimento de novas metodologias que se apliquem às suas áreas de atuação acadêmica e de gestão, e para tal busca:

 

  • Criar mentalidade estratégica – A Instituição voltada para fora;
  • Criar indicadores de desempenho;
  • Estimular e reconhecer esforços e ações visando a inovação;
  • Elaborar planos específicos de inovação por áreas e funções;
  • Estimular a aplicação de práticas pedagógicas inovadoras;
  • Construir projetos pedagógicos com visão sistêmica;
  • Desenvolver propostas criativas para implantar as mudanças definidas pela legislação educacional;
  • Implantar um efetivo sistema de acompanhamento do planejamento estratégico.

 

Uma inovação ocorre por meio do envolvimento discente com as atividades empreendedoras nas áreas de educação, artes, meio ambiente e/ou ação humanitária. Estas atividades são propostas no conjunto dos conteúdos curriculares e como atividades extracurriculares. Outra inovação será proporcionada por um ambiente virtual de aprendizagem diferenciado pelo design e pelo sistema de tutoria, como complemento às atividades presenciais. A seguir será apresentado a segunda área de atuação do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, o programa de pesquisa.

 

4.2. Programa de Iniciação Científica

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA teve como meta a implantação do programa de iniciação científica, no ano de 2015, cuja normatização foi apresentada à comunidade acadêmica para discussão. Na ocasião o corpo docente que compõe o Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA verificou a possibilidade do envolvimento dos alunos no desenvolvimento da pesquisa e inovação tecnológica com o docente. O Programa de Iniciação Científica do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA foi implantado no ano de 2018, a partir da Resolução Normativa nº 25, de 04 de julho de 2018, que marca a aprovação do edital para seleção de Projetos de Iniciação Científica, permitindo avaliação de projetos de pesquisa e extensão.

Esse programa tem como uma de suas metas a inserção do aluno de graduação em atividades de pesquisa científica visando à construção de interações com o ambiente científico, por meio do desenvolvimento de Projeto de Pesquisa, de acordo com seu aproveitamento acadêmico e sob a orientação de um professor mestre ou doutor e, quando necessário, de um professor co-orientador.  O Programa de Iniciação Científica do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA está vinculado à Coordenação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, pelo qual é gerido e desenvolvido. Foram definidos no programa os seguintes aspectos:

 

  1. Possibilitar ao aluno o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes na organização e desenvolvimento de atividades de pesquisa científica;
  2. Propiciar ao aluno maior envolvimento com a pesquisa, despertando-lhe o interesse pela carreira científica e/ou acadêmica;
  • Motivar a interação discente e docente nas atividades científicas;
  1. Possibilitar o aprofundamento de conhecimentos na área em que desenvolve a Iniciação Científica.

 

Os Projetos de Iniciação Científica podem ser apresentados em duas modalidades:

 

  1. Projetos de pesquisa com bolsa-auxílio institucional;
  2. Projetos de pesquisa com participação voluntária do aluno.

 

Para realização desses projetos, um professor do núcleo docente estruturante de cada curso fica encarregado pelo desenvolvimento de uma linha de estudos aplicados, voltados para conciliar interesses dos pesquisadores da UNIBRA. As linhas serão apresentadas por meio de propostas em formulários específicos e serão analisadas pela Mantenedora, tendo como critério a sua capacidade de apoio para a viabilização da pesquisa. Os resultados das práticas de iniciação científica que gerarem artigos serão, após análise do Conselho Editorial, publicados pela revista da UNIBRA e encaminhados para congressos científicos de expressão nacional e internacional. A UNIBRA, consoante às políticas institucionais de investimentos e disseminação do conhecimento, realiza ações de estímulo à difusão das produções científicas tecnológicas e de inovação, em âmbitos interno e externo por meio de:

 

  • Estímulo à publicação de livros e periódicos em parceria com editoras da

região;

  • Editoração da Revista IBGM Científica (RIC) e estímulo à publicação de

artigos na mesma;

  • Divulgação da produção científica dos discentes e docentes pelos meios de

comunicação social, das redes sociais, de portais de internet;

  • Realização de reuniões científicas e de apresentação de resultados de

pesquisas no evento Interdisciplinar, proposto para todos os cursos da

IES;

  • Indicação de pesquisadores em nível de excelência acadêmica para

prêmios acadêmicos;

  • Produção de trabalhos científicos no projeto Interdisciplinar UNIBRA.

 

Para apoiar a pesquisa a UNIBRA conta com o Fundador de Apoio à Pesquisa (FAP), que tem por objetivos:

 

  • Subsidiar recursos financeiros e materiais para que os acadêmicos sejam estimulados para a prática de projetos de pesquisa e de iniciação científica;
  • Criar condições para que alunos e professores apresentem trabalhos em seminários científicos;
  • Estimular a publicação de trabalhos em revistas nacionais e internacionais;
  • Oferecer condições de subsistência aos cursos de extensão já implementados e incentivar novos projetos;
  • Prover as necessidades da biblioteca e dos laboratórios quanto a novos materiais;
  • Analisar projetos de professores que visem à melhoria dos recursos didáticos da UNIBRA;
  • Possibilitar o aperfeiçoamento do corpo docente, financiando o custeio de cursos de pós-graduações stricto sensu em outras instituições.

 

A política de incentivo à especialização dos professores compreende:

 

  • Adequação de horários – Durante o decorrer do seu curso de especialização stricto sensu, o professor beneficiado pelo programa do FAP deverá continuar assumindo suas responsabilidades acadêmicas pedagógicas em sala de aula, dela se afastando exclusivamente por ocasião da defesa da tese. Neste período sua carga horária é administrada pelo Colegiado de seu curso para que não haja prejuízo para os alunos.
  • Compensação das despesas – O FAP provém o docente dos recursos financeiros advindos de viagens, de mensalidades, de alimentação e de hospedagem, já que o professor não teria direito às bolsas do CNPq ou CAPES devido ao não afastamento das suas funções na Instituição.

 

Visto que a política de incentivo à especialização é recente e até o momento 20 professores foram beneficiados com a mesma, há uma notória preocupação com a expansão dessa política, agora como Centro Universitário. Já com relação à política de Gestão da UNIBRA, esta pauta-se na gestão de pessoas, corpo docente e corpo discente.

 

4.3 – Gestão de Pessoas

 

A UNIBRA adota como princípio fundamental – que orienta sua política de recursos humanos – a valorização e o respeito aos profissionais que atuam no desenvolvimento e implantação do seu Projeto Institucional, com vistas ao bom desempenho de suas funções. Os princípios norteadores da Instituição para o estabelecimento de uma política de recursos humanos são:

 

  • Dignidade da Pessoa Humana: sendo a base filosófica da Política Organizacional da Faculdade a dignidade da Pessoa Humana, visa o constante aperfeiçoamento e sua promoção.
  • Convivência Humana: promoção dos valores humanos da convivência democrática e produtiva num ambiente de mútua cooperação e respeito.
  • Unidade Organizacional: unidade de concepção organizacional, de visão de futuro, de missão social e científica e de valores cristãos a serem vivenciados e difundidos.
  • Relação custo-benefício: cada ação e cada decisão deverá ser vista e analisada como algo que proporcionará custos e benefícios para todas as partes interessadas.

 

4.4 –  Corpo Docente

O Corpo Docente do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro UNIBRA é composto por professores especialistas, mestres e doutores altamente qualificados, possuindo, a maioria deles, produção científica, demonstrada nas tabelas expostas abaixo. A titulação desses docentes permite a eles não só domínio de conteúdo como habilidade para despertar o interesse do aluno pela disciplina em curso, oferecendo exemplos da sua experiência e promovendo uma vivência teórica e prática do conteúdo apresentado. Isso possibilita o crescente empenho nos discentes pelos estudos, contribuindo para resultados satisfatórios do ponto de vista da aprendizagem.

O corpo docente do Curso de Bacharelado em Psicologia se disponibiliza para a ingressão no programa de iniciação científica, iniciado em Agosto de 2018, construindo com grupos de até cinco alunos projetos de pesquisa para serem realizados durante o período da graduação, possuindo cada projeto uma bolsa de incentivo com duração de 4 meses, podendo ser renovada por igual período. No primeiro edital lançado em Agosto já houve aprovação do primeiro projeto de iniciação científica do Curso de Bacharelado em Psicologia do centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

Na tentativa de preparar os alunos para a iniciação científica, os professores, a partir da solicitação da coordenação, iniciarão em 2019.1 um Grupo de Estudo em Pesquisa, voltado para preparar o aluno para a escrita científica e projetos de pesquisa. Esse grupo terá seus temas definidos diante de propostas lançadas em eventos do curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA como o Interdisciplinar, o Meeting de Psicologia, o CinePsi e a I Amostra de Psicologia Comportamental, bem como possibilidades de estudos surgidas do programa de extensão. O Grupo de Estudo em Pesquisa terá como resultado de produção ao final do semestre um projeto de pesquisa pronto para ser inscrito no programa de iniciação científica e/ou um artigo de revisão sistemática para ser submetido à publicação. Essa proposta tanto interessa aos docentes pelo engrandecimento curricular proporcionado quanto aos discentes pela aprendizagem e construção das primeiras produções acadêmicas.

 

4.4.1 Experiência Profissional, Experiência Docente e Regime de Trabalho

Os docentes da UNIBRA possuem experiência enquanto psicólogos, nas diversas áreas de atuação que cabe esse profissional, isso permite a eles condições plenas de avaliar o desempenho do aluno em atividades teórico-práticas, bem como relacionar a teoria em estudo à atuação profissional, envolvendo questões éticas e os campos de atuação possíveis. A experiência profissional para além da docência possibilita a apresentação ao discente das demandas da atualidade no âmbito da atuação profissional, podendo, ainda, discutir mais amplamente os conteúdos abordados nas disciplinas.

Entretanto, a experiência enquanto docente é imprescindível para esse profissional promover ações que provoquem o crescimento do discente. O docente ainda deve ser capaz de identificar e sanar as dificuldades do alunado, bem como, ter condições de apresentar o conteúdo da disciplina de modo a ser compreendido pelos discentes, com exemplos e atividades que favoreçam a aprendizagem, avaliando as respostas dadas pelo aluno e se autoavaliando enquanto docente que exerce a liderança com respeito ao aluno, facilitando a aprendizagem dele. Dentre esses professores, temos o Núcleo Docentes Estruturantes – NDE, que contribui junto à coordenação para a formação da matriz e demais questões estruturais do curso, e o grupo de Colegiado do curso.

Com relação ao regime de trabalho do corpo docente do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, os professores seguem regimes integral, parcial e horistas, a depender da carga horária que disponibiliza. Dessa forma, é possível para esse profissional atender as demandas dos discentes, se dedicar à docência com responsabilidade, atuar no colegiado e NDE do curso e realizar, dentro dos prazos solicitados, envio e correções das avaliações realizadas pelo alunado.

 

4.4.2 Núcleo Docente Estruturante – NDE e Colegiado do Curso de Psicologia

Os grupos de NDE e Colegiado atuam diretamente com a coordenação na estruturação do curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, promovendo as melhores condições para a formação do profissional psicólogo, pensando nos campos de atuação, especialidades e possibilidades do fazer clínico nas diversas abordagens que o curso de psicologia disponibiliza. Dessa forma, o NDE e o colegiado contribuem ativamente na estruturação do curso, realizando duas reuniões semestrais onde são discutidas e avaliadas a permanência e implantação de ações para resolução das demandas surgidas.

O corpo docente do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, formado pelos grupos acima citados e outros docentes, avalia também conteúdos curriculares, visando a relevância para atuação profissional e acadêmica do discente, provoca a construção do raciocínio crítico a partir de uma literatura atual, que vai além da bibliografia proposta em cada disciplina. O corpo docente incentiva o aluno no âmbito da pesquisa, relacionando a isso o fazer profissional, tanto por meio de grupos de estudo quanto por meio de publicações. O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA garante às Coordenações de curso e aos docentes a efetiva participação no NDE e Colegiado dos Cursos, nos termos normativos discriminados a seguir:

Cada NDE e Colegiado de curso será presidido por um Coordenador designado pelo Diretor Geral, para um mandato de dois anos, podendo ser reconduzido uma vez, por igual período. Compete a cada Colegiado de Curso:

 

  • Definir o perfil e os objetivos gerais do curso;
  • Aprovar os planos de trabalho e projetos de pesquisa e extensão dos professores e pesquisadores nele lotados;
  • Incentivar a elaboração de programas de pesquisa e de extensão, na área de sua competência, coordenar e supervisionar a execução desses programas;
  • Aprovar planos de ensino e programas das disciplinas, através da escuta dos professores;
  • Sugerir aos demais Colegiados de Cursos providências de ordem didática, científica e administrativa consideradas indispensáveis ao desenvolvimento das atividades do centro Universitário brasileiro – UNIBRA;
  • Elaborar o currículo do curso e suas alterações, com indicação das disciplinas que o compõem e a respectiva carga horária, para aprovação dos órgãos competentes;

VII- Fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do curso e suas respectivas ementas, recomendando modificações dos programas para fins de compatibilização;

VIII- Programar, a médio e longo prazo, provisão de seus recursos humanos e responsabilizar-se, em primeira instância, pelo processo de seleção, aperfeiçoamento e sugestão de dispensa de integrantes do respectivo Corpo Docente;

IX- Propor providências necessárias à melhoria do ensino ministrado no curso;

X- Promover a avaliação do curso, de acordo com este Regimento e com normas complementares do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão;

XI- Avaliar o desempenho Docente, Discente e Técnico-Administrativo, vinculado ao Colegiado do Curso;

XII- Propor aos órgãos competentes a lotação de docentes em face às suas necessidades, opinando também sobre o afastamento ou relotação dos mesmos;

XIII- Decidir sobre os recursos contra atos de professores, interpostos por alunos, relacionados com o ensino e os trabalhos escolares;

XIV- Orientar, coordenar e fiscalizar as atividades do curso e, quando do interesse deste, propor a substituição de docentes aos órgãos competentes;

XV- Deliberar sobre a organização e administração de laboratórios e outros materiais didáticos, quando estes constituírem parte integrante do ensino e da pesquisa pertinentes a Coordenadoria;

XVI- Coordenar a elaboração de lista de títulos bibliográficos e outros materiais necessários ao Curso;

XVII- Elaborar calendário das atividades do Curso;

XVIII- Deliberar sobre a organização do trabalho docente e discente;

XIX- Promover o desenvolvimento e aperfeiçoamento de metodologias próprias para o ensino das disciplinas de sua competência;

XX- Acompanhar isoladamente ou em conjunto com outros Colegiados, disciplinas constantes dos currículos de graduação, pós-graduação, especialização, aperfeiçoamento, extensão e outros;

XXI- Zelar pela regularidade e qualidade do ensino ministrado pelo Curso;

XXII- Avaliar, permanentemente, o andamento e os resultados dos projetos de pesquisa e de extensão sob a sua responsabilidade;

XXIII- Apreciar as recomendações dos docentes e discentes sobre assunto de interesse do curso;

XXIV- Propor ao Diretor Geral, pelo voto de 2/3 (dois terços) de seus membros, o afastamento ou destituição do Coordenador;

XXV- Decidir sobre aceitação de matrícula de alunos transferidos, dos que solicitem reopção de cursos, ou de portadores de diploma de graduação, de acordo com normas regulamentares;

XXVI- Decidir sobre o aproveitamento de estudos e adaptação de disciplinas, mediante requerimento dos interessados transferidos ou diplomados;

XXVII- Colaborar com os demais órgãos acadêmicos na sua esfera de atuação;

XXVIII- Reunir-se ordinariamente uma vez por bimestre ou, extraordinariamente, quando convocado pelo diretor, por iniciativa própria ou a requerimento de um terço dos membros que o constitui;

XXIX- Exercer as demais funções que lhe são, explícita ou implicitamente, conferidas pelo Regimento.

 

Levando-se em consideração as características do NDE e Colegiado do Curso de Bacharelado em Psicologia, em seus aspectos composicional e/ou funcional, cabe esclarecer a enorme importância desse espaço de concepção e de debate sobre todas as implicações pedagógicas do curso. Trata-se de um campo no qual são concebidas e indicadas a maior parte das ações didático-pedagógicas que servem de base para a efetivação dessas ações. É esclarecedor registrar que esse espaço também reflete as diretrizes preconizadas pelo Projeto Pedagógico do curso bem como as Diretrizes Institucionais defendidas pela IES, formalizadas no Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e no Projeto Pedagógico-Institucional (PPI).  

A partir disso, o Colegiado de Curso de Bacharelado em Psicologia, em sua composição e funcionamento, reflete coerentemente as prerrogativas normativas e institucionais do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, sobretudo no tocante à acessibilidade ao conhecimento da comunidade interna, bem como à garantia de sua autonomia e sua representação junto aos segmentos docentes e discentes. Esse grupo se reúne duas vezes por semestre para avaliar as ações tomadas anteriormente e pensar em suas manutenções e/ou mudanças. Esses encontros são registrados em atas, com o objetivo de acompanhar o fluxo de mudanças.

 A gestão acadêmica do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA preocupa-se em manter uma articulação entre o Colegiado do Curso de Bacharelado em Psicologia e a Direção Geral da Faculdade, sobretudo quando da representação formal e regimental dos coordenadores de curso no Colegiado de Curso. Esse espaço se converte em uma arena polifônica, onde as diversas vozes passam a se fazer representar em busca de um consenso que garanta a legitimidade das diferenças, e, sobretudo, a legitimidade do consenso pedagógico e institucional. 

Do ponto de vista prático, essa articulação se objetiva nas reuniões do Colegiado Superior da Instituição, nas quais as coordenações deliberam, junto à Diretoria Geral, sobre as necessidades pedagógicas e acadêmico-administrativas dos seus respectivos cursos. O Colegiado de Curso de Bacharelado em Psicologia realiza principalmente:

 

  • Deliberações sobre os programas e planos de ensino das disciplinas do curso;
  • Emissão de parecer sobre os projetos de ensino, pesquisa e de extensão que lhe forem apresentados;
  • Pronunciamento, em grau de curso, sobre aproveitamento e adaptação de estudos de alunos que chegam de outras IES, e reconsideração ou revisão de notas, assim como sobre aceleração e recuperação de estudos;
  • Aprovação de normas complementares sobre aproveitamento de estudos, dependência e adaptação, trabalhos de graduação, estágios e atividades complementares;
  • Opiniões, quando consultado, sobre admissão, promoção e afastamento de seu pessoal docente;
  • Aprovação do plano e o calendário anual de atividades do Curso de Bacharelado em Psicologia, elaborado pelo Coordenador;
  • Promoção da avaliação periódica do curso;
  • Aprovação dos projetos de pós-graduação na área de Psicologia que são apresentados ao coordenador do curso.

A seguir estão descriminados os docentes que fazem parte do NDE e Colegiado do Curso de Psicologia.

 

RELAÇÃO DOS PROFESSORES DO NDE – NÚCLEO DE DOCENTE ESTUTURANTE

Nome Completo

CPF

Titulação

Experiência Profissional

Experiência Docente

Artigos

Livros

Margarida Maria Florêncio Dantas

036.080.644-94

Mestrado

11 anos

9 anos

4

0

Fernanda Sardelich Nascimento Gomes

264.923.968-98

Doutorado

11 anos

3 anos

3

2

Lianny Milenna de Sá Melo

052.776.624-05

Doutorado

4 anos

1 ano

2

0

Jullyane Chagas Barbosa Brasilino

466.633.384-61

Doutorado

10 anos

4 anos

10

2

Carla Lopes de Albuquerque

843.344.974-00

Especialista

20 anos

10 anos

2

0

Claudia Simonne Carneiro Gouveia

822.623.144-20

Mestrado

24 anos

13 anos

5

0

 

 

RELAÇÃO DOS PROFESSORES DO COLEGIADO

Nome Completo

CPF

Titulação

Experiência

Atuação

Artigos

Livro

Margarida Maria Florêncio Dantas

036.080.644-94

Mestrado

11 anos

9 anos

4

0

Tainá Ottoni Borges Igreja Ramos

095.630.524-55

Mestrado

11 anos

1 ano e 6 meses

0

0

Rodrigo Vieira de Assis

036.995.274-73

Mestrado

7 anos

7 anos

8

0

Macdouglas de Oliveira

080.045.934-29

Mestrado

6 anos

2 anos

0

0

Rita de Kassia Torres Nóbrega

072.847.514-60

Mestrado

6 anos

1 ano

7

0

Janaína Andrade Tenório Araújo

039.274.894-09

Mestrado

13 anos

4 anos

1

0

Gabriela Nunes Catarino

069.807.704-03

Mestrado

8 anos

3 anos

8

0

Carla Lopes de Albuquerque

843.344.974-00

Especialista

20 anos

10 anos

2

0

Fernanda Sardelich Nascimento Gomes

264.923.968-98

Doutorado

11 anos

3 anos

3

2

Lianny Milenna de Sá Melo

052.776.624-05

Doutorado

4 anos

1 ano

2

0

Jullyane Chagas Barbosa Brasilino

466.633.384-61

Doutorado

10 anos

4 anos

10

2

José Claberson de Freitas Silva

034.886.414-81

Doutorado

9 anos

4 anos

1

0

Claudia Simonne Carneiro Gouveia

822.623.144-20

Mestrado

24 anos

13 anos

5

0

 

Após o NDE e Colegiado, listamos as diretrizes básicas da política para o corpo docente da Instituição:

 

  • Consolidação de um quadro docente titulado e altamente qualificado que responda em qualidade e quantidade ao exercício das funções universitárias no ensino, pesquisa, extensão e cultura, procurando atender aos padrões e indicadores de qualidade fixados pelo Ministério da Educação;
  • Aperfeiçoar continuamente o Plano de Carreira Docente – PCD – que contém as regras de ingresso, progressão, direitos e deveres dos docentes;
  • Selecionar profissionais já titulados e disponíveis no mercado, mediante chamada, concurso ou convite;
  • Estabelecer uma política interna de qualificação de recursos humanos auxiliando seus docentes a identificar programas de Mestrado e ou Doutorado para se qualificarem com os apoios e auxílios previstos no Plano de Carreira Docente;
  • Planejar a oferta de programas de qualificação próprios;
  • Ofertar seletivamente cursos de especialização com vistas a que todos os seus professores tenham, no mínimo, uma especialização em sua área de atuação;
  • Racionalizar os quantitativos de professores concentrando e disponibilizando maior volume de horas-aula para cada professor, dentro dos limites possíveis e viáveis, valorizando e aumentando os ganhos remuneratórios e os níveis de satisfação;
  • Aproveitar, nos treinamentos, cursos e/ou capacitação de pessoal, os docentes especializados em cada área.

 

4.4.3 Equipe Multidisciplinar

O grupo de docentes do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA é composto por uma equipe multidisciplinar com profissionais da área de Psicologia, Pedagogia, Enfermagem, Farmácia, o que viabiliza condições de excelência no ensino – aprendizagem, pelo fato de disciplinas de áreas correlatas à Psicologia serem ministradas por profissionais gabaritados em sua área de atuação. Um exemplo disso é a disciplina de Psicofarmacologia que é ministrada por farmacêuticos; a disciplina de neuroanatomia, ministrada por um enfermeiro; a disciplina de neurofisiologia, ministrada por uma bióloga. Assim, o aluno do Curso de Psicologia tem contato com profissionais de outras áreas, o que possibilita uma experiência acadêmica de grande valia pela abrangência do conteúdo e das experiências práticas desses profissionais. A seguir segue a lista do corpo docente do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA:

 

RELAÇÃO DO CORPO DOCENTE

Nome Completo

CPF

RT

Titulação

Experiência Profissional

Experiência Docente

Artigo

Livro

Adriana Maria Nunes Coutinho

019.038.134 – 50

P

Especialista

15 anos

5 anos

0

0

Carla Lopes de Albuquerque

843.344.974-00

P

Especialista

20 anos

10 anos

2

0

Cesar Felipe da Silva Oliveira

070.301.584-23

H

Especialista

4 anos

1 ano

0

0

Claudia Simonne Carneiro Gouveia

822.623.144-20

I

Mestrado

24 anos

13 anos

5

0

Clovis Macedo Bezerra Filho

060.850.384-37

P

Doutorado

2 anos

2 anos

10

0

Danilo Manoel Farias da Silva

013.571.024 – 37

P

Mestrado

8 meses

1 ano

2

0

Eryvelton de Souza Franco

039.415.004 – 06

I

Doutorado

11 anos

5 anos

14

0

Fernanda Sardelich Nascimento Gomes

264.923.968-98

P

Doutorado

11 anos

3 anos

3

2

Gabriela Nunes Catarino

069.807.704-03

P

Mestrado

8 anos

3 anos

8

0

Janaína Andrade Tenório Araújo

039.274.894-09

H

Mestrado

13 anos

4 anos

1

0

Joana Maria Ferreira de Souza Costa

070.003.834 – 69

P

Especialista

4 anos

8 meses

0

0

Jorge Roberto Fragoso Lins

582.083.484 – 49

P

Mestrado

2 anos

1 ano e 2 meses

1

0

José Cleberson de Freitas Silva

034.886.414-81

I

Doutorado

9 anos

4 anos

1

0

Josene Ferreira Carvalho

064.160.814 – 40

H

Especialista

4 anos

1 ano

0

0

Jullyane Chagas Barbosa Brasilino

466.633.384-61

P

Doutorado

10 anos

4 anos

10

2

Leandro Batista Wanderley

076.586.354-56

P

Doutorado

2 anos e 6 meses

4 anos e 3 meses

3

0

Lianny Milenna de Sá Melo

052.776.624-05

I

Doutorado

4 anos

1 ano

2

0

Macdouglas de Oliveira

080.045.934-29

P

Mestrado

6 anos

2 anos

0

0

Margarida Maria Florêncio Dantas

036.080.644-94

I

Mestrado

11 anos

9 anos

4

0

Maria José Diana Silva Nascimento

065.096.184-60

H

Especialista

7 anos

6 meses

0

0

Mariana Carvalho Pessoa

087.491.964-99

H

Mestrado

1 ano

1 ano

0

0

Marina Marcushi

046.647.074-60

P

Doutorado

0

3 anos e 10 meses

4

0

Maurília Palmeira da Costa

063.220.034 – 02

P

Doutorado

8 anos

8 anos

2

0

Moanna Braga Junqueira

036.793.214-81

H

Especialista

14 anos

6 anos

0

0

Paula Tiyemi Shinozaki Mendes

040.110.104 – 56

P

Doutorado

0

3 anos

0

0

Priscilla Cavalcanti Lins

033.585.324-29

H

Especialista

0

5

0

0

Ramon Aprigio Soares

065.575.344 – 32

H

Mestrado

4 anos

2 anos

3

0

Rita de Kassia Torres Nóbrega

072.847.514-60

P

Especialista

6 anos

1 ano

7

0

Roberto Barreto Marques e Silva Junior

071.568.054 – 44

P

Mestrado

4 anos e 6 meses

3 anos

2

 

Rodrigo Vieira Assis

036.995.274-73

H

Mestrado

7 anos

7 anos

8

0

Sandra Carolina Farias de Oliveira

037.948.894-63

H

Doutorado

2 anos

9 anos

14

4

Sandra Aoun Bezerra

023.248.434-12

H

Especialista

17 anos

5 anos

0

0

Saulo da Rocha Rodrigues

074.383.524-71

P

Mestrado

6 anos

1 ano

0

0

Tainá Ottoni Borges Igreja Ramos

095.630.524-55

H

Mestrado

11 anos

1 ano e 6 meses

0

0

 

Especialistas – 10 docentes – 29,41% / Mestres – 13 docentes – 38,24%% / Doutores – 11 docentes – 32,35%

4.4.4 Materiais Didáticos

No que tange aos materiais impressos, dar-se-á prioridade à aquisição de livros, pois a UNIBRA acredita que todo discente deve, além de contar com uma excelente biblioteca na IES, montar a sua biblioteca pessoal. Isto não significa que a UNIBRA não desenvolverá seus próprios impressos. Os materiais pedagógicos são desenvolvidos pelos docentes e também pelos discentes a partir das propostas da matriz, dos projetos e dos estudos de iniciação científica.

A UNIBRA acredita que o professor deve ser um exemplo de produção de conteúdos acadêmicos e, para dar vasão à produtividade docente, montará uma estrutura virtual para publicações e interações para a aprendizagem. Para o Ensino à Distância, a UNIBRA criará uma equipe de produção de conteúdos e projetos de cursos. A UNIBRA conta, ainda, com uma revista científica-bilíngue eletrônica e ambiente virtual onde os materiais didáticos são inseridos para estudos virtuais complementares (videocasts; podcasts; pdfs; blogs; dicas do professor; aulas complementares em vídeo; slideshare). A revista da UNIBRA (RIC – Revista IBGM Científica) será oferecida também em plataformas móveis (mobile).

Em seguida, continuamos a esclarecer a política de gestão do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, pautado na gestão de pessoas, corpo docente, membro técnico administrativo e corpo discente.

 

4.5 – Membros Técnicos-Administrativos

A valorização das atividades dos funcionários está normatizada no Plano de Cargos e Salários que visa contemplar o desempenho e formação do funcionário. Para tanto são estabelecidas as seguintes políticas:

 

  • Incentivo à formação continuada do corpo técnico;
  • Oferta de cursos voltados à atuação específica;
  • Oferta de cursos de relações interpessoais para o bom desempenho profissional;
  • Estímulo à participação em eventos sociais, culturais e científicos promovidos pela Instituição e outras entidades;
  • Atualização de conhecimentos na área da informática.
  • Implementação do Plano de Cargos e Salários do Pessoal Técnico e Administrativo adequando-o à realidade de mercado e de gestão;
  • Elaboração da matriz de capacitação e treinamento do pessoal administrativo do nível técnico e operacional, revisando-a para cada ano;
  • Seleção de profissionais já titulados e disponíveis no mercado, mediante chamada, concurso ou convite;
  • Planejamento continuado da oferta de programas de qualificação próprios visando:

 

  • Atrair, desenvolver e reter talentos;
  • Aumentar o nível de valorização das pessoas;
  • Criar sistema de remuneração que reconheça méritos e valores;
  • Melhorar o processo de comunicação
  • Investir na cultura institucional de seus processos;
  • Criar agentes do ambiente interno;
  • Criar sistemas de procedimentos que aumentem a sinergia entre os órgãos.

 

4.6 – Corpo Discente

No que tange à política para o Corpo Discente, a UNIBRA garante o apoio necessário à plena realização do aluno como universitário – nos âmbitos acadêmico, cultural, social e político -, bem como desenvolve mecanismos que promovam condições socioeconômicas que viabilizem a permanência de todos os estudantes, principalmente aqueles de baixa renda, e assim agindo pretende continuar a:

 

  • Desenvolver uma política de acompanhamento do corpo discente dirigida de modo prioritário aos ingressantes com dificuldades de aprendizagem;
  • Proporcionar ao estudante de graduação oportunidade de engajar-se em projetos de Pesquisa e Extensão que possibilitem o aprofundamento em determinada área das artes e o desenvolvimento de atitudes e habilidades favoráveis à sua formação artística e profissional;
  • Criar condições para que membros do corpo discente possam desenvolver formas de pensamento e de comportamento para o trabalho intelectual independente;
  • Prestar assistência cultural, desportiva, recreativa e social aos seus alunos;
  • Proporcionar oportunidades de participação em programas de melhoria das condições de vida da sociedade e no processo geral do desenvolvimento;
  • Firmar, sempre que possível, convênios com entidades públicas e privadas para obtenção de estágios e bolsas de estudo, com vistas ao treinamento e à melhor formação de seus alunos, objetivando o seu preparo para ingresso no mercado de trabalho;
  • Assegurar a representação na composição dos órgãos colegiados acadêmicos, com direito a voz e voto, conforme o disposto no Regimento;
  • Promover eventos destinados exclusivamente a egressos;
  • Garantir o acesso dos egressos a eventos da Instituição;
  • Promover cursos de pós-graduação, reservando vagas para egressos;
  • Criar mecanismos de vínculo entre egressos e Instituição;
  • Instituir política de educação continuada.

 

4.6.1 Núcleo de Apoio Psicopedagógico

Visando um suporte ao aluno, tanto do ensino presencial quanto do ensino à distância – EaD, o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA conta com um profissional exclusivo para dar suporte diante das dificuldades encontradas no aspecto psicopedagógico, através do Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP). Os atendimentos são individuais e a proposta é contribuir para o desenvolvimento e adaptação acadêmica, facilitando a integração no contexto universitário. Os atendimentos visam identificar eventuais dificuldades do aluno para orientá-lo quanto aos hábitos de estudo, carreira e aconselhamento profissional, bem como encaminhamento para avaliação. Ainda faz parte das atribuições desse profissional o acolhimento ao aluno que está passando por conflitos emocionais que interferem no seu desempenho acadêmico. O NAP tem como objetivo geral prestar atendimento aos alunos da UNIBRA, em caráter preventivo, informativo e de orientação individual e/ou grupal. E, como objetivos específicos:

 

  • Contribuir para o desenvolvimento e adaptação acadêmica do aluno, visando à utilização mais eficiente de recursos intelectuais, psíquicos e relacionais, numa visão integrada dos aspectos emocionais e pedagógicos;
  • Fornecer subsídios que facilitem a integração do aluno no contexto universitário;
  • Realizar orientação do aluno, discriminando sua problemática;
  • Coletar dados relativos à problemática trazida pelo aluno, identificando a(s) área(s) de maior(es) dificuldade(s);
  • Realizar atendimento emergencial e informativo quanto à dificuldade de cada aluno envolvendo: A escuta da situação-problema; A identificação das áreas de dificuldade: profissional, pedagógica, afetivo-relacional e/ou social; O fornecimento de informações objetivas que o orientem, minimizando a ansiedade presente; Fazer encaminhamento para profissionais e serviços especializados, se necessário.

 

Tendo em vista os objetivos propostos, o Núcleo de Apoio Psicopedagógico – NAP exerce as seguintes funções:

 

  • Esclarecer o aluno sobre as funções e objetivos do NAP, especialmente no que se refere ao atendimento individual que, em nenhum momento deve ser compreendido como um processo terapêutico de qualquer natureza;
  • Acolher o aluno e aceitá-lo sem tecer críticas ou julgamentos;
  • Realizar a escuta da situação-problema nos atendimentos individuais;
  • Compreender a situação em que se encontra o aluno, de maneira objetiva e clara, focalizando-se exclusivamente nesse impasse;
  • Solicitar esclarecimento de pontos obscuros presentes na exposição da situação pelo aluno;
  • Fornecer orientação ao aluno quanto aos seus conflitos e/ou quanto à necessidade da busca de um serviço de atendimento psicológico, sem partir do pressuposto de que esse aluno necessariamente precisa de um atendimento desse tipo;
  • Classificar a situação-problema entre uma das seguintes categorias existentes na ficha de atendimento individual de alunos pelo NAP: 1)Orientação a hábitos de estudo; 2) Orientação de carreira e aconselhamento profissional.
  • Encaminhar para avaliação ou acompanhamento psicopedagógico;
  • Atender emergencial e/ou triagem;
  • Encaminhar para avaliação e/ou atendimento psicológico;
  • Encaminhar para avaliação social e/ou para serviços sociais;
  • Encaminhar para oficinas temáticas, workshops ou outros;
  • Encaminhar à coordenação do curso;
  • Salientar para o aluno atendido e outros membros da comunidade universitária, quando necessário, a importância dessas orientações estarem sempre voltadas para uma efetiva adaptação do aluno à IES.

 

O Núcleo de Apoio Psicopedagógico é conduzido por profissionais da área de psicologia credenciado pelo respectivo conselho profissional que regulamenta a profissão no País.

 

5. METODOLOGIA DE ENSINO/APRENDIZAGEM

 

Para atender às características propostas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9394/96) e, principalmente, na área de Psicologia, não se pode pensar somente na estrutura curricular. É preciso adequar métodos de ensino/aprendizagem e dar ênfase à formação em fundamentos científicos. A formação em Psicologia exige que a proposta do curso articule os conhecimentos, habilidades e competências em torno dos seguintes eixos estruturantes:

 

  1. Fundamentos epistemológicos e históricos que permitam ao formando o conhecimento das bases epistemológicas presentes na construção do saber psicológico, desenvolvendo a capacidade para avaliar criticamente as linhas de pensamento em Psicologia;
  2. Fundamentos teórico-metodológicos que garantam a apropriação crítica do conhecimento disponível, assegurando uma visão abrangente dos diferentes métodos e estratégias de produção do conhecimento científico em Psicologia;
  3. Procedimentos para a investigação científica e a prática profissional, de forma a garantir tanto o domínio de instrumentos e estratégias de avaliação e de intervenção, quanto a competência para selecioná-los, avaliá-los e adequá-los a problemas e contextos específicos de investigação e ação profissional;
  4. Fenômenos e processos psicológicos, que constituem classicamente objeto de investigação e atuação no domínio da Psicologia, de forma a propiciar amplo conhecimento de suas características, questões conceituais e modelos explicativos construídos no campo, assim como seu desenvolvimento recente;
  5. Interfaces com campos afins do conhecimento para demarcar a natureza e a especificidade do fenômeno psicológico e percebê-lo em sua interação com fenômenos biológicos, humanos e sociais, assegurando uma compreensão integral e contextualizada dos fenômenos e processos psicológicos;
  6. Práticas profissionais voltadas para assegurar um núcleo básico de competências que permitam a atuação profissional e a inserção do graduado em diferentes contextos institucionais e sociais, de forma articulada com profissionais de áreas afins.

 

Para dar flexibilidade na formação dos acadêmicos do Curso de Bacharelado em Psicologia, no decorrer do ano são oferecidos seminários temáticos, oficinas, minicursos para reforçar ou atender especificidades, demandas tradicionais e emergentes existentes entre as diversas áreas do conhecimento necessárias à formação em Psicologia. O Curso de Bacharelado em Psicologia opta, também, por processos de ensino que demandem ações em pesquisa e extensão, coadunando com a capacidade de análise da realidade objetiva e concreta que cerca os graduandos, objetivando a possibilidade de intervenções por meio da elaboração de projetos, bem como a participação nos diversos programas e projetos desenvolvidos por essa unidade de ensino superior.

O núcleo comum da formação em Psicologia estabelece uma base homogênea para a formação no País e uma capacitação básica para lidar com os conteúdos da Psicologia, enquanto campo de conhecimento e de atuação. As competências reportam-se a desempenhos e atuações requeridas do formado em Psicologia, e devem garantir ao profissional um domínio básico de conhecimentos psicológicos e a capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de vida. São elas:

 

  1. Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos;
  2. Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os seus agentes sociais;
  3. Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica;
  4. Diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo;
  5. Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa;
  6. Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência;
  7. Avaliar fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos;
  8. Realizar diagnóstico e avaliação de processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de organizações;
  9. Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais dos seus membros;
  10. Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar;
  11. Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional;
  12. Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara;
  13. Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
  14. Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação;
  15. Apresentar trabalhos e discutir ideias em público;
  16. o) Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.

 

As competências, básicas, devem se apoiar nas habilidades de:

 

  1. Levantar informação bibliográfica em indexadores, periódicos, livros, manuais técnicos e outras fontes especializadas através de meios convencionais e eletrônicos;
  2. Ler e interpretar comunicações científicas e relatórios na área da

Psicologia;

  1. Utilizar o método experimental, de observação e outros métodos de investigação científica;
  2. Planejar e realizar várias formas de entrevistas com diferentes finalidades e em diferentes contextos;
  3. Analisar, descrever e interpretar relações entre contextos e processos psicológicos e comportamentais;
  4. Descrever, analisar e interpretar manifestações verbais e não verbais como fontes primárias de acesso a estados subjetivos;
  5. Utilizar os recursos da matemática, da estatística e da informática para a análise e apresentação de dados e para a preparação das atividades profissionais em Psicologia.

 

O conhecimento é construído a partir de experimentos práticos e estudo de casos. A teoria deve vir sempre associada a uma situação problema, e os alunos são orientados a propor soluções para os problemas apresentados dentro do conhecimento e da tecnologia disponível. As informações dadas pelos docentes devem ser claras, permitindo aos discentes a realização das propostas solicitadas e promovendo uma interatividade entre os sujeitos em relação. Os materiais para realização das atividades devem ser de fácil acesso, possibilitando o aprendizado a partir da experiência da utilização deles.

Os professores organizam as atividades, conteúdos e práticas das diversas disciplinas de acordo com as habilidades e competências previstas para a disciplina, dentro do escopo previsto para o perfil do egresso. Da mesma forma essas atividades são avaliadas, oferecendo ao discente a possibilidade de desenvolver sua autonomia enquanto profissional, orientando os mesmos da melhor forma, a partir dos seus erros e acertos, garantindo informação e condições contínuas de aprendizagem, tanto com as disciplinas da grade curricular quanto com atividades externas como Meeting, Cursos de Extensão e Congressos.  Como consta no PPI, a efetivação plena desses objetivos é possível através dos seguintes princípios metodológicos:

 

  • Elaboração criteriosa dos programas de ensino-aprendizagem das disciplinas, para que possibilitem uma maior quantidade de informação teórico-prática, associada ao estímulo à formação crítica do aluno;
  • Assessoramento irrestrito junto às coordenadorias de curso, afim de estabelecer prioridades e desempenhar projetos pedagógicos para a melhoria sempre constante da qualidade de ensino;
  • Estímulo à qualificação dos docentes, oferecendo condições de acesso a cursos de pós-graduação stricto-sensu e de minicursos voltados para uma visão humanística;
  • Realização de cursos de extensão universitária e de pós-graduação, proporcionando o aprofundamento em determinadas áreas;
  • Promoção de eventos pedagógicos voltados à pesquisa, como seminários, congressos, feiras culturais e movimentos acadêmicos estaduais, nacionais e até internacionais;
  • Estímulo à publicação anual em revista científica da própria Instituição, contendo artigos de docentes e de discentes, bem como propiciar condições de acesso de trabalhos dos discentes a outras publicações científicas;
  • Incentivo para que a Instituição possa desempenhar convenientemente seu papel social atendendo aos interesses comunitários e propiciando a inserção do acadêmico na vida sócio-política do País.

 

Mais especificamente, a orientação pedagógica proporcionada pela UNIBRA compreende diretrizes sólidas de integração entre o corpo discente, o corpo docente e a direção pedagógica, a saber:

 

  • Elaboração de normas aplicadas às disciplinas para que o aluno reflita a respeito de sua própria técnica, descubra suas capacidades e desenvolva novas habilidades;
  • Indissociabilidade da teoria com a prática ao longo de todo o curso de graduação, de extensão e de pós-graduação, pois se entende que as atividades práticas fazem parte do curso como um todo, não sendo exclusivas das disciplinas denominadas ―práticas‖;
  • Trabalho interdisciplinar envolvendo as diversas disciplinas do curso, tendo em vista a adesão coletiva a uma política comum de formação pedagógica;
  • Adequação do regime escolar às novas conquistas tecnológicas e à nova realidade sociopolítica e econômica por que passa a comunidade internacional.

 

Quatro eixos norteiam os princípios metodológicos adotados na UNIBRA: o tecnológico, o ecológico (da preservação do meio ambiente), o interdisciplinar e o referente à globalização. A perspectiva do eixo tecnológico procura, a partir do conhecimento, acompanhamento e domínio constante das tecnologias disponíveis, possibilitar, criticamente, o uso e a aquisição de novos conhecimentos e as formas pelas quais se poderá influir e melhorar o processo de formação do profissional a ser preparado. Neste eixo, o aluno deve perceber e analisar a nova mentalidade que se forma na sociedade – com a demanda tecnológica – e, a partir daí, deve desenvolver meios para que o seu trabalho facilite e favoreça a qualidade de vida na sua comunidade por meio do EAD.

A perspectiva do eixo ecológico dirige-se para a orientação e para a conscientização a respeito do ecossistema, o desenvolvimento sustentado em equilíbrio com o ambiente natural e o respeito à vida e à natureza. O profissional, egresso da Instituição deve participar, atuar e incentivar criticamente as demandas sociais e políticas com vistas a esses princípios.

O eixo interdisciplinar define-se a partir da atual necessidade do mundo científico em compartilhar teorias afim de propiciar o desenvolvimento das diversas áreas do conhecimento, para que a sociedade sinta-se atendida em suas expectativas. Por fim o eixo referente à globalização, campo em que o profissional, por meio das grandes redes de comunicação e tecnologias afins, pode criar condições de integração entre diferentes povos e culturas, contribuindo para firmar os esforços em busca da paz social. Neste eixo, seu trabalho deve visar à superação de conflitos sócio-político econômicos, orientar a solução de problemas de ordem técnica de sua área, por meio do conhecimento e do desenvolvimento científico.

 

5.1 Métodos de Avaliação

O processo de avaliação no Curso de Bacharelado em Psicologia, do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA ocorre na dimensão do ensino-aprendizado tanto no que se refere à avaliação do aluno (aprendizado) quanto no que se refere à avaliação da disciplina (ensino). Embora ensino e aprendizado sejam processos intimamente ligados – pode-se dizer que o sucesso de um depende do sucesso do outro – a sistemática de avaliação é descrita separadamente para cada um deles nas subseções a seguir, apenas para clareza de exposição. A avaliação na UNIBRA é definida por meio do seu Regimento, que orienta os processos de ensino-aprendizagem no que se refere aos instrumentos utilizados na avaliação do aluno.

O processo de avaliação é composto de três etapas, Avaliação 1 (AV1), Avaliação 2 (AV2) e Avaliação 3 (AV3). As avaliações 1 e 3 (AV1 e AV3) são realizadas através de provas teóricas e/ou provas práticas. Os docentes que optarem em dividir a nota e as aplicações de provas teóricas e práticas devem acordar datas e funcionamento das aplicações com os alunos. 

A AV1 contemplará o conteúdo da disciplina até a sua realização, incluindo o das atividades estruturadas. A AV2 (Projeto Interdisciplinar), consiste em seminários, em formato de resumo expandido, sobre um tema escolhido pelos discentes, devendo abordar no mínimo três disciplinas do período cursado, o trabalho deverá ser entregue aos professores e apresentado em forma oral a banca examinadora escolhida pela coordenação. A AV3 abrangerá todo o conteúdo da disciplina, incluindo o das atividades estruturadas. Para aprovação na disciplina o aluno deverá:

 

1)         Atingir resultado igual ou superior a 7,0, calculado a partir da média aritmética entre as três etapas de avaliação (AV1, AV2 e AV3). A média aritmética obtida será a média final do aluno na disciplina.

2)         Frequentar, no mínimo, 75% das aulas ministradas.

 

Para a avaliação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), ou trabalhos de mesma natureza, será atribuído grau único para a disciplina que, para aprovação do aluno, deverá ser igual ou maior do que 7,0.

Os princípios que regem a Sistemática de Avaliação baseiam-se na utilização de instrumentos diversificados que permitam o acompanhamento, implicando a necessidade da utilização de mais de um instrumento avaliativo e a observação das diferenças individuais.

A sistemática de avaliação varia de disciplina para disciplina, dadas suas peculiaridades e as preferências do próprio professor-avaliador. Embora a maioria das avaliações seja feita predominantemente por meio de provas escritas, muitas disciplinas utilizam as provas em combinação com outras formas de avaliação, tais como a elaboração de trabalhos práticos (individuais ou em grupo), apresentação de seminários (individuais ou em grupo), resolução de listas de exercícios, para citar alguns. Sugere-se ainda que, sempre que possível, sejam realizadas atividades de avaliação envolvendo mais de uma disciplina.

A metodologia utilizada pelos docentes do Curso deve articular métodos ativos de ensino e uma prática de avaliação que possibilite o diagnóstico de dificuldades e limitações a serem superadas, considerando as competências a serem constituídas e identificando as mudanças de percurso eventualmente necessárias. As aulas serão desenvolvidas através da combinação de várias metodologias que buscam integrar a teoria com a prática a partir da apresentação e discussão.

Para tanto, os docentes podem dispor de: aulas expositivas e dialogadas; trabalhos em grupo e preparação de seminários; provas dissertativas e objetivas; fichas de leitura; trabalhos de pesquisa; debates; identificação e análise de situações complexas e/ou problemas; propostas de intervenção; atividades práticas; análise crítica sobre aspectos estudados, discutidos e/ou observados; participação em atividades de simulação; estudos de casos; competência profissional quanto à capacidade pessoal de mobilizar, articular e colocar em ação conhecimentos, habilidades, atitudes e valores necessários para o desempenho eficiente e eficaz de atividades requeridas pela natureza do trabalho e pelo desenvolvimento tecnológico.

 

A partir de agora será apresentado com suas especificidades o curso de Bacharelado em Psicologia.

 

6. OBJETIVOS DO CURSO DE BACHARELADO EM PSICOLOGIA

 

6.1. Objetivo geral

Define-se como objetivo geral do curso formar profissionais psicólogos com uma compreensão integral da pessoa humana, com senso de responsabilidade e percepção crítica da realidade social, econômica, cultural e política, capazes de desenvolver atividades técnico-científicas, específicas no campo da Psicologia, em suas dimensões individual e coletiva, de maneira a promover, preservar e recuperar a saúde e contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

 

6.2. Objetivos específicos

  1. Proporcionar conhecimentos científicos para alicerçar a compreensão da natureza dos fenômenos psicológicos e dos comportamentos dos indivíduos em sua história pessoal, familiar e social;
  2. Proporcionar conhecimentos científicos e princípios éticos para a utilização de instrumentos e metodologias de análise e intervenção psicológicas;
  3. Formar psicólogos que atuem enquanto agentes de transformação da realidade social, na direção da construção de uma sociedade mais justa e democrática;
  4. Ampliar o espaço de participação do aluno como sujeito de sua própria formação;
  5. Desenvolver no aluno a capacidade de debate e articulação com as

diversas áreas do conhecimento, visando atuações interdisciplinares.

 

7. PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO

 

Os egressos são um dos maiores ativos de qualquer universidade. Na UNIBRA os alunos formados entram para uma nova categoria, chamada de Alumni, onde são classificados em:

 

  • Alunos que retornam à UNIBRA por algum motivo.
  • Alunos que entram para a pós-graduação na IES.
  • Alunos doadores.
  • Alunos empregadores.
  • Alunos captadores de novos alunos.

 

A política de egressos na Instituição é gerida por núcleo específico em parceria com a Equipe de Gestão da IES e terá por objetivos:

 

  • Manter e ampliar a rede de relacionamento entre os acadêmicos, consolidando os laços de amizade e abrindo oportunidades para o futuro.
  • Arrecadar recursos para desenvolver ainda mais a IES, tornando-a parcialmente independe de mensalidades. Esta arrecadação ocorrerá por meio de um conjunto de benefícios que se constituirão em ganhos reais para os egressos.

 

Esta política inicia-se desde o primeiro dia em que o aluno entra para a UNIBRA e já nasce com algumas ações:

 

  • Apoio logístico e promoção para a realização de reuniões empresariais nas dependências dos campus.
  • Apoio logístico e promoção de reuniões anuais dos egressos.
  • Serviços de coaching por seis meses gratuitos.
  • Coluna Alumni na Revista da IES.
  • Convites para palestras sobre diversos temas.
  • Acesso gratuito ao ambiente virtual de aprendizagem e a conteúdos organizados para as novas turmas.
  • Participação em redes virtuais UNIBRA.
  • Cursos de atualização e aprofundamento para egressos, com condições de pagamento diferenciadas.
  • Clube de benefícios: apoio para o desenvolvimento de novos negócios, pesquisas, incubadora, assessoria etc.
  • Mentoria: Egressos como mentores de alunos.

 

O Curso de Bacharelado em Psicologia implantado no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA tem como perfil a formação de um egresso/profissional dotado de domínio básico de conhecimentos psicológicos e da capacidade de utilizá-los em diferentes contextos que demandam a investigação, análise, avaliação, prevenção e atuação em processos psicológicos e psicossociais, e na promoção da qualidade de vida. Dentre essas habilidades destacam-se:

 

  1. Analisar o campo de atuação profissional e seus desafios contemporâneos;
  2. Analisar o contexto em que atua profissionalmente em suas dimensões institucional e organizacional, explicitando a dinâmica das interações entre os seus agentes sociais;
  3. Identificar e analisar necessidades de natureza psicológica, diagnosticar, elaborar projetos, planejar e agir de forma coerente com referenciais teóricos e características da população-alvo;
  4. Identificar, definir e formular questões de investigação científica no campo da Psicologia, vinculando-as a decisões metodológicas quanto à escolha, coleta, e análise de dados em projetos de pesquisa;
  5. Escolher e utilizar instrumentos e procedimentos de coleta de dados em Psicologia, tendo em vista a sua pertinência;
  6. Avaliar fenômenos humanos de ordem cognitiva, comportamental e afetiva, em diferentes contextos;
  7. Avaliar processos psicológicos de indivíduos, de grupos e de organizações;
  8. Coordenar e manejar processos grupais, considerando as diferenças individuais e socioculturais dos seus membros;
  9. Atuar inter e multiprofissionalmente, sempre que a compreensão dos processos e fenômenos envolvidos assim o recomendar;
  10. Relacionar-se com o outro de modo a propiciar o desenvolvimento de vínculos interpessoais requeridos na sua atuação profissional;
  11. Atuar profissionalmente, em diferentes níveis de ação, de caráter preventivo ou terapêutico, considerando as características das situações e dos problemas específicos com os quais se depara;
  12. Realizar orientação, aconselhamento psicológico e psicoterapia;
  13. Elaborar relatos científicos, pareceres técnicos, laudos e outras comunicações profissionais, inclusive materiais de divulgação;
  14. Apresentar trabalhos e discutir ideias em público;
  15. Saber buscar e usar o conhecimento científico necessário à atuação profissional, assim como gerar conhecimento a partir da prática profissional.

 

8. ATUAÇÃO DA COORDENAÇÃO DO CURSO

 Compete à coordenadora do Curso de Bacharelado em Psicologia do centro Universitário Brasileiro – UNIBRA acolher as demandas que surgirem no decorrer do curso, tanto com os discentes quanto com os docentes; gerir o funcionamento do curso através de orientações dadas em reuniões de núcleo com os docentes, passando as normas definidas para os discentes em visitas às salas de aula, manter uma boa relação de convivência com discentes e docentes; participar de encontros do Conselho Regional de Psicologia, como modo de atualização das práticas profissionais permitidas pelo órgão que rege a profissão do Psicólogo.

 

8.1. Plano de ação anual da coordenação

O Plano de Ação do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA consiste em um instrumento de trabalho dinâmico com o intuito de propiciar ações, ressaltando seus principais problemas e os objetivos dentro de metas a serem alcançadas, com critérios de acompanhamento e avaliação pelo trabalho desenvolvido. A ferramenta escolhida pela coordenadora em gestão para a realização do plano de ação foi a 5W2H, que representa um checklist de atividades específicas que devem ser desenvolvidas com o máximo de clareza e eficiência por todos os envolvidos em um projeto.

 

Atividade

Método

Indicador

Prazo

Responsável

Reunião de Planejamento

Encontros semestrais com o NDE e Colegiado do curso.

Reunião do semestre anterior e identificação de qualquer necessidade de mudança de sistemas implantados

Fevereiro e Julho / Agosto e Dezembro

NDE e Colegiado

Recepção dos alunos

Palestra de boas-vindas com a direção, apresentando a instituição e visita da coordenação em sala de aula.

Ambientar os alunos novatos à instituição e acolhimento dos veteranos visando uma motivação para o semestre que se inicia

Fevereiro / Agosto

Direção e Coordenação

Reunião Pedagógica

Esclarecimentos dos processos de avaliação da IES, reforçando os eventos do curso e prazos para entrega das avaliações à coordenação.

Funcionamento do semestre anterior, dificuldades encontradas com relação ao cumprimento dos prazos, relacionamento docente-discente, abertura e fechamento do semestre.

Fevereiro, Março, Maio e Junho / Agosto, Setembro, Outubro e Novembro

Coordenação

Feedback

Encontro individual entre docente e coordenador para uma análise do semestre, visando uma melhoria contínua da qualidade do ensino.  

O cumprimento do compromisso firmado no ato da contratação, considerando horário, respeito aos prazos, bom convívio com colegas de trabalho e discentes e ofertas de atividades de extensão.

Junho / Dezembro

Coordenação

Aquisição de material para aplicabilidade prática

Envio da solicitação de materiais ao setor de compras

Planejamento antecipado das aulas práticas e levantamento dos matérias a serem adquiridos para o cumprimento desta atividade.

Julho / Dezembro

Professor e Coordenação

Ampliação do acervo bibliográfico

Avaliação semestral do acervo em consonância com as ementas das disciplinas e necessidades de bibliografias voltadas ao estágio e TCC.

Indicação e necessidades dos docentes, bem como atenção aos lançamentos de novas obras, visando constante atualização do acervo para uma melhor qualidade do aprendizado. 

Julho / Dezembro

Professor e Coordenação

Interdisciplinar

Atividade em grupo que equivale a uma das avaliações realizadas pelos discentes, que visa a preparação do aluno para a escrita do TCC.

Comprometimento dos discentes e docentes na confecção, apresentação e avaliação dos trabalhos, tanto no que concerne a apresentação quanto à parte escrita.

Maio / Outubro

Coordenação

Projeto de Iniciação Científica

Construção de projetos de pesquisas junto ao discentes, promovendo incentivo à pesquisa e aprofundamento teórico.

Verificação da possibilidade de estudos qualitativos, favorecendo a ida dos discentes a campo, incentivando a escuta e observação clínica.

Junho / Novembro

Professor e Coordenação

 

Diante desse plano de ação elegemos como indicador a Avaliação de Desempenho, que considera os seguintes indicadores:

 

  1. Atividades do docente:
  • Metodologia utilizada
  • Respeito à ementa da disciplina ministrada
  • Cumprimento de prazos e horários
  • Boa relação com os discentes
  1. Elaboração e avaliação dos eventos do semestre
  2. Atenção às demandas dos docentes e discentes
  3. Condições para aplicabilidade prática de conteúdos
  4. Disposição de um acervo amplo e atualizado
  5. Possibilidade para realização de pesquisa

 

O Plano de Ação da coordenação do Curso de Psicologia apresenta as obrigações da coordenadora para manter o contínuo crescimento e desenvolvimento do Curso de Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. Com isso a UNIBRA continua mantendo seu compromisso social com os habitantes da cidade do Recife, capital pernambucana, formando bons profissionais na área e promovendo acompanhamento, acolhimento e pesquisas nas diferentes áreas que compõe esse curso. Entretanto, essas ações não representam o limite dessa coordenação de curso, que deve se manter atenta às inovações nas áreas de atuação e às novas necessidades e desafios trazidos pelos alunos, cumprindo com a proposta de cuidar da profissão e dos futuros profissionais de Psicologia, formando profissionais capacitados, atualizados e competentes para entrada no mercado de trabalho.

 

8.2 Regime de Trabalho da Coordenação do Curso

Os critérios para a designação dos coordenadores de cursos do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA refletem o compromisso da IES, sobretudo no tocante à adequação de sua formação frente aos desafios acadêmico administrativos por eles enfrentados em seu fazer pedagógico. Esses critérios também expressam a necessidade de uma formação capaz de garantir um conjunto de competências a serem desenvolvidas e consolidadas no sentido de efetivar os objetivos e as diretrizes prenunciados no projeto pedagógico, em conformidade com o PPI e o PDI da instituição. Nesse sentido e para tanto, tomou-se como regime de trabalho o tempo integral para a coordenadora, 40 horas, considerando, notadamente, a titulação da coordenadora quanto aos apelos da nossa realidade regional. Esse regime de trabalho permite dedicação às demandas dos discentes, docentes, reuniões com NDE e Colegiado, reuniões com diretoria da Instituição, planejamento do curso, organização de cenário semestral, eventos, seleção de novos docentes, para citar algumas das atribuições.

 

8.3. Experiência da coordenadora (acadêmica e profissional)

Para atender aos critérios institucionais do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, a experiência acadêmica e profissional da coordenadora deve responder positivamente ao conjunto de diretrizes capazes de efetivar as demandas pedagógicas do curso, sobretudo em sua articulação com os objetivos e compromisso preconizados pela Instituição. Nesse sentido, elencamos a seguir a experiência da coordenadora:

 

DADOS PESSOAIS

Nome        Margarida Maria Florêncio Dantas

Filiação    Luiz Dantas da Silva e Maria de Fátima Florêncio Dantas

Nascimento          21/07/1980 – Recife/PE – Brasil

Carteira de Identidade 5928413 ssp – PE – 28/08/1997

CPF          036.080.644-94

Endereço profissional            Centro Universitário Brasileiro  R. Padre Inglês, 257, Boa Vista                                                    Recife PE Telefone: 81 33207500

Endereço eletrônico       

E-mail para contato : margamdantas@hotmail.com

Endereço para acessar este CV:http://lattes.cnpq.br/5212304980078263

 

FORMAÇÃO ACADÊMICA/TITULAÇÃO

2015 – Doutorado em Psicologia Clínica.

Universidade Católica de Pernambuco, UNICAP, Recife, Brasil

Título: O paradoxo da paliação: o gerenciamento da equipe de saúde e a experiência dos familiares dos pacientes em cuidados paliativos

Orientador: Maria Cristina Lopes de Almeida Amazonas

 

2013 – 2014 – Mestrado em Psicologia Clínica.

Universidade Católica de Pernambuco, UNICAP, Recife, Brasil

Título: A Experiência da Paliação: um olhar a partir do modo próprio de subjetivar-se diante do adoecer,

Ano de obtenção: 2014

Orientador: Maria Cristina Lopes de Almeida

 

2012 – 2013 – Especialização em Docência em Ensino Superior.

Faculdade Frassinetti do Recife, FAFIRE, Brasil

Título: A Arte da Docência: a necessidade de se preparar para preparar

Orientador: Cristina Lopes

 

2006 – 2007 – Especialização em Psicologia Hospitalar.

Faculdade Frassinetti do Recife, FAFIRE, Recife, Brasil

Título: A Vida da Morte: Uma compreensão Gestáltica sobre a finitude

Orientador: Eduardo Pacheco de Aquino Fonseca

 

2000 – 2005 – Graduação em Psicologia.

Faculdade Frassinetti do Recife, FAFIRE, Recife, Brasil

Título: Amor e Gênero: Um perspectiva gestáltica do amor romântico e do amor erótico

Orientador: José Hermes de Azevedo Júnior

 

FORMAÇÃO COMPLEMENTAR

2008 – 2009 – Extensão universitária em Programa de Formação em Gestalt-Terapia. (Carga horária: 210h).

Escola Experimental de Psicologia e Psioterapia Fenomenológica Existencial, EPPFE, Brasil

 

2006 – 2006 – Curso de curta duração em O corpo e os limites do humanismo em Foucalt. (Carga horária: 20h).

Centro de Pesquisa em Psicanálise e Linguagem, CPPL, Recife, Brasil

 

2006 – 2006 – Curso de curta duração em Curso Base para o Atendimento em Psico-Oncologia. (Carga horária: 12h).

Faculdade de Ciências Humanas Esuda, ESUDA, Recife, Brasil

2003 – 2003 – Curso de curta duração em Psicofarmacologia. (Carga horária: 6h).

 

Faculdade Frassinetti do Recife, FAFIRE, Recife, Brasil

2002 – 2002 – Curso de curta duração em Grafológico. (Carga horária: 30h).

Faculdade de Ciencias Humanas de Olinda, FACHO, Brasil

 

2002 – 2002 – Curso de curta duração em Psicodiagnóstico Miocinético. (Carga horária: 40h).

Faculdade de Ciencias Humanas de Olinda, FACHO, Brasil

 

ATUAÇÃO PROFISSIONAL

  1. Instituto Brasileiro de Gestão e Marketing – IBGM

     Vínculo institucional

2016 – Atual – Vínculo: Celetista , Enquadramento funcional: Docente, Regime: Parcial

Outras informações:

O vínculo com esta instituição é em Regime Parcial. Sendo docente no curso de Psicologia, Enfermagem, Fisioterapia e Estética e Cosmética.

 

  1. Hospital Unimed Recife 3 – HUR 3

Vínculo institucional

2015 – 2016 – Vínculo: Celetista , Enquadramento funcional: Psicóloga Hospitalar , Carga horária: 30, Regime: Parcial

 

3.Conselho de Psicologia 2ª Região – CRP 02

Vínculo institucional

2014 – Atual – Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Comissão de Saúde e Hospitalar, Regime: Parcial

Outras informações:

Pela atuação na área de Psicologia Hospitalar, fui convidada a compor o GT de Psicologia Hospitalar como colaboradora, sem renda, nem abono da anuidade.

 

  1. Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco – RHC

Vínculo institucional

2012 – 2014 – Vínculo: Contratada , Enquadramento funcional: Psicóloga Hospitalar , Carga horária: 30, Regime: Parcial

 

  1. Hospital das Clínicas (PE) – HC

Vínculo institucional

2006 – 2007 – Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Psicóloga Hospitalar , Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva

 

  1. Hospital Geral do Recife – HGER

Vínculo institucional

2004 – 2004 – Vínculo: Estagiária , Enquadramento funcional: Psicóloga Hospitalar , Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva

 

  1. Instituto de Apoio Técnico Especializado à Cidadania – IATEC

Vínculo institucional

2011 – 2011 – Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Instrutor , Carga horária: 8, Regime: Parcial

Outras informações:

Instrutora no programa Chapéu de Palha, realizado em dois fins de semana no mês de maio de 2011, sobre o tema Empreendedorismo e Econômia Solidária.

 

  1. Centro de Desenvolvimento Profissional em Educação – CEDEPE

Vínculo institucional

2010 – 2010 – Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Instrutora , Carga horária: 8, Regime: Parcial

 

  1. Senac Pernambuco – SENAC

Vínculo institucional

2012 – 2013 – Vínculo: contrato , Enquadramento funcional: Instrutora , Carga horária: 20, Regime: Parcial

 

  1. Faculdade Frassinetti do Recife – FAFIRE

Vínculo institucional

2014 – 2014 – Enquadramento funcional: Docente , Carga horária: 8, Regime: Parcial

Outras informações:

O contrato nesta instituição é por módulo. No referido ano ministrei o módulo de Psicologia da Aprendizagem e o módulo de Ética.

  1. Clínica Paula Frassinetti do Recife – FAFIRE

Vínculo institucional

2004 – 2005          Vínculo: Estagiária , Enquadramento funcional: Psicologia Clínica , Carga horária: 30, Regime: Dedicação exclusiva

 

  1. MF Psicologia – MF PSICOLOGIA

Vínculo institucional

2001 – 2002          Vínculo: Estagiária , Enquadramento funcional: Seleção de candidatos a CNH, Carga horária: 20, Regime: Dedicação exclusiva

 

  1. Lar Mãe Benigna – LMB

Vínculo institucional

2005 – 2009          Vínculo: Colaborador , Enquadramento funcional: Psicóloga Clínica , Carga horária: 20, Regime: Parcial

 

ÁREAS DE ATUAÇÃO

  1. Relações Interpessoais
  2. Processos Grupais e de Comunicação
  3. Papéis e Estruturas Sociais; Indivíduo
  4. Psicologia Social
  5. Desenvolvimento Social e da Personalidade
  6. Aprendizagem e Desempenho Acadêmicos

 

IDIOMAS

Inglês        Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Escreve Razoavelmente, Lê Bem

Espanhol  Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Escreve Razoavelmente, Lê Bem

 

PRÊMIOS E TÍTULOS

2015 -Best Paper, CIAIQ

 

PRODUCÃO

Produção bibliográfica

Artigos completos publicados em periódicos

  1. Dantas, M. M. F; PITANGA, D. A.; LOURENCO, G. O.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Conjugalidade e HIV/Aids: a desmesura do amor e a delicadeza da dor. Psicologia em Estudo (Online). , v.21, p.399 – 409, 2016.

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

The Illness Experience: Palliative Care Given the impossibility of Healing. Revista da Escola de Enfermagem da USP (Online). Fator de Impacto(2016 JCR): 0,5730, v.50, p.47 – 53, 2016.

  1. Dantas, M. M. F

A Gestalt-terapia diante do amor nas relações heterossexuais. IGT na Rede. , v.8, p.1 – 17, 2011.

  1. Dantas, M. M. F

A Morte Vivenciada por Homens e Mulheres: uma influência cultural?. IGT na Rede. , v.6, p.175 – 192, 2009.

 

Capítulos de livros publicados

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.; PAZ, D.

A Experiência como Possibilidade de Pesquisa: os cuidados paliativos diante do adoecer In: Atas – Investigação Qualitativa na Saúde.1 ed.Aracaju : Editora Tiradentes, 2015, v.vol. 1, p. 378-383.

 

Trabalhos publicados em anais de eventos (completo)

  1. Dantas, M. M. F; SILVA, T. C. M.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Cuidados Paliativos: as Belezas e as Dores do Caminho para o Bem Morrer In: Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa, 2016, Porto – PO.

Atas – Investigação Qualitativa em Saúde. , 2016. v.2. p.252 – 261

  1. PITANGA, D. A.; Dantas, M. M. F; LOURENCO, G. O.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Transbodamento de Vida Ante a Finitude: a Clínica Psicológica na Assistência a Portadores de Doenças Crônicas Irreversíveis In: Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa, 2016, Porto – PO.

Atas – Investigação Qualitativa em Saúde, 2016. v.2. p.242 – 251

  1. Dantas, M. M. F; PAZ, D.; AMAZONAS, M. C. L. A.

A Experiência Como Possibilidade de Pesquisa: os cuidados paliativos diante do adoecer In: 4º Congresso Latino Americano em Investigação Qualitativa, 2015, Aracaju.

ATAS CIAIQ. Aracaju: Editora Tiradentes, 2015. v.1. p.378 – 383

  1. SALGUEIRO, C. D. B. L.; Dantas, M. M. F; DIAS, C. M. S. B.

Acompanhamento Psicológico ao Paciente Idoso sobre Repercussões Psicossociais do Adoecimento e da Práxis do Psicólogo Hospitalar In: IV CIEH – Congresso Internacional de Envelhecimento Humano, 2015, Campina Grande.

Anais do IV CIEH. Realize Eventos, 2015. p.0 – 0

  1. PITANGA, D. A.; Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

Pelos Caminhos da Intervenção Psicológica com Idosos In: IV CIEH – Congresso Internacional de Envelhecimento Humano, 2015, Campina Grande.

Anais do IV CIEH. Realize Eventos, 2015. p.0 – 0

 

Trabalhos publicados em anais de eventos (resumo expandido)

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.; SALGUEIRO, C. D. B. L.

A Escolha pelo Cuidados Paliativos: um olhar de si para si mesmo In: 10º Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 2015, São Paulo.

  1. Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar: O tempo da vida e a vida do nosso tempo. São Paulo: SBPH, 2015. p.1 – 1
  2. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.; SALGUEIRO, C. D. B. L.

Cuidados paliativos: as flores e as pedras de um caminho In: 10º Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 2015, São Paulo.

Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar: O tempo da vida e a vida do nosso tempo – Repercussões na psicologia hospitalar. São Paulo: SBPH, 2015. p.1 – 1

 

Apresentação de trabalho e palestra

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

As Razoes Políticas e Acontecimentos a partir do Controle dos Corpos, 2016. (Outra,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; SILVA, T. C. M.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Cuidados Paliativos: as belezas e as dores do caminho para o bem morrer, 2016. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; PITANGA, D. A.; LOURENCO, G. O.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Transbordamento de Vida Ante a Finitude: a clínica psicológica na assistência a portadores de doenças crônicas irreversíveis, 2016. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.; PAZ, D.

A Experiência como Possibilidade de Pesquisa: os cuidados paliativos diante do adoecer, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. SALGUEIRO, C. D. B. L.; Dantas, M. M. F; DIAS, C. M. S. B.

Acompanhamento Psicológico ao Paciente Idoso com Diagnóstico de Câncer: reflexões sobre repercussões psicossociais do adoecimento e da práxis do psicólogo hospitalar, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F

As Dores e as Delícias de uma Pesquisa: o percurso metodológico, 2015. (Conferência ou palestra,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; SALGUEIRO, C. D. B. L.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Cuidados Paliativos: as flores e as pedras de um caminho, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. PITANGA, D. A.; Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

Pelos Caminhos da Intervenção Psicológica com Idosos, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F

A Sexualidade da Mulher Mastectomizada: uma reconstrução da relação com o corpo, 2014. (Conferência ou palestra,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F

A vivência da morte em homens e mulheres: uma influência cultural?, 2010. (Simpósio,Apresentação de Trabalho)

 

PRODUÇÃO TÉCNICA

Entrevistas, mesas redondas, programas e comentários na mídia

  1. Dantas, M. M. F; NICODEMUS, A.

Arritmia Cardíaca, 2014

  1. Dantas, M. M. F

Consumismo, 2014

Educação e Popularização de C&T

 

Artigos completos publicados em periódicos

  1. Dantas, M. M. F; PITANGA, D. A.; LOURENCO, G. O.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Conjugalidade e HIV/Aids: a desmesura do amor e a delicadeza da dor. Psicologia em Estudo (Online). , v.21, p.399 – 409, 2016.

 

Apresentação de trabalho e palestra

  1. 1. Dantas, M. M. F; SILVA, T. C. M.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Cuidados Paliativos: as belezas e as dores do caminho para o bem morrer, 2016. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; PITANGA, D. A.; LOURENCO, G. O.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Transbordamento de Vida Ante a Finitude: a clínica psicológica na assistência a portadores de doenças crônicas irreversíveis, 2016. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.; PAZ, D.

A Experiência como Possibilidade de Pesquisa: os cuidados paliativos diante do adoecer, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F

As Dores e as Delícias de uma Pesquisa: o percurso metodológico, 2015. (Conferência ou palestra,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F; SALGUEIRO, C. D. B. L.; AMAZONAS, M. C. L. A.

Cuidados Paliativos: as flores e as pedras de um caminho, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. PITANGA, D. A.; Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

Pelos Caminhos da Intervenção Psicológica com Idosos, 2015. (Congresso,Apresentação de Trabalho)

  1. Dantas, M. M. F

A Sexualidade da Mulher Mastectomizada: uma reconstrução da relação com o corpo, 2014. (Conferência ou palestra,Apresentação de Trabalho)

Organização de eventos, congressos, exposições e feiras e olimpíadas

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

2º Encontro Internacional de Estudos Foucaultianos: Razão, Política e Acontecimento, 2016. (Outro, Organização de evento)

 

Participação em eventos, congressos, exposições, feiras e olimpíadas

  1. Conferencista no(a) VII Congresso Nacional de Psicologia, 2016. (Congresso)

A paliação como uma Prática Clínica.

  1. III Encontro de Psicologia em Terapia Intensiva, 2012. (Encontro)

A Humanização no Centro de Terapia Intensiva.

  1. Semana do Profissional na Escola, 2012. (Encontro)

Psicologia como prática profissional.

 

ORIENTAÇÕES E SUPERVISÕES

Orientações e supervisões concluídas

Monografias de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização

  1. Pollyana Lopes Nunes. O Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino Superior. 2016. Monografia (Docência em Ensino Superior) – Faculdade Frassinetti do Recife
  2. Élida Régis da Silva. A Banalização das Redes Sociais no Processo de Informação. 2015. Monografia (Docência em Ensino Superior) – Faculdade Frassinetti do Recife
  3. Emmily Nascimento de Souza. Moda: sustentabilidade dentro da sala de aula. 2015. Monografia (Docência em Ensino Superior) – Faculdade Frassinetti do Recife
  4. Ednaldo Mariano da Silva Filho. Os Bastidores do Caso Serrambi. 2015. Monografia (Docência em Ensino Superior) – Faculdade Frassinetti do Recife

 

EVENTOS

Participação em eventos

  1. 2º Encontro Internacional de Estudos Foucaultianos: Razão Política e Acontecimento, 2016. (Encontro)

As Razoes Políticas e Acontecimentos a partir do controle dos Corpos.

  1. 5º Congresso Ibero-Americano em Investigação Qualitativa, 2016. (Congresso)

Cuidados Paliativos: as Belezas e as Dores do caminho para o bem morrer.

  1. 5º Congresso Ibero_Americano em Investigação Qualitativa, 2016. (Congresso)

Transbodamento de vida ante a finitude: a clínica psicológica na assistência a portadores de doenças crônicas irreversíveis.

  1. Simposista no(a) 7 Meeting de Saúde, 2016. (Outra)

A Descoberta de Neuropatias: um perigo causado pelo aedes aegypti, atuação do psicólogo.

  1. Conferencista no(a) VII Congresso Nacional de Psicologia, 2016. (Congresso)

A paliação como uma Prática Clínica.

  1. 10º Congresso da Sociedade Brasileira de Psicologia Hospitalar, 2015. (Congresso)

Cuidados Paliativos: as flores e as pedras de um caminho.

  1. Apresentação de Poster / Painel no(a) 10º Congresso da Sociedade Brasileiro de Psicologia Hospitalar, 2015. (Congresso)

A Escolha pelos Cuidados Paliativos: um olhar de si para si mesmo.

  1. 4º Congresso Ibero-Americano em Ivestigação Qualitativa, 2015. (Congresso)

A Experiência como Possibilidade de Pesquisa: os cuidados paliativos diante do adoecer.

  1. Conferencista no(a) II Congresso Internacional Multiprofissional em Saúde, 2015. (Congresso)

Cuidados à Pessoa Idosa: reflexões sobre saúde e paliativismo.

  1. Conferencista no(a) II Jornada Integrativa Nutrição e Psicologia do HCP, 2015. (Encontro)

A Experiência da Paliação: um olhar a partir do modo próprio de subjetivar-se diante do adoecer.

  1. IV CIEH, 2015. (Congresso)

Acompanhamento Psicológico ao Paciente Idoso com Diagnóstico de Câncer: reflexões sobre repercussões psicossociais do adoecimento e a práxis do psicólogo hospitalar.

  1. IV CIEH, 2015. (Congresso)

Pelos Caminhos da Intervenção Psicológica com Idosos.

  1. III Encontro de Psicologia em Terapia Intensiva, 2012. (Encontro)

A Humanização no Centro de Terapia Intensiva.

  1. Semana do Profissional na Escola, 2012. (Encontro)

Psicologia como prática profissional.

  1. Apresentação Oral no(a) Bienal de Gestalt 2010, 2010. (Encontro)

A Morte Vivenciada por Homens e Mulheres: uma influência cultural?.

  1. I Encontro da Psicologia Hospitalar da Mulher e da Criança do IMIP, 2006. (Encontro).
  2. II congresso latino de Gestalt: Hermenêutica Experimental do contato – Empiria e Teoria, 2004. (Congresso).
  3. V Encontro De Psicologia – O fazer psicológico no mundo hoje, 2002. (Encontro).
  4. IV Encontro de Psicologia – Família Múltiplos Olhares, 2001. (Encontro).
  5. II Encontro Nacional sobre bebê: Psicanálise e Interdisciplinaridade, 2000. (Encontro).

 

Organização de evento

  1. Dantas, M. M. F; AMAZONAS, M. C. L. A.

2º Encontro Internacional de Estudos Foucaultianos: Razão, Política e Acontecimento, 2016. (Outro, Organização de evento)

  1. DIAS, C. M. S. B.; Dantas, M. M. F; SALGUEIRO, C. D. B. L.; DIAS, C.

Seminário de Psicogerontologia: um enfoque nas relações sociais e familiares, 2015. (Outro, Organização de evento)

 

BANCAS

Participação em banca de trabalhos de conclusão

Curso de aperfeiçoamento/especialização

  1. Dantas, M. M. F; LUCENA, C. H.

Participação em banca de Nildienny Alves da Silva. A Compreensão da Espiritualidade para Famílias de Pacientes em Cuidados Paliativos: um estudo qualitativo, 2015

(Residência Multiprofissional em Oncologia) Hospital de Câncer de Pernambuco

 

TOTAIS DE PRODUÇÃO

Produção bibliográfica

Artigos completos publicados em periódico       4

Capítulos de livros publicados     1

Trabalhos publicados em anais de eventos         7

Apresentações de trabalhos (Conferência ou palestra)   2

Apresentações de trabalhos (Congresso) 6

Apresentações de trabalhos (Simpósio)   1

Apresentações de trabalhos (Outra)        1

 

Produção técnica

Programa de Rádio ou TV (entrevista)    2

 

 

Orientações

Orientação concluída (monografia de conclusão de curso de aperfeiçoamento/especialização) 4

 

Eventos

Participações em eventos (congresso)     10

Participações em eventos (encontro)       9

Participações em eventos (outra) 1

Organização de evento (outro)    2

Participação em banca de trabalhos de conclusão (curso de aperfeiçoamento/especialização)             1

 

OUTRAS INFORMAÇÕES RELEVANTES

1    Participou do grupo de estudo sobre Gênero e Masculinidade GEMA no instituto PAPAI na UFPE coordenado por Benedito Medrado no 1º semestre do ano de 2010

 

  1. Atua como psicóloga clínica de agosto de 2005 até os dias atuais em consultório próprio.

 

8.4. Processo de Autoavaliação do Curso de Psicologia

É papel da coordenação do Curso de Psicologia realizar junto a discentes e docentes uma avaliação do curso, o que envolve todos os que contribuem para o crescimento do Curso de Psicologia. Desse modo, os alunos podem avaliar os professores a través de um questionário disponível no Portal do Aluno. Nesse questionário o aluno avalia a metodologia adotada pelo professor, sua pontualidade e assiduidade, e os métodos de avaliação do aluno. Esses docentes também são avaliados pela coordenadora do curso no processo denominado Feedback que ocorre em todo final de semestre. São itens de avaliação: pontualidade, assiduidade, cumprimento dos prazos para entrega de avaliações e postagem de nota, realização de atividades de extensão, bom relacionamento com os alunos. A coordenadora do curso ainda realiza uma reunião com o grupo de representantes de sala para uma avaliação geral do semestre, com o intuito de identificar problemas e solucioná-los.

Nas reuniões de NDE e Colegiado, anteriormente mencionadas são discutidas maneiras de promover a melhoria do processo de ensino-aprendizagem através de atualizações da matriz curricular, PPC e bibliografias, mudanças em algumas atividades, como cursos de extensão, Meetings e o Interdisciplinar, que representa a segunda avaliação da UNIBRA, anteriormente mencionada. E introdução de outras atividades, como o CinePsi, que promova o crescimento e desenvolvimento contínuo do aluno. Nessas reuniões são discutidas também o acompanhamento do aluno que apresenta alguma particularidade que necessita de um cuidado especializado, promovendo a inclusão desse aluno no processo de aprendizagem. Nessas reuniões ainda são avaliadas mudanças nas ementas e inclusões de disciplinas na grade curricular, bem como o funcionamento do estágio obrigatório que iniciará em 2019.2.

Além das reuniões com NDE e Colegiado, a coordenação faz no mínimo três reuniões semestrais para conduzir os professores nas semanas de avaliação. Nessas reuniões são dadas as orientações com relação a horário de início e término das avaliações, prazo para lançamento de notas, e orientações com relação a aluno sem nome na ata ou atrasos dos discentes. Bem como é discutido como se deu o semestre até aquele encontro, avaliando e definindo atitudes para resolver os problemas identificados. A gestão do curso também passa por um processo de autoavaliação institucional, a partir das avaliações realizadas entre discentes e docentes, visando um aprimoramento contínuo do planejamento do curso, com evidência da apropriação dos resultados pela comunidade acadêmica.

 

9. ESTRUTURA CURRICULAR

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA procurou, atendendo à disposição legal das Diretrizes Curriculares, inserir em seu projeto pedagógico, em sua organização curricular, conteúdos reveladores das inter-relações com a realidade nacional e internacional, segundo perspectiva histórica e contextualizada de sua aplicabilidade no âmbito das organizações e do meio através da utilização de tecnologias inovadoras e que atendam aos seguintes campos interligados de uma formação que contemple as necessidades do mercado atual.

A estrutura curricular é flexível e considera a interdisciplinaridade, pois algumas disciplinas ofertadas simultaneamente estabelecem relações de análise e interpretação de conteúdos, objetivando propiciar ao discente uma apropriação de conhecimento mais abrangente e contextualizado.  No âmbito da flexibilização destacam-se: 

 

  1. Os princípios da indissociabilidade entre o ensino, a pesquisa e a extensão, os quais contribuem para romper com a predominância de disciplinas e manter a multidisciplinaridade como eixo de referência;
  2. A utilização de uma dinâmica flexível, em que a interdisciplinaridade e a participação do estudante são consideradas fundamentais para a construção de uma formação crítica, investigativa.

 

9.1 – Matriz curricular 

A matriz curricular do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA é montada pensando na excelência da formação dos profissionais, trazendo, para tanto, a importância da interdisciplinaridade através de disciplinas que vão para além da intensão do ensino apenas a respeito do comportamento e sofrimento emocional. Nesse intuito, os professores trabalham com condições de aplicabilidade prática da teoria apresentada. E essa aplicabilidade prática favorece a chegada do aluno no estágio curricular, que exigirá comprometimento, responsabilidade, ética e domínio de conteúdo para estar realizando atendimentos em campos de atuação de Psicologia como profissional em formação.

 

9.2 Integração ao Sistema Único de Saúde (SUS)

Outro ponto referente à matriz curricular é com relação a disciplinas teóricas e práticas relacionadas ao Sistema único de Saúde (SUS). Na grade curricular de Psicologia encontra-se a disciplina de Saúde Mental, que tem aplicação prática com visitas ao Sistema Prisional de Pernambuco através da Secretaria de Ressocialização. Essa disciplina é oferecida no sexto período, quando o discente já tem uma maturidade maior para discutir questões sobre a saúde mental. Ainda no sexto período os alunos têm a disciplina de Psicofarmacologia, que se integra com a disciplina de Saúde Mental, favorecendo o trabalho com a interdisciplinaridade e com questões ligadas à políticas Públicas de Saúde.

No sétimo período os alunos têm a disciplina de Saúde Coletiva, que trabalha efetivamente questões ligadas à rede SUS, nessa disciplina os discente também visitam campos de atuação do psicólogo e discutem as leis que garante a saúde de modo amplo ao sujeito. Desse modo, a integração ao Sistema SUS ocorre tanto por meio de discussões teóricas quanto através da aplicabilidade prática, promovendo no aluno condições de responder e atender as demandas desse sistema.  A UNIBRA ainda possui convênios com o Hospital Pam de Areias, Clínica Vila Santana, contempla ainda todos os postos de saúde das unidades prisionais do estado de Pernambuco como possibilidade de visita para aplicabilidade prática de disciplinas.  A seguir encontram-se discriminadas as disciplinas por períodos:

 

  • 1° Período: Psicologia Geral 80h, Bases Epistemológicas da Psicologia 80h, Introdução à Filosofia 80h, Socioantropologia 80h, Língua portuguesa: leitura e produção de texto 80h, Atividade e Extensão Científica 40h.
  • 2° Período: Neuroanatomia 40h, Metodologia Científica 40h, Estatística aplicada à Psicologia 80h, Psicologia da Personalidade 80h, Processos e Fenômenos Psicológicos 80h, Desenvolvimento Infantil 80h, Atividade e Extensão Científica II 40h.
  • 3° Período: Neurofisiologia aplicada à Psicologia 80h, Psicologia Humanista 80h, Teoria da Aprendizagem 80h, Desenvolvimento Adolescente 80h, Dinâmica de Grupo e Relações Humanas 80h, Atividade e Extensão Científica III 40h.
  • 4° Período: Desenvolvimento do Adulto e Idoso 80h, Psicologia Comportamental 40h, Psicologia Fenomenológica Existencial 40h, Psicanálise 80h, Neuropsicologia 80h e Psicologia Escolar 80h, Atividade e Extensão Científica IV 40h.
  • 5° Período: Psicopatologia 80h, Eletiva I 40h, Avaliação Psicológica 80h, Análise Experimental do Comportamento 80h, Bases Filosófica da Fenomenologia Existencial 80h, Teoria Pós-Psicanalítica 80h, Atividade e Extensão Científica V 50h.
  • 6° Período: Testes Psicológicos 60h, Psicofarmacologia 60h, Psicologia Organizacional 60h, Clínica Psicológica 60h, Saúde Mental 80h, Psicologia e Saúde Coletiva 60h, Psicologia do Esporte 60h.
  • 7° Período: Ética Profissional 60h, Psicoterapia de Casal e Família 60h, Psicologia Hospitalar 60h, Psicoterapia Infantil 60h, Observação Participante I 120h.
  • 8° Período: Psicologia Social 60h, Psicologia da Gestalt 60h, Psicoterapia Analítica 60h, Eletiva II 40 h, Teoria Cognitivo Comportamental 60h, Abordagem Centrada na Pessoa 60h, Observação Participante II 60h.
  • 9° Período: Estágio Supervisionado I (Clínica) 400h, Trabalho de Conclusão de Curso I 40h.
  • 10° Período: Estágio Supervisionado II (Clínica) 400h, Trabalho de Conclusão de Curso II 40h.

 

9.3 Conteúdo Curricular

A organização curricular do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário – UNIBRA contempla os preceitos da Resolução CNE/CES nº 5 de 15 de março de 2011 com conteúdos que se relacionam com o conhecimento equilibrado de diferentes áreas, níveis de atuação e recursos terapêuticos para assegurar a formação generalista.

Ao longo do Curso o discente vivenciará conteúdos curriculares típicos das CIÊNCIAS BIOLÓGICAS: neuroanatomia e neurofisiologia; CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS: introdução à filosofia, socioantropologia, metodologia científica, Estatística Aplicada à Psicologia, saúde coletiva e ética profissional; e dos CONHECIMENTOS PSICOLÓGICOS que compreende a aquisição de amplos conhecimentos na área de formação específica tanto da Psicologia quanto dos seus diferentes níveis de intervenção: Conhecimentos do desenvolvimento humano, os processos e fenômenos psicológicos, os processos grupais, as teorias do comportamento, os testes e avaliações psicológicas, as psicoterapias e suas abordagens, as psicopatologias e a saúde mental, as especificidades das atuações clínicas, a observação participante.

As disciplinas obrigatórias disponibilizarão conhecimento e o desenvolvimento de habilidades imprescindíveis para o exercício do profissional de Psicologia em todas as áreas básicas da profissão, sendo aprimoradas ou aprofundadas pelos discentes nas disciplinas eletivas. O aluno pode cursar duas disciplinas eletivas para compor a carga horária total. A disciplina de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e Psicologia Ambiental (abordagem de conteúdos pertinentes às políticas de educação ambiental) disciplinas optativas ofertadas periodicamente para todos os alunos do Curso de Psicologia. Além dessas disciplinas, temas como Relações Étnico-Raciais e Ensino de Histórias e Cultura Afro-Brasileira, Educação em Direitos são abordados em palestras, Meetings, Cursos de Extensão como temas transversais.

No penúltimo semestre o Curso de Bacharelado em Psicologia disponibiliza a disciplina de Trabalho de conclusão de Curso (TCC), para possibilitar o aprimoramento do processo de elaboração da pesquisa que terá seus resultados apresentados ao final do Curso e avaliado pela disciplina TCC II, pela realização de trabalho de pesquisa sob a orientação de um docente da Instituição. No penúltimo ano os alunos poderão iniciar o que foi aprendido na disciplina Observação Participante I e II e no último ano vivencia os estágios curriculares obrigatórios. A estrutura dos estágios é então organizada para que os discentes possam vivenciar experiências no campo da Psicologia Clínica e Organizacional.

 

9.4 – Duração do Curso, Carga Horária, Número de Vagas e Integralização Curricular.

 O currículo do curso apresenta uma carga horária total de 4.330 horas relógio, sendo 210 horas de atividades complementares e 800 horas de Estágio Supervisionado, estando organizado em regime semestral. O número de vagas para o curso de Psicologia foi determinado a partir de levantamentos quantitativos e qualitativos em campos de estágio, bem como a partir do quantitativo de docentes com titulação e experiência na área da docência, o que se apresenta como as condições plenas para formar novos profissionais da área. Em cada semestre são oferecidas disciplinas de mais de uma área do conhecimento, articuladas para realização da interdisciplinaridade. A integralização curricular deverá ocorrer no tempo mínimo de 5 (cinco) anos e no máximo de 7 e meio (sete e meio) equivalentes a 15 semestres letivos, considerando-se uma hora equivalente a 60 (sessenta) minutos. O total desta carga horária deverá ser ministrado em 10 (dez) semestres de 100 (cem) dias letivos – 200 dias letivos/ano. O Curso de Bacharelado em Psicologia oferece 240 vagas anuais nos turnos matutino, vespertino e noturno. Atende, portanto, esta IES ao que preceitua a legislação em vigor (Resolução CNE/CES no 3, de 2 de julho de 2007), vez que a mesma determina:

 

Art. 1º A hora-aula decorre de necessidades de organização acadêmica das Instituições de Educação Superior.

  • 1º Além do que determina o caput, a hora-aula está referenciada às questões de natureza trabalhista.
  • 2º A definição quantitativa em minutos do que consiste a hora-aula é uma atribuição das Instituições de Educação Superior, desde que feita sem prejuízo ao cumprimento das respectivas cargas horárias totais dos cursos.

 

Art. 2º Cabe às Instituições de Educação Superior, respeitado o mínimo dos duzentos dias letivos de trabalho acadêmico efetivo, a definição da duração da atividade acadêmica  ou do trabalho discente efetivo que compreenderá:

  • – preleções e aulas expositivas;
  • – atividades práticas supervisionadas, tais como laboratórios, atividades em biblioteca, iniciação científica, trabalhos individuais e em grupo, práticas de ensino e outras atividades no caso das licenciaturas.

 

Art. 3º A carga horária mínima dos cursos superiores é mensurada em horas (60 minutos), de atividades acadêmicas e de trabalho discente efetivo. (grifo nosso)

 

ORGANIZAÇÃO CURRICULAR: (Currículo Pleno em anexo)

 

VAGAS SOLICITADAS: 240 totais anuais – sendo:

 

1ºSEMESTRE

2º SEMESTRE

Matutino

50

50

Vespertino

20

20

Noturno

50

50

 

Dois processos seletivos por ano      

TURMAS: 8 (oito) por ano letivo 

DIMENSÃO DAS TURMAS: 50 alunos por turma

TURNOS DE FUNCIONAMENTO: (Três) Matutino, Vespertino e Noturno

 

TEMPO DE INTEGRALIZAÇÃO DO CURSO: 

Mínimo: 5 anos (10 semestres letivos)

Máximo: 7 anos e meio  (15 semestres letivos).

 

REGIME ESCOLAR ADOTADO: seriado semestral

 

9.5 – Currículo Pleno Proposto do Curso de Bacharelado em Psicologia

 

1º PERÍODO

 

   

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

Psicologia Geral

80

     

Bases Epistemológicas da Psicologia

80

     

Introdução à Filosofia

80

     

Socioantropologia

80

     

Língua portuguesa: leitura e produção de texto

80

     

Atividade e Extensão Científica

40

     

TOTAL

440

     

 

2º PERÍODO

 

     

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

Neuroanatomia

40

 

30

10

Metodologia Científica

40

     

Estatística aplicada à Psicologia

80

     

Psicologia da Personalidade 

80

     

Processos e Fenômenos Psicológicos 

80

     

Desenvolvimento Infantil

80

 

60

20

Atividade e Extensão Científica II

40

     

TOTAL

440

     

 

 3º PERÍODO

 

 

     

DISCIPLINAS

 

Horas

CR

Teórica

Prática

Neurofisiologia aplicada à Psicologia

 

80

 

60

20

Psicologia Humanista

 

80

     

Teoria da Aprendizagem

 

80

     

  Desenvolvimento Adolescente

 

80

 

60

20

Dinâmica de Grupo e Relações Humanas

 

80

 

60

20

Atividade e Extensão Científica III

 

40

     

TOTAL

 

440

     

 

4º PERÍODO

 

     

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

Desenvolvimento da Adultez e Velhice

80

 

60

20

Psicologia Comportamental

40

     

Psicologia Fenomenológica Existencial

40

     

Psicanálise

80

     

Neuropsicologia

80

 

20

20

Psicologia Escolar

80

 

40

20

Atividade e Extensão Científica IV

40

     

TOTAL

440

     
         

 5º PERÍODO

 

     

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

Avaliação Psicológica

80

     

Psicopatologia

80

     

Eletiva I

40

 

35

05

Análise Experimental do Comportamento

80

     

 Bases Filosóficas da Fenomenologia Existencial

80

     

Teoria Pós-Psicanalítica

80

     

Atividade e Extensão Científica V

50

     

TOTAL

    490

     
         

6º Período

       

Disciplinas

Horas

CR

Teórica

Prática

Testes Psicológicos

60

 

40

20

Psicofarmacologia

60

     

Psicologia Organizacional

60

     

Clínica Psicológica

60

     

Saúde Mental

80

     

Saúde Coletiva

60

     

Psicologia do Esporte

60

     

Total

   440

     
         

7º Período

 

 

 

 

Disciplinas

Horas

CR

Teórica

Prática

Ética Profissional

60

     

Psicoterapia de Casal e Família

60

     

Psicologia Hospitalar

60

     

Psicoterapia Infantil

60

     

Observação Participante I

120

 

80

40

Total

360

     

 

  8º PERÍODO

 

     

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

Psicologia Social

60

 

40

20

  Psicologia da Gestalt

60

     

Psicoterapia Analítica

60

     

   Eletiva II

40

     

   Abordagem Centrada na Pessoa

60

     

  Teoria Cognitivo Comportamental

60

     

  Observação Participante II

60

 

80

40

  Total

    400

     
         

   9º PERÍODO

 

     

DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

  Estágio Supervisionado I

400

 

120

280

  Trabalho de Conclusão de Curso

40

     

 Total

440

     
         

10º PERÍODO

       

 DISCIPLINAS

Horas

CR

Teórica

Prática

 Estágio Supervisionado II

400

 

120

280

 Trabalho de Conclusão de Curso

40

     

 Total

440

     
         
         

 

CARGA HORÁRIA DO CURSO – 3.320 horas

 

(SEM O ESTÁGIO E ATIVIDADES COMPLEMENTARES)

 

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO – 800 horas

 

                        ATIVIDADES COMPLEMENTARES – 210 horas

  ATIVIDADES DE EXTENSÃO CIENTÍFICA – 210

 

   CARGA HORÁRIA TOATAL DO CURSO – 4.330  horas

 

 

ELENCO DE DISCIPLINAS ELETIVAS/OPTATIVAS

Inglês Instrumental – 40 h

Elementos Afro-brasileiros – 40h

Tanatologia – 40h

Libras – 40h

Direitos Humanos – 40

Psicologia Ambiental – 40h

Psicologia Jurídica – 40h

 

Com essa estrutura curricular, os conteúdos são trabalhados de forma teórica até o sétimo período. Entretanto, as disciplinas não são exclusivamente teóricas, pois os docentes possuem a liberdade de levar os alunos a campos de atuação da psicologia para realizar trabalhos relacionados às discussões construídas em sala de aula. No sétimo e oitavo período os discentes têm a disciplina Observação Participante que consiste em ir a um campo de atuação do psicólogo e realizar observações no campo, dos sujeitos desse campo e construir um Diário de Campo, expondo suas sensações diante da visita ao campo. Essa disciplina introduz os alunos na prática propriamente dita da psicologia clínica, sendo as práticas de testes de personalidade, usados na atuação da psicologia organizacional, trabalhadas em sala de aula nas disciplinas Avaliação Psicológica e Testes Psicológicos. 

 

9.6 Estágio Curricular Supervisionado

A prática desenvolvida no estágio envolverá o conhecimento de várias disciplinas numa perspectiva interdisciplinar com ênfase na observação e reflexão para compreender e atuar em situações contextualizadas. Inicialmente, o estagiário fará registro de observações realizadas e proporá resoluções de situação problema, existentes no cotidiano profissional. Como já foi enfatizado o Estágio Supervisionado, sendo atividades desenvolvidas pelos graduandos tem como objetivos: propiciar ao alunado o conhecimento de novas maneiras de trabalho e aprofundar conhecimentos da atuação propriamente dita do profissional Psicólogo em suas várias áreas de atuação.

O estágio não consiste apenas na experiência prática que o aluno vivência, mas, é principalmente uma oportunidade decisiva para refletir, sistematizar e contextualizar conhecimentos teóricos e instrumentais discutidos durante o desenvolvimento das leituras e das aulas teóricas. A função do estágio supervisionado refere-se ao estabelecimento pessoal (psicossocial) do futuro profissional. É importante destacar que o estágio supervisionado não é o único processo didático-prático que será oferecido pela coordenação dos cursos. O acadêmico terá acesso a bolsas de monitoria, a programas de iniciação científica e a estágios voluntários, designados pela Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, como estágio não-obrigatório.

Ainda por esta mesma regulamentação jurídica, ficou definido que este estágio voluntário ou não-obrigatório, se caracteriza por ser uma atividade acadêmica extracurricular. Entretanto, poderá ser acrescida à carga horária regular e obrigatória caso as atividades do processo educativo estejam em consonância com os conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais do curso. O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA obedecendo os ditames legais elaborou um regulamento que lhe é próprio e que normatiza as atividades práticas e de estágio supervisionado da Instituição, que se encontra anexado ao presente documento.

De acordo com a fundamentação legal atrelada ao projeto pedagógico de cada curso, a UNIBRA estabelece as horas-atividades para cumprimento dos estágios. Estes são os chamados estágios obrigatórios. Dentro da proposta acadêmica, este total de horas inclui as destinadas ao planejamento, orientação e avaliação das atividades, bem como os estágios de fundamentação pedagógica dentro de disciplinas específicas da área de atuação do graduando e, também estágios práticos dentro das áreas de atuação. Assim, pretende-se conseguir um diagnóstico global dos campos de atuação, possibilitando a interdisciplinaridade com ações desencadeadoras de atividades dentro da prática de ensino.

O Estágio Curricular Supervisionado tem como objetivo principal interagir e trabalhar com comunidades, empresas, indústrias, fábricas e instituições educacionais da cidade do Recife. Os campos de estágio estão previstos para os ensinos presencial e à distância. Para tal, a UNIBRA dispõe de uma Coordenação de Estágio Supervisionado que tem sob a sua responsabilidade os convênios para a realização dos estágios pelos graduandos dos cursos, além de exercer as seguintes funções:

 

  • Realizar convênios com instituições congêneres.
  • Legitimar a exigência legal do estágio nos cursos de graduação tecnológica, de bacharelado e licenciatura atribuindo aprovação aos alunos, que cumprirem as normas estabelecidas e após a avaliação do professor-orientador;
  • Efetivar a supervisão do estágio e sua avaliação;
  • Divulgar para as organizações, os trabalhos acadêmicos dos alunos, com a finalidade de divulgar a qualidade do ensino e da pesquisa oferecida pela UNIBRA.

 

A Coordenação de Estágio Supervisionado tem por finalidade objetivar a concretização das metas traçadas para o estágio curricular obrigatório, para:

 

  • Permitir aos alunos do curso o desenvolvimento de seus conhecimentos acadêmicos, conciliando teoria e práticas específicas e educacionais;
  • Possibilitar o conhecimento prático para melhor identificação da área de atuação; • Buscar aprofundamento em conteúdos específicos que possam motivar a prática científico-docente;
  • Propiciar a avaliação (atuação e necessidades) do mercado de trabalho;
  • Testar e aprimorar habilidades.

 

A Coordenação de Estágio é responsável por firmar convênios e contratos de estágio. Dentre as parcerias firmadas destacam-se as celebradas entre a UNIBRA e o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e a Agência Brasileira de Estágio (ABRE), que contemplará os alunos dos ensinos presencial e à distância.

 

9.6.1 Ambiente Profissional Vinculado ao Curso de Bacharelado em Psicologia

Para a prática dos Estágios Supervisionados I e II, o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA terá sua própria clínica escola, oferecendo condições de atendimento para a população, alunos e funcionários, com a devida supervisão. O estágio curricular supervisionado dos estudantes do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA constitui-se em um momento da formação em que o graduando deverá vivenciar e consolidar as competências exigidas para o exercício acadêmico-profissional em diferentes campos de intervenção, sob a supervisão de profissional habilitado e qualificado, na segunda metade do curso. O planejamento, a supervisão e a avaliação das atividades do estágio são levados a efeito sob a responsabilidade do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.  São objetivos do estágio curricular supervisionado contribuir com o desenvolvimento das seguintes competências e habilidades gerais:

 

  1. Atenção à saúde: estar apto a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde psicológica e psicossocial, em nível individual e coletivo, no mais alto padrão de qualidade e princípios éticos.
  2. Tomada de decisões: fundamentar seu trabalho na capacidade de avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas, baseadas em evidencias científicas.
  3. Comunicação: ser acessível e manter os princípios éticos no uso das informações confidenciais, na interação com outros profissionais de saúde e com o público em geral.
  4. Liderança: estar apto a assumir posições de liderança, em equipes multiprofissionais, tendo em vista o bem estar da comunidade.
  5. Administração e gerenciamento: estar apto a tomar iniciativas, fazer o gerenciamento dos recursos humanos, físicos, materiais e de informação, bem como estar apto a ser empreendedor, gestor, empregador ou lideres nas equipes de trabalho.
  6. Educação permanente: ser capaz de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática e ter responsabilidade com sua educação e o treinamento das futuras gerações de profissionais, estimulando e desenvolvendo a mobilidade acadêmica e profissional, a formação e a cooperação através de redes nacionais e internacionais.

 

O projeto de estágio do estudante é a consubstanciação da formação teórica e prática do estudante. Competências do Estagiário, da Coordenação de Estágio, Atribuições e Responsabilidades constam no regulamento de estágio.  O projeto deverá atender às normas específicas da Metodologia da Pesquisa e conterá:

 

  1. Indicação detalhada das diversas etapas em que se dividirão as atividades de estágio;
  2. Programas de leituras elaborados em conjunto com o Supervisor de Estágio;
  3. Indicação de fontes científicas.

 

 O Estágio Supervisionado será realizado na própria IES e em campos externos, com orientação docente e supervisão local, devendo apresentar programação previamente definida em razão do processo de formação, em atendimento à Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008, que “Dispõe sobre o estágio de estudantes; altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo DecretoLei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de 23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória  no 2.16441, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

Por compreender a Psicologia para além de atendimentos clínicos em consultório, a UNIBRA oferece campos de atuação para o estágio, além da própria clínica, como o hospital Pam de Areias e o Presídio Feminino Bom Pastor. O funcionamento do estágio se dará em caráter de rodízio, sendo obrigatória a passagem de todos os alunos por todos os campos de estágio à UNIBRA vinculados com o curso de Psicologia. Dessa forma, os alunos que iniciarão o estágio devem escolher dentre as abordagens Analítica, Fenomenologia e Cognitivo-Comportamental. Essas abordagens são as que fundamentam o Curso de Psicologia e significam o referencial teórico que norteia o aluno em suas intervenções, sendo a escolha dessa abordagem permanente no processo do Estágio I e II do Curso de Psicologia.

A turma que inicia o estágio será dividida a partir da escolha das abordagens, serão permitidos até quinze (15) alunos por abordagem. A turma de 40 alunos será dividida em grupos de dez (10) para compor os 4 campos de estágio Clínica, Social (com 2 campos) e Organizacional. A Clínica de Psicologia do Centro Universitário brasileiro – UNIBRA consta de três consultórios, sendo o consultório I e II para atendimento adulto e o consultório III para atendimento infantil. Nesses consultórios tanto o adulto quanto o infantil haverá material de expressão como papel, lápis de cor, tintas, pincéis, giz de cera e argila. A clínica de Psicologia UNIBRA conta, também com três salas de supervisão para as abordagens em terapia Cognitivo-comportamental, Analítica e Fenomenologia. O estágio em Organizacional será uma consultoria de preparação de profissionais com características para um mercado de trabalho específico.

As salas de atendimento se encontram no Campus II, na Rua Padre Inglês, 257 e as salas de supervisão no Campus III, na Rua João Fernandes Vieira. Além do material lúdico, as salas de atendimento são climatizadas, decoradas com neutralidade, favorecendo um ambiente acolhedor para quem procura um acompanhamento psicoterapêutico. Já as salas de supervisão possuem uma mesa grande central e cadeiras acolchoadas ao seu redor, o que dá uma ideia de proximidade, intimidade, comodidade e conforto para as discussões dos atendimentos realizados pelos alunos.

 

9.7 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) consiste em uma etapa acadêmica obrigatória para todos os alunos dos cursos oferecidos pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, a ser desenvolvido de acordo com princípios da metodologia científica, e tendo por objetivo a reflexão sistemática sobre um tema ligado às áreas de conhecimento da Psicologia, em suas mais diferentes dimensões e possibilidades. O objetivo desse trabalho é possibilitar aos alunos condições para elaboração e escrita de um projeto científico, de acordo com as normas éticas em pesquisa. No Anexo I encontra-se a Regulamentação Geral do Trabalho de Conclusão de Curso.

A partir de agora será apresentado as disciplinas por período como suas respectivas bibliografias básicas e complementares.

 

 

 

1º Período

 

Disciplina:

Psicologia Geral

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Psicologia Geral. Historia da Psicologia. Campos do conhecimento e seus fundamentos conceituais. Objeto e área de aplicação. O pensamento psicológico, evolução e suas mudanças epistemológicas. Principais correntes e marcos de construção.

 

 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • DAVIDOFF, Linda L. Introdução à Psicologia. São Paulo: Makron
  • FIGUEIREDO, L. C.; SANTI, P. L. R. Psicologia uma (nova) introdução. São Paulo: EDUC, 2004.
  • BOCK, A. M.; et al. Psicologias: Uma Introdução ao Estudo de Psicologia. São Paulo: Saraiva, 2003.
  • FARIAS, Ana Karina C. R. de; e colaboradores. Análise comportamental clínica: Aspectos teóricos e estudos de caso. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FELDMAN, R. Introdução à Psicologia. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2015. 704p. ISBN: 9788580554885
  • BRAGHIROLLI, Elaine Maria. Psicologia em Geral. 36. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2015.
  • WEITEN, Wayne. Introdução à Psicologia: temas e variações. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2010.
  • YAGER, Joel ; POWERS, Pauline S. Manual Clínico dos Transtornos da Alimentação. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

  Disciplina:

Bases Epistemológicas

Da Psicologia

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA:

Fundamentos epistemológicos para análise e compreensão da diversidade teórico-metodológica em Psicologia. Modernidade e transformações socioculturais e epistemológicas associadas à constituição da Psicologia como ciência natural e social.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FREIRE, Izabel Ribeiro. Raízes da psicologia . 15. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2014
  • FIGUEIREDO, L. C. Revisitando as Psicologias. Petrópolis: Vozes, 2011.
  • FELDMAN, R. Introdução à Psicologia. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2015. 704p. ISBN: 9788580554885
  • STALLARD, Paul. Guia do terapeuta para os bons-pensamentos, bons-sent. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FIGUEIREDO, L. C. A invenção do psicológico: quatro séculos de subjetivação 1500 – 1900, Sâo Paulo: Escuta, 2007.
  • SCHUTZ, D. P. ;SCHUTZ E.S. História da Psicologia Moderna. São Paulo: Cultrix, 2009.
  • DE-FARIAS, A. et al. Análise Comportamental Clínica: Aspectos Teóricos e Estudos de Caso. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 344p. ISBN: 9788536321004
  • CUNHA, Jurema Alcides e Colaboradores Psicodiagnóstico – V, 5edição Reviisada e Ampliada. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

 Disciplina:

Introdução a Filosofia

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

História da filosofia e suas implicações no pensamento contemporâneo ocidental. Conceitos básicos da Filosofia. Problemas fundamentais da filosofia. A noção de verdade e o conhecimento. Relação da filosofia e cultura. As concepções filosóficas de homem: metafisica x existencial. O homem ocidental, educação, política, valores e a ética.  

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BONJOUR, L. et al. Filosofia: Textos Fundamentais Comentados. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2010. 776p. ISBN: 9788536321196
  • HÖFFE, O. et al. Aristóteles 1 ed. Porto Alegre: Penso, 2008 (Coleção Filosofia). 719p. ISBN: 9788536319919
  • LA TAILLE, Y. Formação Ética: Do Tédio ao Respeito de Si. 1. ed. Porto Alegre: Penso, 2008. 316p. ISBN: 9788536316925
  • DIEHL, Alessandra; VIEIRA, Denise Leite. Sexualidade – Do Prazer ao Sofrer, 2ª edição. Rio de Janeiro, Roca, 2017.

 

 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 9 ed. São Paulo: Ática, 2004.
  • DESCARTES, René. Discurso do método. Brasília: UnB, 1985.
  • PRADO JÚNIOR, Caio. O Que é Filosofia. 1. ed. SÃO PAULO: BRASILIENSE, 2012.
  • LARANJEIRA, Ronaldo. A Sabedoria da Recuperação: Histórias de Sucesso Contra a Dependência Química. Porto Alegre, Artmed, 2017.

 

 Disciplina:

Socioantropologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Conceitos básicos da Antropologia e da Sociologia que tratam do estudo do homem demonstrar a influência mútua entre as Ciências Sociais e a Psicologia no entendimento da formação do ser humano e sua cultura, bem como a contribuição das Ciências Sociais para a compreensão do indivíduo na sua relação com a sociedade, a cultura e o mundo contemporâneo. Reflexão sobre o papel da cultura no desenvolvimento das relações sociais e para compreender a diversidade humana.

 

 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • GIDDENS, A. Sociologia. 6 ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
  • KOTTAK, C. Um Espelho para a Humanidade: Uma Introdução à Antropologia Cultural. 8. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2013. 388p. ISBN: 9788580551907
  • LARAIA, R. B. Cultura: um conceito antropológico. 20 ed. Rio de Janeiro:Zahar, 2006.
  • CAIXETA, Leonardo. Demências do tipo não Alzheimer: Demências focais frontotemporais. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • MARCONI, M. A.; PRESOTTO, Z. M. N. Antropologia: uma introdução. 7ª Ed. São Paulo: Editora Atlas, 2008.
  • MELLO, L. G. Antropologia cultural: iniciação, teoria e tema. 13ª Ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.
  • HAVILAND, Willian A.; PRINS, Harald E. Princípios de Antropologia ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2011.
  • BECK, Judith S. Pense Magro por Toda a Vida. Porto Alegre, Artmed, 2017.

 

Disciplina:

Língua Portuguesa:

Leitura E Produção De

Texto

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

1

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Ementa: Teoria da comunicação: conceito, elementos, funções, modalidades e variações.  Aspectos semânticos e vocabulário.  Compreensão de texto – estratégias para leitura.  Aspectos morfossintáticos da língua portuguesa: classificação das palavras, concordância, regência.  Dificuldades mais frequentes da língua portuguesa.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • SANTANA, Luiz Claudio Machado. Curso de redação: revisado de acordo comanova reforma ortográfica. São Paulo: Ciência moderna, 2009.
  • BRASILEIRO, A. Leitura e Produção Textual: Série UniA. 1. ed. Porto Alegre: Penso, 2015. 176p. ISBN: 9788584290604
  • KOCH, I. V.; TRAVAGLIA, L.C. A coerência textual.  São Paulo: Contexto, 1998.
  • CORDEIRO, Ni. Vem Brincar e Outras Poesias. São Paulo, minha editora, 2017.

 

 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • KOCH, I. V. A coesão textual.  10ª ed.  São Paulo: Contexto, 1998.
  • FAULSTICH, Enilde L. de. Como Ler, Entender e Redigir um Texto. 27. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2014.
  • SOUZA, L. M.; CARVALHO, S.W. Compreensão e Produção de Textos.  4ª ed.  Petrópolis: Vozes, 1999.
  • BOTEGA, Neury José. Crise Suicida. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

 

2º Período

 

Disciplina:

Neuroanatomia

 

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

40

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Estudo da anatomia estrutural e funcional do sistema nervoso central, periférico e autônomo. Aspectos básicos estruturais e funcionais do sistema endócrino.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • MACHADO, Ângelo B. M. Neuroanatomia Funcional. São Paulo: Atheneu, 1993.
  • HARTWIG, W. Fundamentos em Anatomia. 1. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 432p. ISBN: 9788536313801
  • DANGELO, J.G; FATTINI, C.A. Anatomia humana: sistêmica e segmentar. 3.ed. São Paulo: Atheneu, 2007.
  • CHAVES, Márcia L. F. ; FINKELSZTEJN, Alessandro ; STEFANI,  Marco Antonio e colaboradores. Rotinas em Neurologia e Neurocirurgia. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • SCHMIDT, Arthur Georg. Manual de neuroanatomia Humana: Guia Prático. 1. ed. SÃO PAULO: ROCA, 2014.
  • Anatomia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1997.
  • MARTINEZ, Ana M. Blanco. Neuroanatomia Essencial. 1.ed.. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2015.
  • MENESES, Murilo S. Neuroanatomia Aplicada, 3ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2011.

 

 Disciplina:

Metodologia Científica

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

40

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

O papel da ciência. Método e técnica. O processo de leitura. Citações bibliográficas. Trabalhos acadêmicos: tipos, características e composição estrutural. O projeto de pesquisa experimental e não experimental. Pesquisa qualitativa e quantitativa. Estilo de redação. Referências bibliográficas. Apresentação gráfica. Normas da ABNT.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • LAKATOS, Eva Maria.; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia Científica. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
  • RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2009.
  • SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 22. ed. São Paulo: Cortez,2002.
  • PEREIRA, Maurício Gomes. Artigos Científicos – Como Redigir, Publicar e Avaliar. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • OLIVEIRA, Maria Marly de. Como Fazer Projetos, Relatórios, Monografias, Dissertações e Teses. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
  • MARTINS JÚNIOR, Joaquim. Como Escrever Trabalhos de Conclusão de Curso: instruções para planejar e montar, desenvolver, concluir, redigir a apresentar trabalhos monográficos e artigos. 5.ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
  • GIL, A. C. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010.
  • BREAKWELL, Glynis M.; HAMMOND, Sean; FIFE-SCHAW, Chris; SMITH, Jonathan A. Métodos de Pesquisa em Psicologia: Série Métodos de Pesquisa. Porto Alegre, Bookman, 2014.

 

Disciplina:

Estatística Aplicada a

Psicologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Conceitos básicos de estatística. Métodos quantitativos. Técnicas de coleta de dados. Estatística descritiva. Modelos probabilísticos: noções de probabilidade e distribuições de probabilidade. Amostragem. Estimação. Teste de Hipóteses: paramétricos e não paramétricos. Análise de Variância. Correlação e Regressão Linear. Análise de Séries Temporais. Análise de variância. Introdução à Análise Multivariada. Controle estatístico de processo. Distribuições contínuas: exponencial, uniforme, normal.

Medidas de tendência central. A estatística na pesquisa.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • DANCEY, P. C. e Reidy, J. Estatística sem Matemática para Psicologia. 5 ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
  • TRIOLA, M. F. Introdução a Estatística:  Atualização da Tecnologia. 11 ed: LTC, 2013.
  • BUSSAB, W. O.; MORETTIN, P. A. Estatística Básica. 8ed. Saraiva, 2013.
  • CALLEGARI-JACQUES, Sidia M. Bioestatística: Princípios e aplicações. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • CRESPO, Antônio Arnot. Estatística Fácil. 19. ed. SÃO PAULO: ATUAL, 2009.
  • VIEIRA, Sônia. Elementos de Estatísticas . 5. ed. SÃO PAULO: ATLAS, 2012.
  • BARBETTA, P. A. Estatística Aplicada às Ciências Sociais. 8 ed. Florianópolis: UFSC, 2012.
  • ARANGO, Hector Gustavo. Bioestatística – Teórica e Computacional, 3ª edição. Rio de janeiro, Guanabara Koogan, 2009.

 

  Disciplina:

Psicologia Da

Personalidade

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Evolução histórica, definição e gêneses da personalidade, principais abordagens teóricas da personalidade: panorama geral. Teorias psicodinâmicas.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FEIST, J.,; FEIST, G. Teorias da Personalidade (6a Ed). São Paulo: McGraw-Hill Interamericana, 2006.
  • HALL, C.S.; LINDZEY, G.; CAMPBELL, J.B. Teorias da Personalidade. 4ª edição. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
  • BOCK, A.M.B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia. 14º Edição. São Paulo; Saraiva, 2009.
  • CALIGOR, Eve ; KERNBERG, Otto F. ; CLARKIN, John F. Psicoterapia Dinâmica das Patologias Leves de Personalidade. Porto Alegre, ArtMed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FIGUEIREDO, L.C.M. Matrizes do Pensamento Psicológico. Petrópolis: Vozes, 1991
  • FADIMAN, J.; FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo: HARBRA, 1986.
  • SCHULTZ, D.P.; SCHULTZ, S.E. Teorias da Personalidade. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
  • CORDIOLI, Aristides Volpato e colaboradores. Psicoterapias: Abordagens Atuais, 3ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

 Disciplina:

Processos E Fenômenos

Psicológicos

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

 EMENTA:

Processos básicos do comportamento humano: sensação, percepção, emoção e atenção. A atividade consciente e sua formação. Linguagem e pensamento. Noções básicas acerca da saúde e da doença mental.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BRAGHIROLLI, E.M. et al. Psicologia Geral. 20 ed. Porto Alegre: Vozes, 2001.
  • DAVIDOFF, L. Introdução à Psicologia. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2001.
  • LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K. de; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 13. ed. São Paulo: Summus, 1992.
  • EL-MALLAKH, Rif S.; GHAEMI, S. Nassir. Depressão Bipolar: Um Guia Abrangente. Porto Alegre, Artmed, 2011

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • WEITEN, W. Introdução à Psicologia: temas e variações. 4. ed. São Paulo: Pioneira Thomson, 2002.
  • BARRETO, Carmem Lúcia Brito Tavares. Aconselhamento Psicológico numa Perspectivoa Fenomenológica Existencial: uma introdução. 1. ed. GUANABARA: GUANABARA KOOGAN, 2012.
  • BARRETO, Carmem Lúcia Brito Tavares. Práticas Psicológicas na Perspectiva Fenomenológica, VOL. 1: psicologia. -. CURITIBA: JURUÁ, 2013.
  • MORENO, Ricardo Alberto; CORDÁS, Táki Athanássios; NARDI,  Antonio Egidio e colaboradores. Distimia: do mau humor ao mal do humor: diagnóstico e tratamento, 3ª edição. Porto Alegre, ArtMed, 2011

 

Disciplina:

Desenvolvimento Infantil  

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Aspectos históricos. Principais correntes teóricas da psicologia do desenvolvimento. Desenvolvimento psicossexual, psicossocial, cognitivo, moral, emocional. Hereditariedade x ambiente. A psicologia do desenvolvimento sob diferentes enfoques teóricos centrado na infância.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ARMSTRONG, Thomas. Odisseia do Desenvolvimento Humano: navegando pelos 12 estágios da vida. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2011.
  • GABRIELA, Martorell. O Desenvolvimento da Criança: do nascimento à adolescência. 1. ed. PORTO ALEGRE: AMGH EDITORA LTDA., 2014.
  • BEE, Helen. A Criança em Desenvolvimento. 12. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2011.
  • LOPEZ, Fabio Ancona; CAMPOS JR., Dioclécio (orgs.) Filhos: da Gravidez aos 2 Anos de Idade. São Paulo, Manole, 2010.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • PAPALIA, D. M.; Olds, S. W. Desenvolvimento Humano. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  • LA TAILLE, Y.; OLIVEIRA, M. K. de; DANTAS, H. Piaget, Vygotsky, Wallon: teorias psicogenéticas em discussão. 13. ed. São Paulo: Summus, 1992.
  • BRAFMAN, Abrahão H. A Criança de 5 a 10 Anos : um livro para pais e educadores . 1. ed. RIO DE JANEIRO: ZAHAR, 2012.
  • NERI, Lenycia de Cassya Lopes; MATTAR, Larissa Baldini Farjalla; YONAMINE, Glauce Hiromi; NASCIMENTO. Obesidade Infantil. São Paulo, Manole, 2017.

 

 

  3º Período

 

Disciplina:

Neurofisiologia Aplicada a Psicologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Sinalização neuronal; Transmissão sináptica; organização geral dos sistemas sensoriais; sistemas geradores de movimento; movimento voluntário; sistemas neurovegetativos. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • RADANOVIC, Márcia. Neurofisiologia Básica para Profissionais da área da Saúde. Rio de Janeiro: Atheneu, 2016.
  • BEAR, M. et al. Neurociências: Desvendando o Sistema Nervoso. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008. 896p. ISBN: 9788536313337
  • KANDEL, Eric R. (Ed..). Princípios de Neurociências. 5. ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2014.
  • CORTEZ, Célia Martins; SILVA, Dilson. Fisiologia Aplicada à Psicologia. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2005.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • MORA, F. Continuum. como funciona o cérebro? Porto Alegre: Artmed, 2004.
  • ALEXANDER, F. Medicina Psicossomática. São Paulo: Artes Médicas.
  • ANDRADE, V. M., SANTOS, F. H. dos, BUENO, O. F. A. Neuropsicologia hoje. São Paulo: Artes Médicas, 2004.
  • MOURÃO Jr., Carlos Alberto; ABRAMOV, Dimitri Marques. Fisiologia Essencial. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2010.

 

Disciplina:

Psicologia Humanista  

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

   

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Teorias humanista-existenciais. Contribuições das teorias da personalidade para o entendimento do desenvolvimento dos processos psicológicos. As tendências contemporâneas no estudo da personalidade.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FEIST, J.,; FEIST, G. Teorias da Personalidade (6a Ed). São Paulo: McGraw-Hill Interamericana, 2006.
  • HALL, Calvin S.; LINDZEY, Gardner; CAMPBELL, John B. Teorias da Personalidade. 4ª edição. Tradução de Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.
  • MOREIRA, M. B. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007.
  • MELLO FILHO, Julio ;BURD, Miriam e colaboradores. Psicossomática Hoje, 2ª ediçao  Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • BOCK, A.M.B.; FURTADO, O.; TEIXEIRA, M.L.T. Psicologias: Uma introdução ao estudo de psicologia . 14º Edição. São Paulo; Saraiva, 2008.
  • FADIMAN, James; FRAGER, Robert. Teorias da Personalidade . São Paulo: HARBRA, 1986.
  • SCHULTZ, Duane P.; SCHULTZ, Sydney Ellen. Teorias da Personalidade. São Paulo: Cengage Learning, 2011.
  • MARCO, Mario Alfredo De ; ABUD, Cristiane Curi ; LUCCHESE,  Ana Cecilia; ZIMMERMANN, Vera Blondina. Psicologia Médica: Abordagem Integral do Processo Saúde-Doença. Porto Alegre, ArtMed, 2012.

 

 

Disciplina:

Teoria da Aprendizagem  

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA:

Conceituação de fenômenos e processos psicológicos. Análise e interpretação dos processos: sensação, percepção, atenção, consciência, memória e aprendizagem.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FELDMAN, R. Introdução à Psicologia. ed. Porto Alegre: McGraw-Hill, 2015. 704p. ISBN: 9788580554885
  • GLEITMAN, H. et al. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009. 848p. ISBN: 9788536320342
  • Psicologia Baseada em Evidências: provas científicas da efetividade da psicoterapia. São Paulo: Santos, 2011.
  • NARDI, Antonio Egidio; QUEVEDO, João; DA SILVA, Antônio Geraldo. Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade: Teoria e Clínica. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • GARRETT, Brian. II. ELIZADE, Felipe Rangel. Metafísica : conceitos-chave em filosofia. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
  • MARCONDES, Danilo. Filosofia, Linguagem E Comunicação. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
  • FIGUEIREDO, L.C.M. Matrizes do Pensamento Psicológico. 19ed. Petrópolis: Vozes, 2013.
  • QUEVEDO, João; SILVA, Antônio Geraldo da; Associação Brasileira de Psiquiatria – ABP. Depressão: Teoria e Clínica. Porto Alegre, Artmed, 2013.

 

Disciplina:

Desenvolvimento Adolescente

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

   

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Apresentar o desenvolvimento psicológico do adolescente, demonstrando a constituição do sujeito psíquico segundo as diferentes abordagens teóricas, expondo as influências dos fatores biológicos, históricos, sociais, culturais no desenvolvimento psicossexual, psicossocial, cognitivo, moral, emocional do adolescente. Discussão de tópicos atuais relacionados ao tema.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BEE, Helen. A criança em Desenvolvimento . 12. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2011.
  • JERUSA, Fumagalli de Salles. Neuropsicologia do Desenvolvimento : infância e adolescência. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2016.
  • ARMSTRONG, Thomas. Odisseeia do Desenvolvimento Humano : navegando pelos 12 estágios da vida. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2011.
  • CANALES, Lindsay K.; LYTLE, Rebecca K. Atividades Físicas para Jovens com Deficiências Graves. São Paulo, Manole, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • SANTROCK, J. W. Adolescência. 8.ed. Porto Alegre: LTC, 2003.
  • JEAMMET, P. Respostas a 100 Questões sobre a Adolescência. Petrópolis: Editora Vozes, 2007.
  • TOURRETTE, C.; GUIDETTI, M. Introdução à Psicologia do Desenvolvimento: do nascimento a adolescência. 2ª Ed. Petrópolis: Editora Vozes, 2012.
  • WAKSMAN, Renata Dejtiar; SCHVARTSMAN, Cláudio; TROSTER, Eduardo Juan; ABRAMOVICI, Sulim (coords.) A Saúde de Nossos Filhos. São Paulo, Manole, 2012.

 

  Disciplina:

Dinâmica de Grupo e

Relações Humanas

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA:

Os fundamentos teóricos e prático da dinâmica de grupo.  Elencar os modelos de ação grupal e sua interferência nas relações humanas,  técnica de desenvolvimento grupal e sua aplicação em  diferentes áreas de atuação do psicólogo.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ANTUNES, Celso. Manual de Técnicas de Dinâmica de Grupo , de Sensibilização de Ludopedagogia. 27. ed. São Paulo: Vozes, 1988.
  • FIGLIE, Neliana Buzi (Org..); PAYÁ, Roberta (Org..). Dinâmicas de grupos e Atividades Clínicas Aplicadas ao uso de Substâncias Psicoativas. 1. ed. SÃO PAULO: ROCA, 2013.
  • MAILHIOT, Gérald Bernard. Dinâmica e Gênese dos Grupos : atualidade das descobertas de kurt Lewin. Petrópolis: Vozes, 2013.
  • DIEHL, Alessandra ; CORDEIRO, Daniel Cruz; LARANJEIRA, Ronaldo. Dependência Química: Prevenção, Tratamento e Políticas Públicas. Porto Alegre, Artmed, 2011

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • TALLARICO, Luciano. MANUAL DE JOGOS, Dinâmicas e Atividades de Grupo. 1. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2011.
  • FRITZEN, Silvino José. Exercícios Práticos de Dinâmica de Grupo. Petrópolis: Vozes, 1999.
  • ZIMERMAN,David E. Fundamentos Básicos das Grupoterapias. 2. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2000.
  • ASSUMPÇÃO JR., Francisco B. ; KUCZYNSKI, Evelyn e colaboradores. Qualidade de Vida na Infância e na Adolescência: Orientações para Pediatras e Profissionais da Saúde Mental. Porto alegre, Artmed, 2011.

 

                                                                         4º Período

 

Disciplina:

Desenvolvimento da Adultez e Velhice  

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA:

Visão das principais teorias norteadoras do estudo do desenvolvimento do adulto, conceito de maturidade. Características físicas, emocionais e cognitivas da idade adulta. O adulto e suas relações com a família, trabalho e sexualidade. Crises e conflitos da maturidade. Visão das principais teorias norteadoras do envelhecimento, características físicas, emocionais e cognitivas do envelhecimento. O adoecer, o processo de morrer e os sentidos da morte ao longo do ciclo vital.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • DIOGO, Maria José D’élboux (Org..); NERI, Anita Liberalesso (Org..); CACHIONI, Meire (Org..). Saúde e Qualidade de Vida na Velhice .4. ed. CAMPINAS: ALÍNEA, 2013
  • EIZIRIK, Cláudio Laks (Org..); BASSOLS, Ana Margareth Siqueira (Org..). O Ciclo da Vida Humana . 2. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2013.
  • LITVOC, Júlio. II. BRITO, Francisco Carlos de. Envelhcimento : prevenção e promoção da saúde. 1. ed. SÃO PAULO: ATHENEU, 2004.
  • GEIS, Pilar P. Atividade Física e Saúde na Terceira Idade: Teoria e Prática. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • BIAGGIO, A. M. B. de. Psicologia do Desenvolvimento. 17. ed. Petrópolis: Vozes, 2003.
  • PAPALIA, D. M.; Olds, S. W. Desenvolvimento Humano. 8. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  • STUART-HAMILTON, Ian (Org). A Psicologia do Envelhecimento: Uma Introdução. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2002.
  • FREITAS, Elizabete Viana de; MOHALLEM, Kalil Lays; GAMARSKI, Roberto; PEREIRA, Silvia Regina Mendes. Manual Prático de Geriatria, 2ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2015

 

 Disciplina:

 Psicologia Comportamental

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

40

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Definição e História do Behaviorismo. Behaviorismo Metodológico e Radical: evolução histórica, pressupostos filosóficos e metodológicos. Comportamento e Condicionamento Respondente e Operante. Habituação, Modelagem, Reforço, Punição, Extinção dos Condicionamentos. Esquema de Reforçamento. Generalização e Discriminação. Comportamento Verbal.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BAUM, W. M. Compreender o Behaviorismo : ciência, comportamento e cultura. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  • ROTTA, Newra Tellechea (Org..); BRIDI FILHO, César Augusto (Org..); BRIDI, Fabiane Romano de Souza (Org..). Neurologia e a Aprendizagem: abordagem multidisciplinar. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2016.
  • MOREIRA, M. B. Princípios Básicos de Análise do Comportamento. Porto Alegre: Artmed, 2007.
  • HOLLANDER, Eric ; SIMEON, Daphane. Transtornos de Ansiedade. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • DE-FARIAS, Ana Karina C. R. Análise Comportamental Clínica: aspectos teóricos e estudos de caso. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2010.
  • MARTIN, G.; PEAR, J. Modificação do Comportamento: o que é e como fazer. 8. ed. Trad. Noreen Campbell de Aguirre. São Paulo: Roca, 2009.
  • ABREU, Cristiano Nabuco de. Psicologia do Cotidiano: como vivemos, pensamos e nos relacionamos hoje. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2016
  • HOUNIE, Ana Gabriela; MIGUEL, Eurípedes C. e colaboradores. Tiques, Cacoetes, Síndrome de Tourette, 2ª edição. Porto Alegre, ArtMed, 2012.

 

  Disciplina:

Psicologia Fenomenológica

Existencial

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

40

Pré-Requisito(s):

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Histórico do pensamento Fenomenológico e Existencial. Psicologia Fenomenológica husserliana e o pensamento fenomenológico. Pensamento cartesiano e suas ressonâncias no pensamento contemporâneo. Considerações básicas sobre as contribuições da fenomenologia existencial à psicologia.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • MORATO, Henriette T. P.; BARRETO, Carmem Lúcia B. T.; NUNES, André Prado (orgs) Aconselhamento Psicológico numa Perspectiva Fenomenológica Existencial: uma introdução. Série Fundamentos de Psicologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2009.
  • HACKER, P. M. Natureza Humana : categorias fundamentais. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2010.
  • GLOCK, Hans-Johann. O Que é Filosofia Analítica ? . 1. ed. PORTO ALEGRE: PENSO, 2011.
  • ASSIS, José Cândido de; VILLARES, Cecília Cruz; BRESSAN, Rodrigo Affonseca. Entre a Razão e a Ilusão: Desmistificando a Esquizofrenia. Porto alegre, Artmed, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • ANGERAMI, Valdemar Augusto. As Várias Faces da Psicologia Fenomenológica-existencial. 1. ed. SÃO PAULO: PIONEIRA THOMSON LEARNING, 2005.
  • BARRETO, Carmem Lúcia Brito Tavares. Prática Psicológica na Perspectiva Fenomenológica , VOL. 1: psicologia. -. CURITIBA: JURUÁ, 2013.
  • GARRETT, Brian. II. ELIZADE, Felipe Rangel. Metafísica : conceitos-chave em filosofia. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
  • DALGALARRONDO, Paulo. Religião, Psicopatologia e Saúde Mental. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

Disciplina:

Psicanálise

   

Crédito:

4

Código da Disciplina:

   

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

   

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

 

em

 

 

 

EMENTA: 

Contextualização sócio histórica da psicanálise. Metapsicologia Freudiana: principais conceitos –  inconsciente, aparelho psíquico, pulsão e demais conceitos. O conhecimento e sua produção na psicanálise. Possibilidades e contextos da psicanálise.

 

 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ZIMERMAN, David E. Fundamentos Psicanalíticos : teoria, técnica e clínica. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 1999.
  • VERONESE , Maria Adriana Veríssimo. Freud: uma leitura atual. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2012.
  • MURAD, Fátima ; QUINODOZ, Jean-Michael. Ler Freud : guia de leitura da obra de s. freud. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2007.
  • QUINET, Antonio. Teoria e Clínica da Psicose, 5ª edição. Rio de Janeiro, Forense, 2011

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • GARCIA-ROZA. L.A. Introdução à Metapsicologia Freudiana Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editores, 1996.
  • KAUFMANN, P. Dicionário Enciclopédico de Psicanálise: o legado de Freud e Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 1996.
  • FELDMAN, Robert S. Introdução à Psicologia . 10. ed. Porto Alegre : Artmed, 2015.
  • BORGES, Nicodemos Batista; CASSAS, Fernando Albregard e colaboradores. Clínica Analítico-Comportamental – aspectos teóricos e práticos. Porto alegre, Artmed, 2012

 

 Disciplina:

Neuropsicologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

   

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

  • História da neuropsicologia, a avaliação neuropsicológica: objetivos, instrumentos, técnicas, testes e entrevistas; laudos e pareceres. As áreas de atuação do neuropsicólogo. A Reabilitação Cognitiva. O trabalho com a família e com o paciente. As alterações neurobiológicas e neuropsicológicas dos transtornos mentais.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FUENTES, D. et al. Neuropsicologia: teoria e prática. Porto Alegre: Artmed, 2008.
  • LENT, Roberto. Neurociência da Mente e do Comportamento. 1. ed. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2015.
  • MELLO, C.; MIRANDA, M.; MUSZKAT, M. Neuropsicologia do Desenvolvimento. São Paulo: Memnon, 2006.
  • MALLOOY-DINIZ, Leandro F. ; FUENTES, Daniel; MATTOS, Paulo ; ABREU, Avaliação Neuropsicológica. Porto Alegre, Grupo A, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • BEAR, M. et al. Neurociências: desvendando o sistema nervoso. 3. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
  • GIL, Roger; DORIA, Maria Alice Araripe de Sampaio (trad.). 2. ed. São Paulo: Santos, 2007.
  • KANDEL, Eric R. (Ed..). Princípios de Neurociências ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2014.
  • ABRISQUETA-GOMEZ, Jacqueline e colaboradores. Reabilitação Neuropsicológica – Abordagem interdiciplinar e modelos conceituais na prática clínica. Porto Alegre, Artmed, 2012.

 

Disciplina:

Psicologia Escolar

 

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

O surgimento da instituição escola. A função da escola na sociedade. A relação entre psicologia, escola e sociedade.  História da Psicologia Escolar no Brasil: impasses e possibilidades. Teorias psicológicas e suas implicações na educação. Papel e intervenção do psicólogo em contextos educacionais. Equipe multidisciplinar, escola inclusiva e fracasso escolar. Necessidades e possibilidades de intervenção em situação escolar.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BALBINO, Vivina do C. Rios. Psicologia e Psicologia Escolar no Brasil : Formação acadêmica , práxis e compromisso com as demandas sociais. 1. ed. SÃO PAULO: SUMMUS, 2008.
  • GOULART, Iris Barbosa. Psicologia da Educação: fundamentos teóricos e aplicações á prática pedagógica. 21. ed. Petrópolis: Vozes, 2015. 
  • PEDRO-SILVA, N. Indisciplina e Bullying: Soluções ao Alcance de Pais e Professores. Petrópolis: Vozes, 2013
  • MOURA, Maria Cecília. Educação para Surdos – Práticas e Perspectivas II. Rio de Janeiro, Santos, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • COLL, Cesar. Desenvolmento Psicológico, vol 1, 2 . Ed. PORTO ALEGRE.ARTMED, 2004.
  • DORNELES, Beatriz Vargas. Psicologia da Educação. 1. ed. PORTO ALEGRE: PENSO, 2016.
  • RAPPAPORT, Clara Regina. Psicologia do Desenvolvimento, volume 3. São Paulo: E.P.U, 2017.
  • NARDI, Antonio Egidio; QUEVEDO, João; SILVA, Antônio Geraldo da. Transtorno de Ansiedade Social: Teoria e Clínica. Porto Alegre, artmed, 2013.

 

5º Período

 

Disciplina:

Psicopatologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

  • genealogia do objeto psiquisismo: o normal e o patológico. Estudo histórico da constituição da psicopatologia enquanto área do conhecimento. Abordagens psiquiátricas: A psiquiatria positivista e a fenomenológica. Elementos de nosografia e psicopatologias clássicas (etiologia, patogenia, as estruturas clínicas e a questão do diagnóstico-prognóstico). Critérios diagnósticos do DSM-V e da CID10.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • DALGARRONDO, P. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais. Porto Alegre: Artmed, 2000.
  • BARLOW, David B. Psicopatologia: Uma abordagem integrada. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2017.
  • MESSAS, G.P. Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea. São Paulo: Roca, 2008.
  • LIEBERMAN, Jeffrey A.; STROUP, T. Scott; PERKINS, Diana O. Fundamentos da Esquizofrenia. Porto Alegre, Artmed, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • CHENIAUX, ELIE. Manual de 5. ed. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2018.
  • COHEN, D.; MARCELLI, D. Infância e Psicopatologia. Porto Alegre:

Artmed, 2010.

  • DUMAS, J. E. Psicopatologia da Infância e da Adolescência. Porto Alegre:

Artmed, 2011.

  • SIGNORI, Solange et al. Manual de Acompanhamento Terapêutico-Contribuições Teórico-Práticas para Aplicabilidade Clínica. Rio de Janeiro, Santos, 2012.

 

 

Disciplina:

Análise Experimental do Comportamento

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Surgimento da Terapia Comportamental e Conceitos básicos. Técnicas Comportamentais.  Formulação de caso clínico. Entrevista Funcional. Análise Experimental do Comportamento.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BECK, J. S. Terapia Cognitiva: teoria e prática. Trad. Sandra Costa. Porto Alegre: Artmed, 2013.
  • KNAPP, P. Terapia Cognitivo Comportamental na Prática Psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed, 2004.
  • RANGE, B. Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais: Um Dialogo Com A Psiquiatria. Porto Alegre: Artmed, 2011.
  • CORDIOLI, Aristides Volpato. TOC: Manual de terapia cognitivo-comportamental para o transtorno obsessivo-compulsivo. Porto Alegre, Artmed, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • HOFMANN G. Introducao a Terapia Cognitivo-Comportamental Contemporanea. ARTMED: Porto Alegre, 2014
  • NEUFELD, Carmem Beatriz (org). Terapia Cognitivo-Comportamental em Grupo para Crianças e Adolescentes. Porto Alegre: Artmed, 2015.
  • YOUNG, Jeffrey E; KLOSKO, Janet S; WEISHAAR, Marjorie E. Terapia do Esquema: guia de técnicas cognitivo-comportamentais inovadoras. Porto Alegre: Artmed, 2008.
  • FIGLIE, Neliana Buzi; PAYÁ, Roberta (orgs.). Dinâmicas de Grupo e Atividades Clínicas Aplicadas ao uso de Substância Psicoativas. Rio de Janeiro, Roca, 2013.

 

   Disciplina:

Bases Filosóficas da Fenomenologia Existencial

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Bases filosóficas e epistemológicas da Psicologia de inspiração fenomenológica existencial. Contribuições do pensamento fenomenológico existencial para o acolhimento do sofrimento na contemporaneidade (Daseinsanalyse). Modalidades de prática psicológica e a fenomenologia existencial.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • EIZIRIK, Cláudio Laks (Org..); AGUIAR, Rogério Wolf de (Org..); SCHESTATSKY, Sidnei S. (Org..). Psicoterapia de Orientação Analítica : Fundamentos Teóricos e Clínicos. 3. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2015.
  • ASSY, Bethania. Ética, Responsabilidade e Juízo em Hannah Arendt . ed. SÃO PAULO: PERSPECTIVA, 2015.
  • VERCELLE, Ligia de C. Psicologia da Educação. São Paulo: PACO, 2013.
  • NARDI, Antonio Egidio; QUEVEDO, João; SILVA, Antônio Geraldo da. Transtorno de Pânico: Teoria e Clínica. Porto Alegre, Artmed, 2013

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • ANGERAMI Camon, VALDEMAR Augusto. As varias faces da psicologia fenomenologico-existencial. Thomsom: São Paulo, 2005
  • DUARTE, André. Vidas Em Risco – Critica Do Presente : Em Heidegger, Arendt E Foucault. Forense universitaria: São Paulo, 2010
  • PIMENTEL, Adelma. Psicodiagnóstico em Gestalt-terapia. 2º ed. São Paulo: Summus, 2003.
  • OPPERMANN, Christina Pimentel. Entendendo o Câncer. Porto Alegre, Artmed, 2014.

 

Disciplina:

Teoria Pós-Psicanalítica

   

Crédito:

4

Código da Disciplina:

   

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

     

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

 

em

 

 

 

EMENTA: 

As contribuições ao movimento psicanalítico pós-freudiano. Psicanálise e cultura. As estruturas da clínica em psicanálise. Temas atuais sob a ótica da teoria psicanalítica. Contextos de ações da Psicanálise.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • MINERBO, Marion. Diálogos sobre a Clínica Psicanalítica. São Paulo: Blucher, 2016.
  • RAMOS, Magdalena (org). Novas Fronteiras da Clinica Psicanalítica de Casal e Família. São Paulo: Escuta. 2016.
  • JORGE, Marco Antônio Coutinho. Fundamentos da psicanálise de Freud a Lacan: A prática analítica – Vol.3. São Paulo: Zahar, 2017.
  • PEDROSO, José Luiz; LOPES, Antonio Carlos. Do Sintoma ao Diagnóstico – Baseado em Casos Clínicos. Rio de Janeiro, Roca, 2012.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • BEER, Paulo. Psicanálise e Ciência: um debate necessário. São Paulo: Blucher, 2017.
  • FORBES, Jorge. Inconsciente e Responsabilidade: psicanálise do século XXI. São Paulo: Manole, 2012
  • WILLEMART, Philippe. Psicanálise e Teoria Literária. Sâo Paulo: Perspectiva, 2014.
  • SAVOIA, Mariângela Gentil (org.). Interface entre a Psicologia e a Psiquiatria, 2ª edição. Rio de Janeiro, Roca, 2011.

 

Disciplina:

Avaliação Psicológica

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Fundamentos históricos da psicometria: história, classificação, uso e limitação. Princípios da construção de instrumentos de avaliação psicológica: etapas, adaptação, contexto de aplicação e correção. Diferenciação entre laudo pericial, parecer, relatório e atestado. Indicações das técnicas projetivas gráficas e das técnicas aperceptivas ou  de contar histórias.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BARROSO, Sabrina Martins. Avaliação psicológica. Recife: Vozes, 2015.
  • COHEN, R.J.; SWERDLIK, M.; STURMAN, E. Testagem e Avaliação Psicológica: Introdução a testes e medidas. Rio de Janeiro: McGraw-Hill, 2014
  • MALLOY-DINIZ, Leandro. Avaliação Neuropsicológica. Porto Alegre: Artmed, 2018.
  • CAVALCANTI, Ricardo. Manual Prático de Tratamento Clínico das Disfunções Sexuais. Rio de Janeiro, Roca, 2012.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • LINS, Manuela Ramos Caldas; BORSA, Juliane Callegaro. (Orgs.). Avaliação Psicológica: aspectos teóricos e práticos. Petropoles, RJ: Vozes, 2017.
  • CABALLO, Vicente. Manual para Avaliação Clínica dos Transtornos Psicológicos. São Paulo: Santos, 2012.
  • HUTZ, Claudio Simon. Avaliação em Psicologia Positiva. Porto Alegre: Artmed, 2014.
  • WRIGHT, Jesse H.; SUDAK, Donna M.; TURKINGTON, Douglas; THASE, Michael E. Terapia Cognitivo-Comportamental de Alto Rendimento para Sessões Breves: Guia Ilustrado, Porto Alegre, Artmed, 2014.

 

6º Período

 

  Disciplina:

Psicofarmacologia

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Apresentar as bases teóricas da psicofarmacologia e sua aplicação clínica (psicofarmacoterapia). Os conhecimentos farmacológicos discutidos na disciplina estarão correlacionados com as informações da psicopatologia, gerando uma visão integrada que favorece o raciocínio clínico.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • GREEN, Wayne Hugo. Psicofarmacologia Clínica. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
  • SCHATZBERG, Allan F. Manual de Psicofarmacologia Clínica. 8.ed. São Paulo: Artned, 2015.
  • SILVA, Penildon. Farmacologia. 8.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015.
  • STORPIRTIS, Silvia. Ciências Farmacêuticas – Biofarmacotécnica, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2009.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • GUARESCHI, P.; JOVCHELOVITCH, S. (orgs.). Textos em Representações Sociais. 22ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
  • MOSCOVICI, S. Representações Sociais: investigações em psicologia social. 7ª Ed. Petrópolis: Vozes, 2010.
  • REY, F.G. O Social na Psicologia e a Psicologia Social. Petrópolis: Vozes, 2004.
  • STORPIRTIS, Silvia; GONÇALVES, José Eduardo; CHIANN, Chang; GAI, María Nella. Ciências Farmacêuticas – Farmácia Clínica e Atenção Farmaceutica, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2007.

 

Disciplina:

Psicologia Organizacional

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Perspectiva histórica da Psicologia Organizacional e do Trabalho. Definição e Eras da Organização. Missão, Visão e Valores. Modelos Clássicos e Contemporâneos de organização. Métodos e técnicas de intervenção nas organizações. Teorias de Motivação e Liderança.

Diagnóstico organizacional.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • CHIAVENATO, I. Gestão de Pessoas: e o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
  • KRUMM, D. Psicologia do Trabalho. Rio de Janeiro: LTC, 2005.
  • ZENELLI, José Carlos. Psicologia, Organização e Trabalho no Brasil– 2ª ED. Porto Alegre: Artmed, 2014.
  • Sousa, Lucila Medeiros Minichello de; Minichello, Moacyr Medeiros. Saúde Ocupacional. São Paulo, Erica, 2014.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • SPECTOR, P.E. Psicologia nas Organizações. 4.ed. Trad. Cristina Yamagami. São Paulo: Saraiva, 2012.
  • FISCHER, André Luiz (Org..); DUTRA, Joel Souza (Org..); AMORIM, Wilson Aparecido Costa de (Org..). Gestão de Pessoas : desafios estratégicos das organizações contemporâneas. 1. ed. SÃO PAULO: ATLAS, 2009.
  • GIL, A.C. Gestão de Pessoas: enfoque nos papéis profissionais. São Paulo: Atlas, 2007.
  • IZQUIERDO, Iván. Memória, 2 ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

  Disciplina:

Clínica Psicológica

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

A origem da clínica. Noção de clínica. Relação terapêutica. O processo de atendimento clínico. Os referenciais teóricos e a prática do atendimento. O campo de atuação clínica e o contexto contemporâneo. A dimensão ético-política da prática clínica. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BARLOW, David H. (Org.). Manual Clínico dos Transtornos Psicológicos: tratamento passo a passo. 5.ed. São Paulo: Artmed, 2016.
  • RIBEIRO, Jorge Ponciano. Psicoterapia: Teorias e técnicas psicoterápicas. São Paulo: Summus, 2013.
  • DALGALARRONDO, Paulo. Psicopatologia e Semiologia dos Transtornos Mentais . 2. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
  • Braga, Cristina; Galleguillos, Tatiana Gabriela Brassea. Saúde do Adulto e do Idoso, São Paulo, Erica, 2014.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FOUCAULT, Michel. História da Loucura: na idade clássica. São Paulo: Perspectivo, 2017.
  • FOUCAULT, Michel. O Nascimento da Clínica. 7.ed. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2017.
  • FOUCAULT, Michel; RAMALHETE, Raquel. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. 42. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2014.
  • BARNHILL, John W. Casos Clínicos do DSM-5. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

Disciplina:

Saúde Mental

   

Crédito:

3

Código da Disciplina:

   

Carga Horária:

80

Pré-Requisito(s):

   

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

 

em

 

 

 

EMENTA: 

Concepções históricas de saúde e doença. Saúde mental enquanto promotora de qualidade de vida, direito social a saúde e subjetividade, princípios básicos do SUS. Reforma psiquiátrica, atendimentos hospitalares e serviços substitutivos do hospital psiquiátrico. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • SHEILA L. Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria. 5.ed. Porto Alegre: Artmed, 201
  • TAVARES, HERMANO. Psiquiatria, Saúde mental e Clínica da Impulsividade. São Paulo: Manole, 2015.
  • SILVA FILHO, João Ferreira da (Org..). 1968 e a Saúde Mental . 1. ed. RIO DE JANEIRO: CONTRA CAPA LIVRARIA, 2008.
  • ANDREASEN, Nancy C; BLACK, Donald W. Introdução a Psiquiatria, 2 ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • GORENSTEIN, CLARICE. Instrumentos de Avaliação em Saúde Mental. Porto Alegre: Artmed, 2010.
  • GIANINI, REINALDO JOSE. Protocolos de Atendimento e Encaminhamento em Saúde Mental para Unidades Básicas de Saúde. Rio de Janeiro: Atheneu, 2012.
  • MACHADO, ANA LUCIA. Saúde mental . Cuidado e subjetividade – VOL. 2, Rio de Janeiro: Senac, 2013.
  • ABREU, Cristiano Nabuco de ; TAVARES, Hermano ; CORDÁS, Táki Athanássios e colaboradores. Manual Clínico dos Transtornos do Controle dos Impulsos. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

Disciplina:

Psicologia E Saúde

Coletiva

 

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Trajetória da Psicologia nas políticas públicas – Saúde Coletiva: contexto histórico. O papel do psicólogo na equipe multidisciplinar. Psicologia e as práticas na média complexidade. A atuação do psicólogo na Alta Complexidade.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • STRAUB, Richard. Psicologia da Saúde – 3ª ED. Porto Alegre: Artmed, 2014.
  • VASCONCELLOS, Esdras. Psicologia da Saúde – 2ª ED. Porto Alegre: Artmed, 2014.
  • HOTHERSALL, David História da Psicologia – 4º ED. Porto Alegre: Artmed, 2010
  • PEREIRA, Antônio Carlos. Saúde Coletiva: Métodos Preventivos para Doenças Bucais – Série Abeno: Odontologia Essencial – Temas Interdisciplinares. Porto Alegre, Artes Médicas, 2013

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • PRETTE, Almir Del; PETTRE, Zilda A.P. Del. Psicologia das Habilidades Sociais: diversidade teórica e suas implicações. 3.ed. Petropoles, RJ: Vozes, 2013.
  • PELICIONI, Maria C. Educação e Promoção da Saúde: teoria e prática. São Paulo: Santos, 2011.
  • BAPTISTA, MAKILIM Nunes . Psicologia Hospitalar: Teoria aplicações e casos clínicos.2ª ed. São Paulo: Guanabara, 2017.
  • SOLHA, Raphaela Karla de Toledo. Saúde Coletiva para Iniciantes – Políticas e Práticas Profissionais. São Paulo, Erica, 2014

 

Disciplina:

Testes Psicológicos

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Testes e inventários de aptidão, interesse, inteligência e outras funções cognitivas. Testes Projetivos. Fundamentação teórica e contextualização nas diferentes áreas da psicologia.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • HUTZ, Claudio Simon. Avaliação em Psicologia Positiva. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2014.
  • GRASSANO, Elsa. Indicadores Psicopatologicos em Tecnicas Projetivas. São Paulo: Martins Fontes, 2012.
  • PASQUALI, Luiz. Psicometria: teoria dos testes na psicologia da educação. 5. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2013.
  • DE BARROS, Daniel Martins; TEIXEIRA, Eduardo Henrique. Manual de Perícias Psiquiátricas. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • ARZENO, MARIA ESTHER GARCIA. Psicodiagnóstico Clínico. Porto Alegre: Artmed, 1995.
  • CABALLO, VICENTE E. Manual para Avaliação dos Transtornos Psicológicos Infantil. São Paulo: Santos, 2012.
  • BOULCH, Jean Le ; WOLFF, Jeni . Educação Psicomotora: a psicocinética na idade escolar. 2. ed. Porto Alegre : Artmed , 1987 .
  • FRANCES, Allen. Fundamentos do Diagnóstico Psiquiátrico: Respondendo às Mudanças do DSM-5. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

Disciplina:

Psicologia Do Esporte

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Concepções históricas do esporte e da psicologia  do esporte, as funções do psicólogo no esporte, principais variáveis emocionais no cenário esportivo, o trabalho em equipes esportivas, treinamento das habilidades psicológicas, o esporte e qualidade de vida, ética no esporte. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • MACHADO,Afonso Antonio; BRANDÃO,Maria Regina Ferreira. Coleção Psicologia do Esporte e do Exercício. 2. Rio de Janeiro: Atheneu, 2008.
  • SAMULSKI, D. Psicologia do Esporte: Conceitos e Novas Perspectivas. São Paulo: Manole, 2008.
  • WEINBERG, R.S.; GOULD, D. Fundamentos da Psicologia do Esporte e do Exercício. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2017
  • KENNEY, W. Larry; WILMORE, Jack H.; COSTILL, David L. Fisiologia do Esporte e do Exercício. São Paulo, Manole, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • BARRETO, João Alberto. Psicologia do Esporte para o Atleta de Alto Rendimento. 1. ed. RIO DE JANEIRO: SHAPE, 2003.
  • MACHADO, Afonso Antonio. Psicologia do Esporte – Coleção educação física no ensino superior. São Paulo: Guanabara, 2006.
  • CRISTINA, Suraya (Ed..). Psicologia do Esporte : da educação física escolar ao esporte de alto nível. 4. ed. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2006.
  • DANTE, De Rose Jr. E colaboradores. Esporte e Atividade Física na Infância e na Adolescência: Uma abordagem multidisciplinar, 2ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

7º Período

 

Disciplina:

Ética Profissional

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Ética: principais conceitos teóricos e suas aplicações práticas. Regulamentação da profissão do psicólogo – leis e decretos. Responsabilidades éticas dos profissionais com clientes, instituições e demais profissionais. Bioética. Os desafios ético-políticos da prática em diferentes contextos.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FRANCIS, Ronaldo R. Ética para Psicólogos .1. ed. LISBOA: INSTITUTO PIAGET, 2004.
  • ROMARO, Rita Aparecida. Ética na Psicologia . Recife: Vozes, 2006.
  • LA TAILLE, YVES DE. Formação Ética : do tédio ao respeito de si. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2009.
  • JONSEN, Albert R.; SIEGLER, Mark; WINSLADE, William J. Ética Clínica: Abordagem Prática para Decisões Éticas na Medicina Clínica. Porto Alegre, AMGH, 2012.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • QUINTANA, FERNANDO. Ética e política. São Paulo: Atlas, 2014.
  • Pequeno estudo de Ética, Ano:2.007, Ed:1
  • EAGLETON, TERRY. Problema dos Desconhecidos: um estudo da ética. São Paulo: Jose Olympio, 2010.
  • MARTINS-COSTA, Judith; MÖLLER, Letícia Ludwig. Bioética e Responsabilidade. Rio de Janeiro, forense, 2008.

 

 Disciplina:

Psicoterapia de Casal e Família

Crédito:

2

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Origens históricas e sociais da família. A família como instituição social e de saúde. O papel da família nas intervenções em Psicologia. A influência da família na construção, prevenção e recuperação da saúde do indivíduo. Dramas familiares: drogas, violência, pobreza, desemprego, alcoolismo. Aspectos essenciais da família: apoio social, afetividade, identidade. A família em terapia:

diferentes abordagens.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • VALLE, Maria Elizabeth Pascual do. Manual de terapia Familiar. Porto Alegre: Artmed, 2010.
  • RIBEIRO, Jorge Ponciano. Psicoterapia: Teorias e técnicas psicoterápicas. São Paulo: Summus, 2013.
  • TEODORO, Maycoln L. M. (Org..). Psicologia de Família : teoria, avaliação e intervenção. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2012
  • OSORIO, Luiz Carlos ; VALLE, Maria Elizabeth Pascual do e colaboradores. Manual de Terapia Familiar. Porto Alegre, Artmed, 2011

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • GOMES, Isabel Cristina. Clínica Psicanalítica de casal e Família – A INTERFACE COM OS ESTUDOS PSICOSSOCIAIS. São Paulo: Santos, 2009.
  • ANGERAMI-CAMON, Valderma Augusto (Org..). Psicoterapia fenomenilógico-existencial. 1. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2015.
  • LEITE, Álvaro Jorge Madeiro (Org..); CAPRARA, Andrea (Org..); COELHO FILHO, João Macêdo (Org..). Habilidades de Comunicação com Pacientes e Famílias . 1. ed. SÃO PAULO: SARVIER, 2007.
  • OSORIO, Luiz Carlos ; VALLE, Maria Elizabeth Pascual do e colaboradores. Manual de Terapia Familiar – Volume II. Porto Alegre, Artemed, 2011.

 

Disciplina:

Psicoterapia Infantil

 

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Origens e desenvolvimento da Psicoterapia Infantil. A psicoterapia infantil nas diversas abordagens psicoterapêuticas. A origem, função e importância do brincar e do brinquedo nas relações humanas. A sala da psicoterapia com crianças. O desenvolvimento do processo psicoterapêutico com crianças. A influência da família e da escola no processo de psicoterapia infantil. Aspectos éticos da psicoterapia com crianças.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BOWLBY, John. Apego e Perda 1 – A Natureza do vículo. ed. São Paulo: Martins Fontes. 2002.
  • CARVALHO, Eronilda Maria Góis de. Relações de Gênero, Cuidado e Trabalho Docente na Educação Infantil: quem cuida das professoras e professores . 1. ed. Ilhéus : Editus, 2011.
  • ABERASTURY, A. Psicanálise da Criança: Teoria E Técnica. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982.
  • MORAIS, Mauro Batista de; CAMPOS, Sandra de Oliveira; HILÁRIO, Maria Odete Esteves (eds.). Pediatria: Diagnóstico e Tratamento. São Paulo, Manole, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • AGUIAR, LUCIANA. Gestalt-Terapia com Crianças. São Paulo: Summus, 2014.
  • BARROS, Vera Ferrari Rego (Coord..). A saúde Mental no Atendimento à Criança e ao Adoslecente : Os desafios da prática pedriátrica. 1. ed. SÃO PAULO: ATHENEU, 2016.
  • FONSECA, Vitor da . Cognição, Neuropsicologia e Aprendizagem : abordagem neuropsicológica e psicopedagógica. 6. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2013.
  • CAMPOS JÚNIOR, Dioclécio; BURNS, Dennis Alexander Rabelo; LOPEZ, Fabio Ancona. Tratado de Pediatria. São Paulo, Manole, 2015

 

Disciplina:

Psicologia Hospitalar

 

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Atuação da Psicologia nos hospitais: atendimento clínico aos pacientes, familiares e a equipe multidisciplinar. Dor, as doenças diversas e suas implicações. Formação em saúde, as questões éticas e o trabalho em equipe. Compreensão do paciente em instituição hospitalar. Processo de adoecer, sofrimento, privacidade, sigilo, humanização e morte. Doenças orgânicas crônicas, agudas, de risco e psicossomáticas. Atendimento aos pacientes nas diferentes fases do ciclo vital.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ANGERAMI, Valdemar Augusto. Psicologia Hospitalar: teoria e prática.2.ed. São Paulo: Cengane,2018.
  • BAPTISTA, M. N.; DIAS, R. R. Psicologia Hospitalar: teorias, aplicações e casos clínicos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.                                                                       
  • ANGERAMI, Valdemar Augusto. Psicologia da Saúde : um novo significado para a prática clínica . 2. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2011.                                                           
  • VON ROENN, Jaime H. ; PAICE, Judith A.; PREODOR,  Michael E. Current Dor: Diagnósticos e Tratamento. Porto Alegre, Artmed, 2010.                                                          

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. PSICOLOGIA DA SAÚDE: uma abordagem biopsicossocial. 3. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2014.
  • EKMAN, Laurie Lundy. NEUROCIÊNCIA: fundamentos para a reabilitação. 3. ed. RIO DE JANEIRO: ELSEVIER, 2008
  • BEAR, M. et al. NEUROCIÊNCIAS: desvendando o sistema nervoso. 3. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
  • ALVES NETO, Onofre; COSTA, Carlos Maurício de Castro; SIQUEIRA, José Tadeu T. de ; TEIXEIRA, Manoel. Dor: Princípios e prática. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

Disciplina:

Observação Participante I

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

120

Pré-Requisito(s):

– Todas as disciplinas anteriores

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Discussão sobre pesquisa de campo. Disciplina teórico-prática que discutirá a atitude do profissional em um determinado campo pesquisado. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ISMAEL, Silvia. Do Nascimento à Morte: Novos caminhos na prática da psicologia hospitalar. Rio de jjaneiro: Atheneu, 2015
  • SCORSOLINI-COMIN, FABIO. Aconselhamento Psicológico. São Paulo: Atlas, 2015.
  • CUNHA, JUREMA A. Psicodiagnóstico. Porto Alegre: Artmed,
  • MARI, Jair de Jesus; KIELING, Christian. Psiquiatria na Prática Clínica. São Paulo, Manole, 2014

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • MESSAS, Guilherme Peres (Org..). Psicopatologia fenomenológica contemporânea. 1. ed. SÃO PAULO: ROCA, 2008.
  • SANTANELLA, Lucia. Percepção: Fenomenologia, Ecologioa, Semiótica. São Paulo: Cengane.
  • OCAMPO, MARIA LUISA SIQUIER DE, Processo Psicodiagnóstico e as Técnicas Projetivas. São Paulo: WMF, 2009.
  • MIGUEL, Euripedes Constantino; GENTIL, Valentim; GATTAZ, Wagner Farid (eds.). Clínica Psiquiátrica. São Paulo, Manole, 2014.

 

8º Período

 

Disciplina:

Psicologia Social

Crédito:

2

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Origem, desenvolvimento e necessidades da Psicologia comunitária, o papel do psicólogo na comunidade, tipos de intervenção, estratégias de prevenção da saúde mental nas comunidades, representação social e cultural nas comunidades, redes sociais: grupo, comunidade, sujeito, indivíduo e coletivo. Programas comunitários: Organizações Não-Governamentais (ONGs) e iniciativa privada.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • TORRES, Cláudio Vaz. Psicologia Social: principais temas e vertentes. 1. ed. PORTO ALEGRE:ARTMED, 2011.
  • CAMPOS, Regina Helena Freitas. Psicologia Social Comunitária: da solidariedade à autonomia. Petrópolis: Editora Vozes, 1996.
  • ÁLVARO, José Luis;GARRIDO, Alicia; FERNANDES, Miguel Cabrera. Psicologia Social : perspectivas psicológicas e sociológicas. 1. ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2017.
  • THORNICROFT, Graham; TANSELLA, Michele. Boas Práticas em Saúde Mental Comunitária. São Paulo, Manole, 2010.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • LANE, Silvia T. Mauer (Org..); SAWAIA, Bader Burihan (Org..). Novas Veredas da Psicologia Social . 1. ed. SÃO PAULO: BRASILIENSE, 2006.
  • CAMPOS, Regina Helena de Freitas (Org..); GUARESCHI, Pedro (Org..). Paradigmas em Psicologia Social : A perpectiva latino-americana. 6. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2014. 214 p. ISBN 978-85-326-2276-1.
  • STREY, Marlene Neves et al. Psicologia Social Conteporânea : Livro-texto. 21. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2013.
  • PHILIPPI JR., Arlindo (ed.). Saneamento, Saúde e Ambiente: Fundamentos para um Desenvolvimento Sustentável. São Paulo, Manole, 2005.

 

Disciplina:

Psicologia da Gestalt

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado em Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

Atitude Clínica do Gestalt-terapeuta. Cuidado (Sorge) e clínica na Gestalt – Terapia. Disponibilidade Afetiva e a prática clínica. Ação clínica e modalidades de prática: plantão psicológico, psicodiagnóstico colaborativo e oficinas de criatividade

 BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • CASANOVA, M. Compreender Heidegger. Petrópolis: Vozes, 2009.
  • HEIDEGGER, M. Seminários de Zollikon. Petrópolis: Vozes, 2006.
  • HEIDEGGER, M. Ser e Tempo. Petrópolis: Vozes, 2009.
  • PASSOS, Eduardo Pandolfi ; ALMEIDA, Isabel C. Amaral de ; FAGUNDESPaulo A. Peres. Quando a Gravidez não Acontece: Perguntas e Respostas Sobre Infertilidade Conjugal. Porto Alegre, Artmed, 2011.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • CARVALHO, Jóse Mauricio de . Filosofia Clínica e Humanismo. São Paulo: Ideias e Letras, 2012.
  • ANGERAMI-CAMON, Valdemar Augusto. Atendimento Infantil na Ótica Fenomenologica: Existencial . 2.ed. São Paulo: Cengage, 2011.
  • ANGERAMI-CAMON, Valderma Augusto (Org..). Psicoterapia: fenomenilógico-existencial. 1. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2015.
  • HUMES, Eduardo de Castro; VIEIRA, Márcio Eduardo Bergamini; FRÁGUAS JÚNIOR, Renério (eds.); HÜBNER. Psiquiatria Interdisciplinar. São Paulo, Manole, 2016.

 

Disciplina:

Psicoterapia Analítica

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA:

As formas de atuação da técnica psicanalítica. Avaliação teórica, aplicação e intervenção na linha psicanalítica. A entrevista, o diagnóstico e a escuta. Transferência, contratransferência, atenção flutuante/associação livre, atuação e resistência. O processo analítico: etapas e fenômenos. 

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FREUD, Sigmund. Freud 12– Introdução ao narcisismo, ensaios de metapsicologia e outros textos (1914-1916). São Paulo: Companhia das letras, 2010.
  • ZIMERMAN, DAVID. Fundamentos Psicanalíticos. Porto Alegre: Artmed, 1999.
  • LAPLANCHE, Jean. Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Martins fontes, 2016.
  • EIZIRIK, Cláudio Laks; DE AGUIAR, Rogério Wolf; SCHESTATSKY, Sidnei S. Psicoterapia de Orientação Analítica: Fundamentos Teóricos e Clínico. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FELDMAN, Robert S. Introdução à Psicologia . 10. ed. Porto Alegre : Artmed, 2015.
  • ESCLAPES, ELSON ALEXANDRE. Atualidade da Histeria na Psicanálise. São Paulo: Pontes, 2015.
  • SCHULTZ, DUANE P. Teorias da Personalidade 3ª ED. São Paulo: Cengage Learning, 2015.
  • FERREIRA, Rita de Cassia Campos. Psicopatologias – Fundamentos, Transtornos e Consequências da Dependência Química. São Paulo, Érica, 2015.

 

Disciplina:

Teoria Cognitivo Comportamental

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA:

As formas de atuação da teoria cognitiva comportamental. Avaliação teórica, aplicação e intervenção na Comportamental. A entrevista, o diagnóstico e a escuta na abordagem da TCC.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BARBERÀ, Elena; BOLIVAR, Antônio. O Construtivismo na Prática. 1ª ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2004.
  • LIBÂNEO, José Luiz. Didática. 2ª ed. SÃO PAULO: CORTEZ, 2013.            
  • CARBONELL, Jaume; PADILHA, Juliana dos Santos. Pedagogias do Século XXI: bases para a inovação educativa. 3ª ed. PORTO ALEGRE: PENSO, 2016.            
  • BECK, Judith S. Terapia Cognitivo-Comportamental. Porto Alegre, Artmed, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • SCHILLING, Cláudia; MARPEAU, Jacques. O Processo Educativo: a construção da pessoa como sujeito responsável por seus atos. 1ª ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2002.
  • GASPARIN, João Luiz. Uma Didática para a Pedagogia Histórico-Crítica. 5ª ed. CAMPINAS: AUTORES ASSOCIADOS, 2012.
  • MEIRIEU, Philippe. A Pedagogia entre o Dizer e o Fazer: a coragem de começar. 1ª ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2002.
  • CORDIOLI, Aristides Volpato. Vencendo o Transtorno Obsessivo-Compulsivo: Manual de Terapia Cognitivo-Comportamental para Pacientes e Terapeutas, 2ª edição. Porto Alegre, Artmed, 2011

 

Disciplina:

Abordagem Centrada na Pessoa

Crédito:

4

Código da Disciplina:

Carga Horária:

60

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA:

As formas de atuação da abordagem centrada na pessoa. Intervenção clínica na abordagem centrada na pessoa. Avaliação teórica, aplicação e intervenção na Comportamental. A entrevista, o diagnóstico e a escuta na abordagem centrada na pessoa.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • DUTRA, Joel Souza. Gestão de Pessoas: modelo, processos, tendências e perspectivas. 2. ed. SÃO PAULO: ATLAS S.A, 2016.
  • ARAUJO, Luis César ; GARCIA, Adriana. Gestão de Pessoas : estratégias e integração organizacional. 3. ed. SÃO PAULO: ATLAS S.A, 2014.
  • FARIA, Luiz Claudio de QUEIROZ ; MCSHANE, Steven;GLINOW, Mary Ann Von. Comportamento Organizacional. 1. ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2013.          
  • TOY, Eugene C.; BRISCOE, Donald; BRITTON, Bruce. Casos Clínicos em Medicina de Família e Comunidade. Porto Alegre, AMGH, 2013.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • ANDRADE, Denise de Fátima. Recursos Humanos: gerenciando pessoas. 2ª. SANTA CRUZ DO RIO PARDO: VIENA, 2010.
  • ORTIGOSO, Sandra Aparecida Formigari; KANAANE, Roberto. Manual de Treinamento e desenvolvimento do potencial humano. 1ª. SP: ATLAS, 2001.
  • ROCHA-PINTO, Sandra Regina da; PEREIRA, Cláudio de Souza; COUTINHO, Maria Tereza Correia. Dimensões Funcionais: da gestão de pessoas. 9ª ed. RIO DE JANEIRO: FGV, 2007.
  • Stewart, Moira. Medicina Centrada na Pessoa: Transformando o Método Clínico. Porto Alegre, Artmed, 2017

 

 Disciplina:

Observação Participante II

Crédito:

02

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

60h

Pré-Requisito(s):

Observação Participante I

Período: 

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA: Discutir pesquisa de campo, diário de campo. Disciplina teórico-prática com visita a instituições com acompanhamento do professor responsável pela disciplina.    

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • MARCONI, Mariana de Andrade. Metodologia Cientifica – 7ª ED. São Paulo: Atlas, 2017.
  • AZEVEDO, Celicina Borges . Metodologia Científica ao Alcance de Todos. 3. ed. BARUERI: MANOLE, 2013.
  • MARCONI, Mariana de Andrade. Fundamentos de Metodologia Cientíifica. ed. SÃO PAULO: ATLAS, 2017.
  • PRATA, Henrique Moraes. Cuidados Paliativos e Direitos do Paciente Terminal. São Paulo, Manole, 2017.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • FILHO, MILTON CORDEIRO FARIAS. Planejamneto da Pesquisa Científica – 2º ED. São Paulo: Atlas, 2015.
  • APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para produção do conhecimento científico. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
  • PEREIRA, José Matias. Manual de Metodologia da Pesquisa Científica. 4. ed. SÃO PAULO: ATLAS, 2016. 196 p. ISBN 978-85-97-00877-7.
  • Mackinnon, Roger A. A Entrevista Psiquiátrica na Prática Clínica: De Acordo com o DSM-5. Porto Alegre, Artmed, 2017.

 

9º Período

 

 Disciplina:

Estágio Supervisionado I

Crédito:

20

Código da Disciplina:

Carga Horária:

400

Pré-Requisito(s):

Todas as disciplinas anteriores

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

  • estágio será desenvolvido nas áreas de competência de atuação do psicólogo. As áreas comportarão subáreas, que serão sugeridas pelo professor-supervisor, de acordo com o interesse do aluno. Em cada subárea serão desenvolvidas atividades pertinentes ao seu conjunto de conhecimentos. Os estágios serão desenvolvidos em Unidades de Ensino, Empresas, Institutos de Pesquisa e outras entidades públicas ou privadas ligadas ao campo profissional da Psicologia, credenciadas de acordo com normas estabelecidas pelo Regulamento de Estágio Supervisionado, sob a orientação de um Psicólogo.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • Todas aquelas que constam das ementas das disciplinas obrigatórias do Curso de Psicologia.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • Todas aquelas que constam das ementas das disciplinas obrigatórias do Curso de Psicologia.

 

Disciplina:

Trabalho de Conclusão do Curso

 

Crédito:

4

Código da Disciplina:

 

Carga Horária:

40

Pré-Requisito(s):

 

Período: 

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Elaboração do Projeto de Pesquisa, de acordo com as normas da ABNT. Dar continuidade ao aprofundamento acadêmico, com estímulo à produção textual, visando o aprimoramento das competências de análise, de redação e de crítica científica. Orientação de conteúdo e metodológica. Projeto de acordo com as normas da ABNT.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • HERNÁNDEZ,Roberto Sampieri. Metodologia de Pesquisa. 5.ed. Porto Alegre: Penso, 2013.
  • AZEVEDO, Celicina Borges. Metodologia Científica ao Alcance de Todos. 3.ed. Barueri, SP: Manole, 2013.
  • APPOLINÁRIO, Fabio. Dicionário de Metodologia Científica: um guia para produção do conhecimento científico. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2011.
  • POLIT, Denise F.; BECK, Cheryl T. Fundamentos de Pesquisa em Enfermagem: Avaliação de Evidências para a Prática da Enfermagem. Porto Alegre, Artmed, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 

  • SEVERINO, A.J., Metodologia do Trabalho Científico. São Paulo: Cortez, 2000.
  • COSTA, S.F. Método Científico os Caminhos da Investigação. 5ª São Paulo: Harbra, 2001.
  • RUIZ, J.A. Metodologia científica: guia para eficiência nos estudos. 6.ed.

São Paulo: Atlas, 2009.

  • HULLEY, Stephen B.; CUMMINGS, Steven R.; BROWNER, Warren S.; GRADY, Deborah G.; NEWMAN, Thomas B. Delineando a Pesquisa Clínica. Porto Alegre, Artmed, 2015.

10º Período

 

 Disciplina:

Estágio Supervisionado II

 

Crédito:

20

Código da Disciplina:

Carga Horária:

400h

Pré-Requisito(s):

Estágio Supervisionado I

Período: 

10º

Curso:

Bacharelado                        em

Psicologia

 

 

 

EMENTA: 

  • estágio será desenvolvido nas áreas de competência de atuação do psicólogo. As áreas comportarão subáreas, que serão sugeridas pelo professor-supervisor, de acordo com o interesse do aluno. Em cada subárea serão desenvolvidas atividades pertinentes ao seu conjunto de conhecimentos. Os estágios serão desenvolvidos em Unidades de Ensino, Empresas, Institutos de Pesquisa e outras entidades públicas ou privadas ligadas ao campo profissional da Psicologia, credenciadas de acordo com normas estabelecidas pelo Regulamento de Estágio Supervisionado, sob a orientação de um Psicólogo.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • Todas aquelas que constam das ementas das disciplinas obrigatórias do Curso de Psicologia.

 

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • Todas aquelas que constam das ementas das disciplinas obrigatórias do Curso de Psicologia.

 

Disciplina:

Trabalho De Conclusão

Do Curso II

Crédito:

04

Código da Disciplina:

Carga Horária:

40h

Pré-Requisito(s):

Trabalho De Conclusão

Do Curso I

 

Período: 

10º

Curso:

Bacharelado

Psicologia

em

 

 

 

EMENTA: 

Coleta de dados do Projeto de Monografia. Análise e discussão dos dados de pesquisa. Elaboração do Relatório Final. Apresentação do trabalho de graduação a uma banca examinadora. Defesa da Monografia – Artigo Científico de acordo com as normas da ABNT.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • ANDRADE, Maria Margarida de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico: elaboração de trabalhos de graduação. 10.ed. São Paulo: Atlas, 2010.
  • FLICK, Uwe. Introdução à Metodologia de Pesquisa: um guia para iniciantes. Porto Alegre: Penso, 2013.
  • DEMO, Pedro. Introdução à Metodologia da Ciência. 2.ed. São Paulo: Atlas, 1985.
  • ESTEITIE, Rania. Fundamentos de Pesquisa Clínica. Porto Alegre, AMGH, 2015.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • CERVO, A.L.; BARVIAN, P.A. Metodologia Científica. 5ª São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2002.
  • COSTA, M.V. Caminhos Investigativos – Novos Olhares na Pesquisa em Educação. São Paulo: DP&A, 2003.
  • PEREIRA,A. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. EGK, 2012.
  • LOPES, Renato D.; HARRINGTON, Robert A. Compreendendo a Pesquisa Clínica. Porto Alegre, AMGH, 2015.

 

Disciplinas Optativas/Eletivas

 

Inglês instrumental

Ementa

Noções básicas da língua Inglesa, voltada para a possibilidade de leitura e compreensão de textos científicos na área da Psicologia.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • SOUZA, AGF et al. Leitura em língua inglesa: uma abordagem instrumental. 2 ed. Disal, 2010.
  • DREY, Rafaela Fetzner. Inglês: práticas de leitura e escrita. 1. ed. Porto Alegre: Penso, 2015.
  • NÓBREGA, Sônia.LEIA Textos em Inglês em apenas Seis Passos. 1. ed. SÃO PAULO: ALL PRINT, 2015.
  • ONODERA, Jorge. Inglês para Copa e Olimpíadas – Guia para profissionais de serviço. São Paulo, 2012.

 

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • Inglês para o dia a dia. Martins editora, 2009.
  • TRANJAN, Carlos .Inglês para Todos : English for everyone: Gramática. 1. ed. SÃO PAULO: PUBLIFOLHA, 2017.
  • LAROUSSE EDITORIAL. Inglês mais fácil: gramática atualizada. Larousse, 2009.
  • REJANI, Márcia. Inglês Instrumental: comunicação e processos para hospedagem. 1. ed. São Paulo: Érica, 2014.

 

LIBRAS

Ementa

Condições de fala e compreensão da língua dos sinais para permissão de acolhimento de sujeitos portadores de defiência auditiva.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • BARROS, Mariângela Estelita. Elis: sistema brasileiro de escrita das línguas de sinais. 1. ed. PORTO ALEGRE: PENSO, 2015.
  • QUADROS, Ronice Müller De. Língua De Sinais: instrumentos de avaliação. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2011.
  • Quadros, Ronice Müller De. Língua de Sinais brasileira: estudos linguísticos. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2004.
  • ALMEIDA, Elizabeth Crepaldi de. Leitura e Surdez. 2. ed. RIO DE JANEIRO: REVINTER, 2012.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • PEREIRA, Maria Cristina da Cunha (Org..). Libras. 1. ed. SÃO PAULO: PEARSON PRENTICE HALL, 2011.
  • ALMEIDA, Elizabeth C. Atividades Ilustradas em Sinais da Libras. 2. ed. RIO DE JANEIRO: REVINTER, 2013.
  • GESSER, Audrei. Libras? Que língua é essa?: crenças e preconceitos em torno da lpingua de sinais e da realidade surda. 1. ed. SÃO PAULO: PARÁBOLA EDITORIAL, 2009.
  • SILVA, Ivani Rodrigues (Org..); KAUCHAKJE, Samira (Org..); GESUELI, Zilda Maria (Org..). Cidadania, Surdez e Linguagem: desafios e realidades. 1. ed. SÃO PAULO: PLEXUS, 2003.

 

PSICOLOGIA AMBIENTAL

Ementa

Compreensão da ação que as cores exercem sobre o emocional dos sujeitos. Disposição de mobiliários como possibilidade de trazer ambientes mais harmônicos do ponto de vista emocional.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • JR, Arlindo Philippi (Ed..); PELICIONI, Maria Cecília Focesi (Ed..). Educação Ambiental e Sustentabilidade . 2. ed. BARUERI: MANOLE, 2014.
  • RUSCHEINSKY, Aloisio (Org..). Educação Ambiental: abordagens múltiplas. 2. ed. PORTO ALEGRE: PENSO, 2012.
  • SATO, Michéle; CARVALHO, Isabel. Educação Ambiental: pesquisa e desafios. 1. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2005.
  • DAVIS, Mackenzie L.; MASTEN, Susan J. Principios de Engenharia Ambiental. 3. ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2016.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • ALBUQUERQUE, José de Lima (Org..). Gestão Ambiental e Responsabilidade Social: conceitos, ferramentas e aplicações . 1. ed. SÃO PAULO: ATLAS, 2009.
  • TRIMER, Roger (Dir..); FRANÇOZO, Marcelo (Prod..). Gestão Ambiental. 1. ed. SÃO PAULO: PEARSON PRENTICE HALL, 2011.
  • FELLENBERG, Gunter. Introdução aos Problemas da Poluição Ambiental. 1. ed. SÃO PAULO: E.P.U., 2015.
  • ANTÔNIO, Fenker. [et al]. Gestão Ambiental: incentivos riscos e custos. 1. ed. SÃO PAULO: ATLAS S.A, 2015.

 

ELEMENTOS AFRO-BRASILEIROS

Ementa

 

Discussões sobre as culturas afro-brasileiras. O negro no contexto sócio

histórico. A antropologia numa perspectiva afro-brasileira. Racismo como uma maioria.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • MUNANGA, Kabengele; GOMES, Nilma Lino. O Negro no Brasil de Hoje. 2. ed. SÃO PAULO: GLOBAL, 2016.
  • MELLO, Luiz Gonzaga de. Antropologia Cultural: iniciação, teoria e temas. 20. ed. PETRÓPOLIS: VOZES, 2015.
  • LAPLANTINE, François. II. CHAUVE Marie-Agnès. Aprender Antropologia. 1. ed. SÃO PAULO: BRASILIENSE, 2012.
  • MELO, Elisabete. História da África e Afro-Brasileira: em busca de nossa origens . 1. ed. SÃO PAULO: SELO NEGRO, 2010.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • LEVINE, Michael P. (Org..); PATAKI, Tamas (Org..). Racismo em mente ed. SÃO PAULO: MADRAS, 2005.
  • LOPES, Aracy (Org..); KAWALL, Mariana (Org..). Antropologia, História e educação : a questão indígena e a escola . 2. ed. SÃO PAULO: BLOBAL , 2001.
  • PEARSON, Biblioteca Universitária. Antropologia Social e Cultural. 1. ed. SÃO PAULO: PEARSON PRENTICE HALL, 2014.
  • Histórias do Brasil Afro-indígena. 2. ed. RECIFE: BAGAÇO DESIGN, 2013.

 

DIREITOS HUMANOS

Ementa

Discussão sobre direito e deveres humanos. Relação entre direitos e deveres e a prática do psicólogo. A atuação profissional no âmbito ético.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • RAYO, José Tuvilla. Educação em Direitos Humanos : rumo a uma perspectiva global . 2. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2004.
  • MAZZUOLI, Valeiro de Oliveira. Curso de Direitos Humanos ed. RIO DE JANEIRO: MÉTODO, 2017.
  • COMPARATO, Fábio Konder. A Afirmação Histórica dos Direitos Humanos. 11. ed. SÃO PAULO: SARAIVA, 2017.
  • LAFER, Celso. A Reconstrução dos Direitos humanos: um diálogo com o pensamento de hannah arendt. 1. ed. SÃO PAULO: COMPANHIA DAS LETRAS, 1988.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • SILVA, Severina de Santana (Org..). Direitos Humanos para Quem? ed. RECIFE: EDUPE, 2007.
  • CASTILHO, Ricardo. Direitos Humanos ed. SÃO PAULO: SARAIVA, 2017.
  • DESLANDES, Keila (Org..); LOURENÇO, Érika (Org..). Por uma Cultura dos Direitos Humanos na Escola:: princípios, meios e fins. 1. ed. BELO HORIZONTE: FINO TRAÇO, 2011.
  • CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA. Pesquisa sobre Direitos Humanos e a Graduação e Psicologia: relatório final. 1. ed. CAMARAGIBE: CCS GRÁFICA E EDITORA, 2009.

 

TANATOLOGIA

Ementa

Perda, luto, morte. Discussão sobre a possibilidade do morrer. A morte nos diversos campos de atuação do Psicólogo. Terminalidade.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA

  • KOTTAK, Conrad Phillip. Um Espelho para a Humanidade: uma introdução à antropologia cultural. 8. ed. PORTO ALEGRE: AMGH, 2013.
  • , Norman E. Mcswain. Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado PHTLS. 8. ed. RIO DE JANEIRO: ELSEVIER, 2017.
  • STRAUB, Richard O.; COSTA, Ronaldo Cataldo. Psicologia da Saúde: uma abordagem biopsicossocial. 3. ed. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2014.
  • BOTEGA, Neury José, Crise Suicida Porto Alegre, ArtMed, 2015.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR

  • KUBLER-ROSS, Elisabeth. Sobra a Morte e o Morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes. 9. ed. SÃO PAULO: WMF MARTINS FONTES, 2008.
  • BAPTISTA, Makilim Nunes; DIAS, Rosana Righetto. Psicologia Hospitalar: teoria,aplicações e casos clínicos. 2. ed. RIO DE JANEIRO: GUANABARA KOOGAN, 2014.
  • ANGERAMI, Valdemar Augusto. Psicologia da Saúde : um novo significado para a prática clínica . 2. ed. SÃO PAULO: CENGAGE LEARNING, 2011.
  • PELICIONI, Maria Cecília Focesi; MIALHE, Fábio Luiz. Educação e Promoção da Saúde – Teoria e Prática. Rio de Janeiro, Santos, 2012.

 

PSICOLOGIA JURÍDICA

EMENTA:

Relação da Psicologia com o Direito. Conceitos e a atuação da Psicologia Jurídica. Ética e a atuação da Psicologia nas diversas áreas do Direito. Perícia psicológica no contexto jurídico. Psicologia aplicada ao Direito: habilidades pessoais e interpessoais, conflito, mediação, imputabilidade. Transtornos mentais mais comuns ao âmbito jurídico, simulação e dissimulação. Justiça restaurativa. Psicologia do testemunho, falsas memórias, síndrome de Estocolmo, abuso sexual e depoimento com redução de danos.

 

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

  • FIORELLI, JOSE OSMIR. Psicologia Jurídica – 8ª ED. São Paulo: Atlas, 2017.
  • SILVA, DENISE MARIA PERISSINI. Psicologia jurídica no Processo Civil Brasileiro – 3ª ED. São Paulo: Forense, 2016.
  • PINHEIRO, Carla . Coleção direito vivo : Psicologia Jurídica – 4ª ED. São Paulo: Saraiva, 2017
  • FRANÇA, Genival Veloso de. Fundamentos de Medicina Legal, 3ª edição. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2018.

 

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

  • SPADONI, Lila. Psicologia realmente aplicada ao direito. 2. ed. SÃO PAULO: LTR, 2016.
  • SPADONI, LILA. Contribuição da psicologia social ao direito. São Paulo: LTR, 2011.
  • SERAFIM, Antonio de paula. Psicologia e práticas forenses . 2ºED. São Paulo: Manole, 2014.
  • BISCAIA, Leonardo; PAULA, Maria Carolina Schatz de. Perícia Médica – Consulta Rápida. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2017.

 

9.8 Atividades Complementares:

 As atividades complementares têm por finalidade propiciar ao aluno a oportunidade de realizar, em prolongamento ao currículo pleno, uma trajetória autônoma e particular, com conteúdos extracurriculares que lhe permitam enriquecer o conhecimento propiciado pelo curso. Estas atividades devem observar o limite mínimo de 5% (cinco por cento) e máximo de 10% (dez por cento) da carga horária total do curso, devendo ser ajustadas entre o corpo discente e a direção ou coordenação do curso, a qual tornará públicas as modalidades admitidas, de sorte a permitir a sua livre escolha pelo aluno.

As atividades podem incluir projetos de pesquisa, monitoria, iniciação científica, projetos de extensão, módulos temáticos (com ou sem avaliação), seminários, simpósios, congressos, conferências, cursos livres, além de disciplinas oferecidas por outras unidades de ensino e não previstas no currículo pleno do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

Eventos culturais e pedagógicos serão programados ao longo dos períodos letivos pela Coordenação de Atividades Complementares em uníssono com o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. As Atividades Complementares, ofertadas pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA deverão ser incrementadas ao longo do curso, devendo a Instituição de Ensino Superior criar mecanismos e critérios de aproveitamento de conhecimentos e de experiências vivenciadas pelo aluno, por meio de estudos e práticas independentes, presenciais e/ou à distância, sob a forma de monitorias, estágios extracurriculares, programas de iniciação científica, programas de extensão, estudos complementares, congressos, seminários e cursos.

As atividades de extensão, inseridas no contexto formativo da UNIBRA ocorre por meio de projetos específicos, eventos dentro e fora da IES, ações junto à comunidade, cursos de curta duração e desenvolvimento de produtos e serviços. Uma das ações de extensão da UNIBRA dá-se pela oferta de cursos de curta duração para alunos da graduação e da pós-graduação. Os cursos são propostos pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, ouvindo os colegiados de curso.

Os cursos visam aprimorar os serviços oferecidos à sociedade, primando pela qualidade de ensino, bem como com o comprometimento social, em âmbito regional, investindo no aprofundamento e na diversificação do conhecimento, buscando a plena formação do indivíduo. São ministrados por docentes vinculados à Instituição ou por professores visitantes, e realizados em data e horário diferentes do período de aulas regulares dos cursos de graduação tecnológica, de bacharelado e, futuramente aos de licenciatura. Além dos cursos de extensão a IES, buscando cada vez mais incentivar ações voltadas à valorização da memória cultural, à produção artística e ao patrimônio cultural tem incentivado alguns projetos, como:

 

  • Projeto ―A História nas Paredes → A UNIBRA, em parceria com a prefeitura, tem incentivado a valorização da história das ruas da cidade do Recife através de sua imortalização na parede das casas.
  • Festival de dança UNIBRA → Todo semestre é realizado um evento, do curso de Educação Física, com apresentações de todos os tipos de dança, principalmente aquelas abrangidas pela cultura local.
  • Projeto Interdisciplinar UNIBRA → Este projeto, além de incentivar a produção científica no contexto da interdisciplinaridade, tem como objetivo estimular a produção artística e/ou resgatar a memória da cultura locoregional nas mais diversas áreas do conhecimento.

 

Dentre as ações de extensão vinculadas ao desenvolvimento econômico e social incentivadas pela IES, destacam-se:

 

  • UNIBRA Prime → É uma festa de final de ano onde os convidados levam presentes que serão doados para crianças carentes na época do natal;
  • ExpoDog UNIBRA → É um evento do curso de Medicina Veterinária, onde os donos levam seus cachorros para desfilar e concorrer a premiações. As inscrições consistem em ração, cujo montante é entregue a abrigos de animais;
  • Corrida UNIBRA → É um evento da Instituição que arrecada alimento não perecível, a ser entregue para instituições de caridade;
  • Jogos Internos UNIBRA → É um evento que também arrecada alimento não perecível, a ser entregue para instituições de caridade;
  • Parceria com o Instituto Philadelphia → Consiste em ações desenvolvidas pelos funcionários da IES ao longo do ano para as crianças de baixa renda que são acolhidas por um projeto de amparo social.
  • Projeto Retrô → Consiste em ações desenvolvidas por alunos das mais diversas áreas de ensino da IES sob a supervisão de professores no atendimento de saúde e psico-social de crianças de baixa renda.

 

10. INFRAESTRUTURA FÍSICA E ACADÊMICA

 

10.1. Espaços Físicos

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA credenciado pela Portaria nº 459, de 10 de abril de 2008, publicada no DOU de 11 de abril de 2008, tem sede e foro à Rua Joaquim Felipe, n. 250 – Bairro da Boa Vista, na cidade do Recife, Estado de Pernambuco. A sua mantenedora – o IBGM tem sede no mesmo endereço, como já informado anteriormente. Compreende espaços nos quais se distribuem a Recepção, a Secretaria e o Setor Financeiro, as Salas das Coordenações e dos Professores, além dos locais reservados aos toaletes feminino e masculino, e os destinados aos portadores de necessidades especiais.

O prédio da administração do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA situa-se na Rua Padre Inglês nº 257, Boa Vista. Compreende dois blocos nos quais se distribuem a Recepção, a Secretaria e o Setor Financeiro, as Salas das Coordenações e dos Professores, além dos locais reservados aos toaletes feminino e masculino, e os destinados aos portadores de necessidades especiais. A área de convivência do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA é um espaço aberto, ajardinado, e com equipamentos de lazer que propiciam um descanso necessário no interregno das aulas, para um bom aproveitamento dos estudos. Já o outro prédio, sito a Rua Joaquim Felipe, 250, Boa Vista conta com uma ampla estrutura composta por salas de aulas, laboratórios e quadra poliesportiva. Ambas estruturas apresentam baterias de banheiros em quantidade suficiente para atender à demanda de alunos, professores e funcionários técnicos administrativos. Também há sala de professores, auditórios, banheiros, biblioteca, áreas de convivência, lazer e de descanso, além de espaços destinados ao desenvolvimento de atividades extraclasse, com notebooks e internet.

Atendendo, ainda, às regulamentações anteriormente enunciadas a IES disponibiliza aos professores e alunos merecedores de atenção especial: livre circulação aos espaços coletivos salas de aula, carteiras reservadas para o atendimento de canhoto, laboratórios, biblioteca, possibilidade de assistência aos deficientes visuais e auditivos bem como banheiros destinados aos portadores de necessidades especiais localizados no pavimento térreo com acesso através da rampa, tal como versa os ditames da Portaria Ministerial 1679/99, do Decreto 5296/2004, bem como da NBR9050.

Vale ressaltar que o Centro Universitário Brasileiro busca incessantemente, juntamente com seus 94 profissionais, formular as metas de expansão dos seus recursos tecnológicos para um melhor aproveitamento do ensino de graduação dos bacharelandos e os futuros tecnólogos e licenciados. Em consonância com esta ideia, a UNIBRA coloca à disposição dos seus docentes Laboratórios de Informática onde os alunos dos diversos cursos da Instituição adquirem e aprimoram os conhecimentos na área da tecnologia da informação. A utilização de software, nos laboratórios, torna-se imprescindível para o aluno conhecer os diversos conteúdos, fazendo uso de programas computacionais para simular a realidade de sua futura área de atuação. Um exemplo é a utilização de um sistema integrado que possa integrar todas as áreas de uma empresa como Recursos Humanos, Produção, Contabilidade, entre outras, o qual facilita a simulação do ambiente empresarial, onde estes alunos virão atuar, como profissionais.

 

10.2 Espaço de Trabalho para Coordenação do Curso e Serviços Acadêmicos

A Coordenadora do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA conta com um espaço exclusivo, na sala dos professores do Campus II na Rua Padre Inglês, 257. A área da coordenação permite tanto o atendimento ao discente de modo individual, quanto o atendimento em grupo, o que atende a qualquer demanda que possa surgir. A IES conta com um espaço exclusiva de 8 m², contendo computador com acesso à internet e à rede sem fio, uma mesa, ramal telefônico, armário e gavetas para a guarda de documento, e demais acessórios pertinentes à sua atividade. A sala é climatizada, bem iluminada e submetida à limpeza diariamente. Nesse espaço, é feito o atendimento de docentes e discentes em modo reservado, ou simultâneo com grupos de até cinco (5) pessoas. São disponibilizadas ainda sala de reuniões ampla e climatizada para as atividades a que se propõe. Para o curso há ainda uma sala própria dos orientadores de estágio e de TCC. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das atividades do curso, para um bom aproveitamento do aluno.  A Coordenação também conta com um apoio técnico‐administrativo, composto por uma gama de funcionários, dos quais se destaca o apoio técnico e a secretaria acadêmica.

 

10.3 Gabinetes de Trabalho para Professores em Tempo Integral

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA conta com duas salas de professores. A primeira está localizada no endereço Rua Joaquim Felipe, 250, Boa Vista e conta com um espaço de aproximadamente 300 metros quadrados, com áreas de convivência, de descanso além de espaços destinados ao desenvolvimento de atividades extraclasse, com notebooks e internet. A segunda sala de professores está situada à Rua Padre Inglês, 257, Boa Vista, e apresenta cerca de 500 metros quadros de área construída, também com espaços de convivência, descanso e destinados à realização de atividades extraclasse.

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA disponibiliza para os professores gabinetes de trabalho, em específico, os quarenta e dois professores do Curso de Bacharelado em Psicologia, que trabalham em Regime de Tempo Integral, contam com um espaço composto de dezessete (17) gabinetes individuais de 6 m2 os quais são compartilhados com o curso de Bacharelado em Psicologia. O espaço é climatizado e bem iluminado, possuindo ramal telefônico, computadores com acesso à internet e à rede sem fio, e apoio técnico‐administrativo. Esse ambiente permite que os professores façam o atendimento reservado dos alunos.

 

10.4  Sala dos Professores

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA conta com duas salas de professores. A primeira está localizada no endereço Rua Joaquim Felipe, 250, Boa Vista e conta com um espaço de aproximadamente 300 metros quadrados, com áreas de convivência, de descanso e lazer, além de espaços destinados ao desenvolvimento de atividades extraclasse, com notebooks e internet. A segunda sala de professores está situada à Rua Padre Inglês, 257, Boa Vista, e apresenta cerca de 500 metros quadros de área construída, também com espaços de convivência, descanso e lazer, destinados à realização de atividades extraclasse. Além de armários para guarda com segurança de materiais dos docentes.

Em ambas, o ambiente é climatizado, limpo e iluminado e dispõe de poltronas, cadeiras, mesas e computadores com acesso à internet e à rede sem fio, para que o docente tenha a comodidade necessária às atividades desenvolvidas. A sala também apresenta condições favoráveis para diálogo e descontração entre os docentes de diferentes cursos, permitindo interações que levam à formação de parcerias e desenvolvimento de projetos. Nelas também é possível realizar o atendimento a discentes e orientandos com conforto e privacidade.

 

10.5 As Salas de Aula

A IES possui 211 salas, climatizadas, arejadas e com cadeiras universitárias, contendo 60 cadeiras em cada sala. Todas as salas, com 60 m² são climatizadas e contam com data-show e sistema de som em sua integralidade, têm iluminação de lâmpadas fluorescentes em quantidade adequada para garantir o conforto dos alunos. Sua arquitetura foi concebida visando boa acústica dentro da sala de aula e isolamento de iluminação externa. Todas as salas de aula possuem acesso facilitador ao público portador de necessidades especiais, em conformidade com os ditames da Portaria Ministerial 1679/99, do Decreto 5296/2004, bem como da NBR9050.

Todas as salas contam também com quadro branco, tela de projeção, pincel atômico, DATASHOW, TV e DVD e sistema de som. Há também outras tomadas caso haja necessidade de inclusão de novos equipamentos didáticos‐pedagógicos. Nesse ponto, é importante destacar que o uso dos Recursos Tecnológicos como apoio às práticas didático-pedagógicas em sala de aula é fomentado pela presença de internet sem fio. O sinal Wireless atinge as salas de aula por intermédio de replicadores presentes em pontos estratégicos da Instituição.

 

10.6 Auditório

O Auditório do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA apresenta uma infraestrutura que comporta 450 lugares, com sonorização e tela para projeção, abrangendo cerca de 500 metros quadrados de área. Para o curso há ainda uma sala própria dos orientadores de estágio e de TCC. Todas as salas são adequadamente iluminadas, ventiladas e com as dimensões necessárias ao bom desenvolvimento das atividades do curso, para um bom aproveitamento do aluno.

 

10.7 Biblioteca

A Biblioteca do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA se situa estrategicamente no térreo do prédio localizado à Rua Padre Inglês, 257, Boa Vista. Aberta à comunidade em geral para uso local, permite consulta direta ao acervo, utilizando como medidas de segurança o acesso controlado por catracas, circuito fechado de televisão e sistema de detecção nas suas coleções. Ocupa uma área 88 de 1.180 metros quadrados, distribuída em 2 pavimentos, oferecendo ambientes climatizados e integrados com locais projetados para uso de rede sem fio e recursos multimídia. Privilegia espaços para a pesquisa acadêmica e a produção do conhecimento, disponibilizando espaço exclusivo para estudos em grupo e individuais. Oferece condições de acessibilidade, incluindo serviços dedicados ao deficiente visual. Os livros, teses e dissertações, materiais multimídia e periódicos de grande circulação fazem parte do acervo dinâmico. Os serviços da Biblioteca do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA estão disponíveis à comunidade acadêmica e aos egressos. É necessário agendar horário para alguns serviços específicos.

O acervo é constituído com seus recursos orçamentários e deve contemplar os diversos tipos de materiais, independente do suporte físico servindo de apoio informacional às atividades de ensino, pesquisa e extensão do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, além de manter a memória da Instituição. O plano de atualização de acervo da UNIBRA tem como objetivo atualizar o acervo bibliográfico físico e virtual da mesma. Inicialmente são discutidas com a bibliotecária melhorias na política de atualização do acervo bibliográfico, definindo-se critérios sobre o quantitativo do acervo a ser adquirido, quais as prioridades de compra e a cotação dos livros. Também é revisto o processo de catalogação deste acervo comprado com o objetivo de tornar o processo mais ágil. O bibliotecário, juntamente com a Direção Acadêmica, tem como responsabilidades a implantação e acompanhamento da nova política de atualização do acervo bibliográfico, bem como os processos de catalogação reformulados.

A Biblioteca do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA deve proceder à avaliação do seu acervo a cada 2 anos, sendo empregados métodos quantitativos e qualitativos a fim de assegurar o alcance dos objetivos da mesma. A cada ano a política de desenvolvimento de coleções deve ser revisada e, se necessário, atualizada com a finalidade de garantir sua adequação à comunidade acadêmica, aos objetivos da biblioteca e aos da própria instituição; contudo, o processo é dinâmico e flexível e sempre que se fizer necessário, admite adendos e adequação.

O uso da Internet como recurso de informação, possibilita à Biblioteca estar integrada a recursos eletrônicos a partir de redes de informação ao redor do mundo, não mais se limitando a suas coleções de documentos. Isso possibilita acesso a ideias, informações e comentários de toda a parte do globo; entretanto, ao mesmo tempo em que oferece materiais importantes e interessantes, ela dá acesso a materiais ofensivos, perturbadores e/ou ilegais, por isso o uso da Internet é restrito a pesquisas escolares. No ambiente eletrônico como a Internet, a segurança não pode ser garantida; toda transação, arquivos, comunicação são vulneráveis ao acesso não autorizado. A Biblioteca Professor Aluísio Viana funciona nos seguintes horários:

  • Segunda-feira a Sexta-feira das 8h às 21h.
  • Sábados: 9h às 13h.

 

10.7.1 Uso da Internet

O uso da Internet como recurso de informação, possibilita à Biblioteca estar integrada a recursos eletrônicos a partir de redes de informação ao redor do mundo, não mais se limitando a suas coleções de documentos. Isso possibilita acesso a ideias, informações e comentários de toda a parte do globo; entretanto, ao mesmo tempo em que oferece materiais importantes e interessantes, ela dá acesso a materiais ofensivos, perturbadores e/ou ilegais, por isso o uso da Internet é restrito a pesquisas escolares. Para o uso da internet é necessário agendamento prévio com tolerância de apenas 15 minutos. O usuário que, por imprevistos, não puder comparecer no horário agendado, deverá desmarcá-lo por telefone ou pessoalmente, com antecedência.

 

10.7.2 Segurança

No ambiente eletrônico como a Internet, a segurança não pode ser garantida; toda transação, arquivos, comunicação são vulneráveis ao acesso não autorizado. O aluno deve trazer seu próprio material devendo ser passado antivírus nos arquivos baixados.

 

10.7.3 Download

Pode ser feito durante o horário agendado, desde que o usuário traga o seu diretório para armazenar o arquivo. O horário disponibilizado para uso da Internet é:

  • Alunos da Instituição: 08:00 às 12:00 horas;

   13:00 às 17:00 horas;

   18:00 às 21:00 horas.

  • Egressos: 09:00 às 12:00 horas;

 

10.7.4 Funcionários

O pessoal da Biblioteca dá suporte básico, identificando sites específicos para pesquisa. A Biblioteca não fornece instruções individuais; não se responsabiliza e não tem controle pelos materiais existentes na Internet. O usuário não está autorizado:

  • Usar a rede para outros serviços ou recursos computacionais, informacionais ou serviços de comunicação.
  • Invadir a privacidade de outras pessoas.
  • Estragar equipamentos e software.
  • Estar engajado em qualquer atividade que seja difamatória.
  • Acesso a chat, jogos e sites pornográficos
  • Conectar com atividades comerciais lucrativas.

 

Será impedido de usar a Internet, por um mês, o usuários que violar uma das orientações acima. Se houver reincidência, o usuário terá o acesso à internet, definitivamente negado.

 

11. ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA

 

O Centro Universitário Brasileiro tem em sua estrutura 6 laboratórios de informática, totalizando 210 computadores, cada qual com 80 metros quadrados, com instalações e equipamentos modernos e atualizados, dois quais, 02 laboratórios com 40 máquinas cada serão destinados exclusivamente ao Ensino à Distância. Haverá controle de entrada em todos os laboratórios, proporcionando acesso somente às pessoas credenciadas. O Centro Universitário também conta com uma estrutura de livre acesso, a Lan-House UNIBRA, com capacidade para 10 alunos. O projeto LABS Móveis disponibiliza notebooks armazenados em uma estrutura específica que permite que sejam facilmente deslocados até as salas de aula, mediante marcação prévia. O projeto conta com mais de 100 equipamentos itinerantes e está sendo continuamente ampliado. Todas as dependências utilizadas pela instituição são adequadas às normas previstas em lei para o acesso aos portadores de necessidades especiais em conformidade com os ditames da Portaria Ministerial 1679/99, do Decreto 5296/2004, bem como da NBR9050.

Sobre seu funcionamento, o usuário está autorizado a utilizar o computador por um período de duas horas ao dia para: a) Digitar e imprimir trabalhos e relatórios relacionados ao currículo escolar; b) Pesquisar – somente os CD-ROM existentes na Biblioteca. Importante destacar que é terminantemente proibido ao usuário, sob pena de o mesmo incorrer nas sanções administrativas e penais: a) Fazer uso e instalação de arquivos de imagens pornográficas; b) Fazer instalação, uso e cópias de jogos e de qualquer outro tipo de software (chats, MSN, etc.); c) Digitar e imprimir trabalhos de interesse particular, sem a autorização expressa de um responsável pela Instituição. Para início do horário de uso agendado haverá tolerância de apenas 15 minutos. O usuário que, por imprevistos, não puder comparecer no horário agendado, deverá desmarcá-lo por telefone ou pessoalmente, com antecedência.

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA busca incessantemente, juntamente com seus 94 profissionais, formular as metas de expansão dos seus recursos tecnológicos para um melhor aproveitamento do ensino de graduação dos bacharelandos e os futuros tecnólogos e licenciados. Em consonância com esta ideia, a UNIBRA coloca à disposição dos seus docentes Laboratórios de Informática onde os alunos dos diversos cursos da Instituição adquirem e aprimoram os conhecimentos na área da tecnologia da informação. A utilização de software, nos laboratórios, torna-se imprescindível para o aluno conhecer os diversos conteúdos, fazendo uso de programas computacionais para simular a realidade de sua futura área de atuação.

 

12. LABORATÓRIOS DA IES

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA – possui uma estrutura de laboratórios ímpar, com um prédio histórico e de elevada importância para o Estado. O espaço físico foi fundado no dia 12 de julho de 1936 pelo psiquiatra Ulysses Pernambucano, o mesmo que deu o nome ao Hospital da Tamarineira. Ulysses foi um dos maiores nomes da psiquiatria pernambucana e nacional. O Sanatório fundado por ele foi uma instituição pioneira no Estado na década de 40. Devido à lei 10.216 de 2001, o hospital foi desativado e hoje pertence ao centro universitário. O local onde foi o hospital teve sua estrutura física preservada, em respeito à história e valores do antigo serviço de saúde. O espaço atualmente abrange 25 laboratórios, 6 banheiros (masculino e feminino) – sendo 2 para uso de pessoas com deficiência física, 2 salas para depósito de material de limpeza, 1 elevador, 2 almoxarifados e saídas de emergência.

No prédio situado à rua Joaquim Felipe, 250, Boa Vista, estão localizados o laboratório de bebidas e coquetelaria, 1 sala de musculação, 1 sala de dança, 1 laboratório de informática e uma cozinha industrial, 3 salas de atendimento psicoterapêutico. Localizado em outro prédio na Rua João Fernandes Vieira, denominado Campus III, estão sendo ampliados laboratórios das áreas de humanas, exatas e alguns de saúde. Dentre eles, destacam-se 2 de Desenho Técnico, 3 de informática, 1 de Física, 1 de Panificação, 1 Cozinha Industrial, 1 de Patologia e Técnicas de Necropsia Veterinária, 1 de Fotografia, 1 Multidisciplinar de áudio/vídeo/edição, acústica e ergonomia, 1 de maquetes, 2 de Anatomia Humana, 2 de Citologia, 3 de Análises 97 Clínicas, 1 de Clínica Cirúrgica e 3 salas de supervisão em Psicologia. Todo este empreendimento objetiva plena qualidade de ensino e pesquisa aos alunos e professores. Concomitante, pretende-se também uma reestruturação da assistência comunitária nas diversas áreas por parte dos seus alunos estagiários, orientados e assistidos por professores orientadores.  

 

12.1 Laboratórios de Saúde

Os laboratórios dos cursos de saúde encontram-se no campus II, localizado na rua Padre Inglês, nº 257, Boa Vista. O Laboratório Multidisciplinar I destina-se à aplicação prática dos conhecimentos da Neuroanatomia, Neurofisiologia aplicada à Psicologia, Psicopatologia e disciplinas do ciclo profissionalizante, com a finalidade de estabelecer uma base segura dos conteúdos ministrados e sua inter-relação com as unidades de ensino futuras. 

O local apresenta condições ideais de acústica, bem como condições adequadas de iluminação e ventilação. Os revestimentos de piso e parede deverão possibilitar limpeza adequada, destituída de poeira e com local próprio para acondicionamento de lixo. Consta também com bancada com pia e torneiras, mesas para exposição e estantes e armários para a guarda das peças anatômicas. Tal instalação também permite que os alunos, em seus horários livres, possam utilizar as peças naturais e modelos anatômicos para aprofundar os conhecimentos adquiridos em sala de aula, funcionando, assim, em tempo integral.

O planejamento das atividades de ensino na forma de práticas laboratoriais é feito considerando que o processo de ensino-aprendizagem implica promoção de oportunidades, experiências concretas e simuladas, treinamentos, observações e aplicações do conhecimento discutido pelas diferentes disciplinas, visando o preparo adequado dos alunos em termos de procedimentos e habilidades técnicas, bem como despertar/estimular o interesse pela pesquisa.

O curso dispõe de laboratórios específicos, equipados com todo o material necessário para o desenvolvimento de aulas teórico-práticas. A estrutura de funcionamento dos laboratórios conta com a assessoria permanente de monitores e funcionários para preparação do material a ser utilizado nas aulas e manutenção e conservação de todos os equipamentos e instrumentais utilizados. Os discentes também dispõem de espaço de aprendizado independente nos laboratórios, fora do horário das aulas. Para tanto, verificam na Secretaria os horários de monitoria, para prática e estudo das disciplinas ministradas pelos docentes do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, acompanhados de monitores e técnicos responsáveis pelos laboratórios. 

 

O Centro Universitário Brasileiro possui uma estrutura de laboratórios ímpar, com um prédio histórico e de elevada importância para o Estado. O espaço físico foi fundado no dia 12 de julho de 1936 pelo psiquiatra Ulysses Pernambucano, o mesmo que deu o nome ao Hospital da Tamarineira. Ulysses foi um dos maiores nomes da psiquiatria pernambucana e nacional. O Sanatório fundado por ele foi uma instituição pioneira no Estado na década de 40. Devido à lei 10.216 de 2001, o hospital foi desativado e hoje pertence ao centro universitário. O local onde foi o hospital teve sua estrutura física preservada, em respeito à história e valores do antigo serviço de saúde. O espaço atualmente abrange 25 laboratórios, 6 banheiros (masculino e feminino) – sendo 2 para uso de pessoas com deficiência física, 2 salas para depósito de material de limpeza, 1 elevador, 2 almoxarifados e saídas de emergência.

 

Disposição dos laboratórios:

TÉRREO

LAB 01: Multidisciplinar Enfermagem I: LAB 02: Anatomia humana I

LAB 03: Multidisciplinar II – Técnica dietética

 

LAB 04: Multidisciplinar Microbiologia e Parasitologia LAB 05: Multidisciplinar I – Bioquímica/Biofísica

LAB 06: Anatomia humana II – Neuroanatomia

 

LAB 07: Multidisciplinar IV: Consultórios odontológicos (ainda em construção) LAB 08: Multidisciplinar V: Citologia/Embriologia/Histologia

LAB 09: Multidisciplinar III: Pré-clínica materiais/revelação/raio x

 

LAB 10: Multidisciplinar III: radiologia interpretação/pré-lavagem/esterilização LAB 11: Multidisciplinar IV: sala de espera (ainda em construção)

LAB 12: Multidisciplinar de odontologia I (ainda em construção) 1ª ANDAR

LAB 13: Multidisciplinar de Veterinária I:

 

LAB 14: Multidisciplinar de Química orgânica/Inorgânica/Físico-Química/Controle de qualidade e Segurança no Trabalho

LAB 15: Multidisciplinar de Química de alimentos /Bromatologia LAB 16: Multidisciplinar de Farmacognosia I e II

LAB 17: Multidisciplinar de Especialidades em Estética LAB 18: Laboratório de Farmacotécnica I e II

LAB 19: Multidisciplinar de Avaliação Nutricional e Física

 

LAB 20: CME – Centro de Material e Esterilização – Pré-lavagem

 

LAB 21: CME – Centro de Material e Esterilização – Preparo/Esterilização/Distribuição

LAB 22: Multidisciplinar de Enfermagem II – Semiologia/Semiotécnica

AB 23: Laboratório de Patologia Clínica

LAB 24: Multidisciplinar Fisioterapia I – Eletrofototermoterapia/Cinesioterapia

LAB 25: Multidisciplinar Fisioterapia II – Massoterapia/Recursos Terapêuticos Manuais

0s laboratórios da IES dispõe ao aluno a possibilidade de diversas vivências práticas. Os serviços ofertados aos alunos são:

TÉRREO

 

LAB 01: Multidisciplinar Enfermagem I (Semiologia I) – Conhecer técnicas básicas de competência do Enfermeiro.

LAB 02: Anatomia humana I – Aprender conceitos aplicados ao corpo humano.

 

LAB 03: Multidisciplinar II – Técnica dietética – Entender nutricionalmente a composição dos alimentos.

LAB 04: Multidisciplinar Microbiologia e Parasitologia – Elaborar técnicas de visualização, controle e conhecimento de micro-organismos.

LAB 05: Multidisciplinar I – Bioquímica/Biofísica – Construir práticas relacionadas e micro e macromoléculas e entender melhor o funcionamento dessas estruturas no organismo humano.

LAB 06: Anatomia humana II – Neuroanatomia – Oferecer conhecimento da região o mais complexa do corpo humano: a neural.

LAB 07: Multidisciplinar IV: Consultórios odontológicos – Elaborar práticas de diferentes níveis de complexidade da saúde bucal. Esse laboratório atende a comunidade e promove uma interação mútua entre aluno e vivência prática com a comunidade.

LAB 08: Multidisciplinar V: Citologia/Embriologia/Histologia – Apresentar através da microscopia as diferentes estruturas que compõe o corpo humano, animal e vegetal, além de entender microscopicamente as fases embrionárias que comporão a formação do indivíduo.

LAB 09: Multidisciplinar III: Pré-clínica materiais/revelação/raio x/ – laboratórios de suporte ao diagnóstico clínico das necessidades odontológicas.

LAB 10: Multidisciplinar III: radiologia interpretação/pré-lavagem/esterilização – laboratórios de suporte ao diagnóstico clínico das necessidades odontológicas.

LAB 11: Multidisciplinar IV: sala de espera

 

LAB 12: Multidisciplinar de odontologia I: Elaborar práticas de diferentes níveis de complexidade da saúde bucal. Esse laboratório atende a comunidade e promove uma interação mútua entre aluno e vivência prática com a comunidade.

1ª ANDAR

 

LAB 13: Multidisciplinar de Anatomia Veterinária: Conhecer técnicas aplicadas a anatomia animal, sendo segmentadas em Anatomia I, II e III.

LAB 14: Multidisciplinar II: Química orgânica/Inorgânica/Físico-Química/Controle de qualidade – Entender os processos de qualidade e funcionamento de produtos.

LAB 15: Multidisciplinar II: Química de alimentos /Bromatologia – Entender os processos de qualidade e funcionalidade dos alimentos.

LAB 16: Multidisciplinar II: Farmacognosia I e II – Estudar os princípios ativos naturais, sejam animais ou vegetais.

LAB 17: Multidisciplinar III: Estética – qualificar os alunos para que possam atuar em todos os setores profissionais do mercado da estética facial e corporal. Esses serviços são destinados a comunidade, através de tratamentos com preços reduzidos e de acesso a toda população.

LAB 18: Laboratório de Farmacotécnica I e II – Estudar o desenvolvimento de novos produtos e sua relação com o meio biológico, técnicas de manipulação, doses, as formas farmacêuticas, as interações físicas e químicas entre os princípios ativos e entre os princípios ativos e os excipientes e veículos.

LAB 19: Multidisciplinar III: Laboratório de Avaliação Nutricional e Física – aprimorar a formação dos alunos e promover pesquisa como meio de aperfeiçoamento do corpo docente da Faculdade de Educação Física, além de atender à comunidade em geral.

LAB 20: CME – Centro de Material e Esterilização – Pré-lavagem

 

LAB 21: CME – Centro de Material e Esterilização – Preparo/Esterilização/Distribuição

LAB 22: Multidisciplinar de Enfermagem II – Semiologia/Semiotécnica – Conhecer técnicas básicas de competência do Enfermeiro.

LAB 23: Multidisciplinar VI: Patologia Clínica – Aprofundar e atualizar conhecimentos e habilidades técnicas nos diversos setores do laboratório clínico, assim como relacionar os conceitos de Patologia Geral e Celular.

LAB 24: Multidisciplinar Fisioterapia I – Eletrofototermoterapia/Cinesioterapia – Atuam conjuntamente como parte de um programa de tratamento de fisioterapia ativa.

LAB 25: Multidisciplinar Fisioterapia II – Massoterapia/Recursos Terapêuticos Manuais – Atuam conjuntamente como parte de um programa de tratamento de fisioterapia ativa.

 

 

CAMPUS III

 

 

LAB 01 – Laboratório de Informática – Pesquisa e utilização de softwares.

 

LAB 02 – Laboratório de Maquetes – Voltado para aulas práticas dos cursos de Design de Interiores e Arquitetura.

LAB 03 – Laboratório de Desenho Técnico – Composto por mesas e equipamentos para traçado, visa estimular a representação gráfica no plano 2D, respeitando-se as normas ABNT. Atende grupos de alunos dos cursos de Engenharia, Arquitetura, Design de Interiores e Segurança no Trabalho.

LAB 04 – Laboratório de Física – Auxilia as aulas práticas para os alunos de exatas.

LAB 05 – Cozinha de Produção 2 – foi projetada com o objetivo de orientar o aluno sobre a importância do estudo técnico em seleção e preparo de alimentos, apresentando procedimentos básicos para a experimentação com alimentos. A vivência na cozinha didática capacita o aluno a decidir quais métodos devem ser utilizados na conservação e manutenção da qualidade do alimento, satisfazendo as necessidades nutricionais do indivíduo e protegendo a saúde. Na cozinha didática, o aluno é capacitado a compreender os conceitos e as principais práticas da gastronomia, em seu âmbito nacional e internacional.

LAB 06 – Laboratório de Confeitaria e Panificação – conta com uma panificadora completa e com bancadas para a produção típica de confeitaria e está estruturado com equipamentos de última geração, além de utensílios adequados para a produção na área de confeitaria.

LAB 07 – Laboratório de Fotografia – o estudante terá uma formação mais completa no que diz respeito aos usos dos dispositivos da câmera e às técnicas de estúdio, iluminação, laboratório e controle de luz. Há reflexões sistematizadas sobre imagem, em disciplinas como Teorias da Imagem, Análise da Imagem, Antropologia Visual e Filosofia da Imagem Fotográfica.

LAB 08 – Laboratório Multidisciplinar de Áudio, Vídeo e Edição, Ergonomia e Acústica – é um espaço de atividade de aprofundamento prático e desencadeamento de atividades de ensino, em particular, pelos (as) docentes das disciplinas dos Cursos de Marketing e Produção Publicitária outras relacionadas à prática jornalística em edição de áudio e vídeo. O espaço também oferece o apoio ao ensino na área de Ergonomia.

LAB 09 – Laboratório de Informática – EaD

LAB 10 – Laboratório de Informática – EaD

LAB 11 – Laboratório de Informática

LAB 12 – Laboratório de Informática

 

Atendendo, ainda, às regulamentações anteriormente enunciadas a IES disponibiliza aos professores e alunos merecedores de atenção especial:

  • Livre circulação aos espaços coletivos;

 

  • Salas de aula adaptadas;

 

  • Carteiras reservadas para o atendimento de canhotos;

 

  • Possibilidade de assistência aos deficientes visuais e auditivos;

 

  • Laboratórios;
  • Biblioteca;

 

  • Banheiros adaptados.

 

Todos localizados no pavimento térreo com acesso através de rampa.

 

 

 

CAMPUS I – ACADÊMICO 1 (JOAQUIM FILIPE, 250)

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

SALAS DE AULA

80

80M²

SALAS DE COORDENAÇÃO

9

6M²

SALAS DE COORDENAÇÃO

3

12M²

NUCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO

1

12M²

SALA DE PROFESSOR 1

2

100 M²

SECRETARIA ACADÊMICA

1

600 M2

COZINHA DE PRODUÇÃO 1

1

80 M²

LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA

1

80 M²

SANITÁRIOS DISCENTES

30

 30 M²

SANITÁRIOS DOCENTES

2

 30 M²

AREA DE CONVIVÊNCIA INTERNA

2

 330 M²

AREA DE CONVIVÊNCIA EXTERNA

2

500M²

PORTARIA

2

10 M²

LABORATÓRIO DE BEBIDAS

1

80 M²

SALA DE RECEPÇÃO

2

100 M²

CANTINA

2

380M²

SALA DE MUSCULAÇÃO

1

80M²

SALA DE DANÇA

1

80M²

SALA DIREÇÃO ADMINISTRATIVA

1

70 M²

 

 

CAMPUS II – CASARÃO LABORATÓRIOS (PADRE INGLÊS)

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA

1

46.60m²

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA II

1

88.00m²

ANATOMIA HUMANA

2

133.60m²

TÉCNICA DIETÉTICA

1

29.70m²

MICROBIOLOGIA

1

29.70m²

BIOFÍSICA

1

29.70m²

ELETROFOTOTERMOTERAPIA E MECANOTERAPIA

1

88.00m²

CITOLOGIA E HISTOLOGIA

1

29.70m²

multidisciplinar de química e SEGURANÇA DO TRABALHO

1

88.00m²

MASSOTERAPIA E TERAPIAS MANUAIS

1

94.15m²

ANATOMIA VETERINÁRIA

1

76.63m²

CONTROLE DE QUALIDADE

1

62.55m²

BROMATOLOGIA

1

30.52m²

FARMACOGNOSIA

1

23.48m²

ESPECIALIDADES EM ESTÉTICA (CAPILAR/CORPORAL E FACIAL)

1

76.63m²

FARMACOTECNICA

1

29.42m²

MEDIDAS E AVALIAÇÃO

1

30.52m²

CENTRO DE MATERIAL ESTERELIZADO 1

1

15.39m²

CENTRO DE MATERIAL ESTERELIZADO 2

1

15.03m²

RADIOLOGIA

1

14.40m²

PATOLOGIA E IMUNOLOGIA

1

30.34m²

 

 

CAMPUS III – LABORATÓRIOS (FERNANDES VIEIRA)

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

DESENHO TÉCNICO

2

80 m²

INFORMÁTICA 1,2,3,4 e 5

5

80 m²

FÍSICA

1

50 m²

PANIFICAÇÃO

1

80 m²

COZINHA INDUSTRIAL

1

90 m²

PATOLOGIA GERAL E TÉCNICAS DE NECROPSIA VETERINÁRIA

1

60m²

FOTOGRAFIA

1

40m²

multidisciplinar de AUDIO/VIDEO E EDIÇÃO, ergonomia e acústica

1

35 m²

MAQUETES

1

50 m²

ANATOMIA

2

70 m²

AREA DE CONVIVÊNCIA INTERNA

1

 

AREA DE CONVIVÊNCIA EXTERNA

1

 

CAFÉ

1

100 m²

 

 

CAMPUS IV – CLINICAS

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

CLINICA ESCOLA DE FISIOTERAPIA

1

300 m²

CLINICA ESCOLA DE ENFERMAGEM

1

300 m²

 

 

CAMPUS II – CASARÃO ADMINISTRATIVO (PADRE INGLÊS 257)

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

ATENDIMENTO

1

52.09m²

ATENDIMENTO FINANCEIRO

1

52.09m²

SALA DE REUNIÃO

 

40 m²

SALA DA DIREÇÃO GERAL

 

52.09m²

SALA DA DIREÇÃO ADM-FINANCEIRA

 

50.81m²

 

 

CAMPUS II – ACADÊMICO II (PADRE INGLÊS 257)

 

QUANTIDADE

AREA

CONSTRUIÍDA

CANTINA

1

398.00m²

SALA DE PROFESSORES

1

100m2

AUDITÓRIO

450 LUGARES

500 m2

GABINETES DE ATENDIMENTO TEMPO INTEGRAL (COORDENAÇÃO)

30

5.00m² cada

SALA DA DIREÇÃO ACADÊMICA SAUDE

1

14.00m²

SALA DA DIREÇÃO ACADÊMICA HUMANAS E EXATAS

1

13.00m²

SALAS DE ATENDIMENTO INDIVIDUAL DOS ALUNOS

45

 
 

BIBLIOTECA

1

1.180,00m ²

ACERVO

 

75.000

AREA DE ESTUDOS INDIVIDUAIS

 

25 lugares

AREA DE ESTUDOS COLETIVOS

 

30.40m²

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXOS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO I – Da regulamentação geral dos Trabalhos de Conclusão de Curso

 

Regulamento Geral para Elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso – TCCs, aprovado por unanimidade pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, revogando as regulamentações anteriores.

 

O Diretor Geral do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, no uso de suas atribuições regulamentares e no intuito de padronizar, para todos os cursos da Instituição, a forma pela qual os Trabalhos de Conclusão de Curso – TCC deverão ser apresentados, depois de ouvido o Conselho Acadêmico e,

Considerando que o inciso II do artigo 53 da Lei no 9394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece que cabe às Instituições de Ensino Superior elaborarem as diretrizes curriculares de seus cursos fixando currículos e programas,

Considerando ainda que o Edital no 4, de 10 de dezembro de 1997, do Ministério da Educação e do Desporto – MEC, convocou as IES para regulamentarem os Trabalhos de Conclusão de Curso através de suas Diretrizes Curriculares,

Considerando ainda que o Parecer CNE/CES no 105/2002,

Considerando ainda que a Resolução no 1, de 18 de fevereiro de 2003, homologada pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, 

Considerando também que o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, determina ser obrigatória a elaboração de uma monografia como Trabalho de Conclusão de Curso – TCC,

Considerando ainda que uma nova regulamentação para padronizar a elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso foi aprovada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA para atualizar a enviada ao Ministério da Educação e Cultura quando da autorização dos cursos de graduação da IES, aprova e publica o presente

ANEXO II – Regulamento geral para elaboração dos Trabalhos de Conclusão de Curso

 

CAPÍTULO I – Do Trabalho de Conclusão de Curso – TCC

 

Artigo 1o – O Trabalho de Conclusão de Curso, cuja obrigatoriedade decorre de legislação específica, também identificado pela sigla TCC, é um trabalho acadêmico e científico cuja elaboração e defesa pelo aluno é condição sine qua non para a obtenção do título de graduação tecnológica em qualquer dos cursos oferecidos pela Instituição.

 

Artigo 2o – O Trabalho de Conclusão de Curso de que trata o artigo anterior deverá constar obrigatoriamente da matriz curricular cujo conteúdo programático faz parte integrante do Projeto Pedagógico de cada curso de graduação da Instituição.

 

Artigo 3o – Sendo uma atividade acadêmica, o Trabalho de Conclusão de Curso deverá ser desenvolvido sob a orientação e supervisão de um professor.

 

Parágrafo Único – O professor deverá direcionar o aluno para uma linha de pesquisa que o propiciará aliar os conhecimentos teórico-práticos adquiridos em sala de aula à realidade da região na qual está inserido visando, com isto não somente a sua inserção no mercado de trabalho, como também uma melhoria na qualidade de vida da comunidade como um todo.

 

Artigo 4o – O Trabalho de Conclusão de Curso deverá obedecer a critérios acadêmicos e pedagógicos inerentes a cada curso de graduação da Instituição, assim como às normas procedimentais e de avaliação que serão estatuídas e regulamentadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE, elaboradas pelas Coordenações dos diversos cursos que compõem o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

Artigo 5o – Por critérios acadêmicos entende-se a escolha do professor orientador, do tema e do projeto a ser trabalhado pelo aluno, assim como a aceitação do mesmo pelo professor orientador, o seu desenvolvimento sob a sua supervisão e orientação e, finalmente, a defesa do trabalho perante a Banca Examinadora.

 

Artigo 6o – O Trabalho de Conclusão de Curso de que trata os artigos anteriores será elaborado, obrigatoriamente, sob a forma de uma Monografia, Artigo Científico ou Projeto, em obediência ao que determina o artigo 15, inciso IX do Regimento do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

CAPÍTULO II – Da Monografia

 

Artigo 7o – Entende-se por Monografia o trabalho de um único tema elaborado pelo aluno, ou grupo constituído por no máximo 03 (três) alunos, com o objetivo de sistematizar os conteúdos teórico-científicos e práticos dos ensinamentos auferidos no decorrer do Curso de Bacharelado em Psicologia.

 

Artigo 8o – A elaboração da Monografia deverá atender a um dos três níveis de pesquisa: 

  • – o da pesquisa exploratória;
  • – o da pesquisa descritiva e
  • – o da pesquisa explicativa.

 

  • 1.º – Na elaboração do trabalho monográfico deverá obedecer-se a um estilo de redação técnico-científica na qual uma dissertação clara e objetiva da abordagem quantitativa e qualitativa do tema escolhido esteja bem definida.

 

  • 2.º – Na elaboração da Monografia o aluno deverá escolher também, dentro da classificação pedagógica existente, um dos três tipos de monografias: monografia de análise teórica, de análise teórico-empírica e monografia de estudo de caso.

 

  • 3.º – O aluno deverá ater-se, quando da elaboração da Monografia, à estrutura pedagógica da mesma, obedecendo sistematicamente às normas sobre: a construção dos capítulos, as citações, as notas de rodapé, as abreviaturas dos meses, o sistema internacional de unidades numéricas, a construção de dissertação, a coleta de dados, a análise de resultados, as conclusões e recomendações e o depósito do documento.

 

  • 4.º – Quando da elaboração do Projeto de Monografia, Artigo Científico ou Projeto, o aluno deverá obrigatoriamente justificar o tema, objeto da pesquisa, elaborar hipóteses, desenvolver uma fundamentação teórica, indicar a metodologia a ser usada, definir o orçamento do projeto, se necessário, e o cronograma dos trabalhos, assim como a bibliografia de apoio.

 

Artigo 9o – Na elaboração da Monografia, Artigo Científico ou Projeto, o aluno deverá, ainda, respeitar estritamente as normas em vigor da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) no que tange à estrutura e divisão do trabalho, à apresentação física e à numeração progressiva, à apresentação de citações documentais, e às referências bibliográficas. 

 

Artigo 10 – A elaboração da Monografia, Artigo Científico ou Projeto, é de responsabilidade exclusiva do aluno, que exercitará o seu direito de livre arbítrio, tanto na escolha do tema a ser defendido, como na escolha do seu professor orientador.

 

1.º – O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA exime-se de toda e qualquer responsabilidade no tocante às opiniões de cunho sócio-político e filosófico emitidas, em obediência aos princípios constitucionais da livre expressão do pensamento e de acordo com o que preceitua o artigo 5o da Constituição Federativa do Brasil de 1988.

  • 2.º – O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA o direito de análise da adequação dos juízos emitidos no contexto do conteúdo do trabalho apresentado pelo aluno.

 

Artigo 11 – O aluno deverá redigir e apresentar, individualmente ou em grupo, o seu trabalho de Monografia, Artigo Científico ou Projeto, perante uma Banca Examinadora, para fins de avaliação e obtenção de seu título de graduação, Bacharel em Psicologia.

 

Parágrafo Único – É facultado ao aluno a formação de um grupo constituído por no máximo 03 (três) alunos desde que todos participem da elaboração de sua Monografia, Artigo Científico ou Projeto, bem como de sua defesa perante os membros da Banca Examinadora.

 

 

CAPÍTULO III – Da Orientação, Supervisão e Depósito 

 

Artigo 12 – Ao aluno incumbirá a responsabilidade da escolha do professor que deverá ao longo do seu percurso acadêmico orientá-lo nas diversas fases de elaboração de seu Trabalho de Conclusão de Curso – TCC. 

 

  • 1.º – O Trabalho de Conclusão de Curso de que trata o caput deverá ser submetido ao professor orientador que o avaliará em 3 (três) etapas consecutivas, a saber:

 

  • – primeira etapa: ANTEPROJETO DA MONOGRAFIA entrega do esboço do

Projeto de Monografia pelo aluno, ao professor orientador.

 

  • – segunda etapa: PROJETO DA MONOGRAFIA desenvolvimento da pesquisa Monográfica ao longo do curso, sob a supervisão do professor orientador.

 

  • – terceira etapa: MONOGRAFIA propriamente dita refere-se ao Trabalho Monográfico já concluído que, se considerado apto, deverá ser encaminhado para depósito junto à Secretaria do curso correspondente.

 

  • 2.º – Na terceira etapa de que trata o §1.º do artigo 12, o aluno deverá submeter ao julgamento do seu professor orientador a pesquisa monográfica já concluída.

 

  • 3o – O aluno deverá entregar, mediante protocolo, ao professor orientador a pesquisa de que trata o parágrafo anterior 30 (trinta) dias antes do último dia do período letivo do seu curso.

 

  • 4o – O professor orientador terá 15 (quinze) dias, a contar da data do recebimento, para analisar a pesquisa monográfica de que trata o §2o do artigo 12.

 

  • 5o – Dando-se por satisfeito, o professor orientador devolverá ao aluno, também mediante protocolo, o Trabalho Monográfico de que trata o inciso III do §1o do artigo 12, que providenciará 3 (três) cópias do trabalho para entregá-las na Secretaria de seu curso, juntamente com o pedido de depósito.

 

  • 6o – À Secretaria de cada curso correspondente incumbirá o envio imediato, sob protocolo, das cópias entregues pelo aluno, aos demais professores escolhidos para comporem a Banca Examinadora.

 

  • 7o – Os professores de que trata o parágrafo anterior terão 15 (quinze) dias, a contar a partir da data do recebimento, para analisarem o Trabalho Monográfico.

 

Artigo 13 – A data da defesa oral da Monografia somente poderá ser marcada após ter decorrido o prazo de análise de que trata o §7o do artigo 12.

 

  • 1.º – Depositado o Trabalho Monográfico junto às Secretarias respectivas, o Coordenador de Curso designará data para defesa pública do mesmo, assim como o nome dos professores orientadores que irão compor a Banca Examinadora.

 

  • 2.º – É vedado ao aluno o depósito do Trabalho de Conclusão de Curso sem que o professor orientador tenha avaliado formalmente o Projeto de Monografia, conforme preceitua o §1.º do artigo 12.

 

  • 3o – As providências a serem tomadas pelas Secretarias de que trata o parágrafo anterior deverão ater-se às determinações consignadas do artigo 13.

 

Artigo 14 – Incumbirá ao aluno, a responsabilidade pela escolha do professor que irá co-orientá-lo nas etapas de que trata o §1.º do artigo 12, se necessário for.

 

Parágrafo Único – É facultado ao professor co-orientador desistir da co-orientação de que trata o caput, caso ocorra uma das situações mencionadas nos artigos 18 e 19 e seus respectivos parágrafos.

 

Artigo 15 – Ocorrendo a hipótese de o aluno ter dificuldade na escolha do seu professor orientador, à Coordenação do Curso incumbirá a tarefa de ajudá-lo na escolha.

 

Artigo 16 – A aceitação da orientação pelo professor orientador será formalizada através de um Termo de Compromisso cujo modelo encontra-se no ANEXO I que faz parte integrante deste regulamento.

 

Parágrafo Único – O aluno deverá também firmar um Termo de Compromisso no qual indicará o nome do professor orientador assim como os dados que identifiquem o ANTEPROJETO DA MONOGRAFIA, cujo modelo encontra-se no ANEXO II que faz parte integrante deste regulamento.

 

Artigo 17 – É facultado ao aluno o direito de solicitar a substituição do professor orientador.

 

  • 1.º – Para exercer o direito de que trata o caput, o aluno deverá requerer formalmente a substituição do professor orientador juntamente com a indicação do nome do outro professor que deverá exercer a orientação, além de uma declaração de sua disponibilidade de carga horária e do aceite do convite do orientando.

 

  • 2.º – O prazo para solicitar a substituição do professor orientador de que trata o artigo 17 não poderá ultrapassar o da finalização da primeira etapa enunciada no inciso I do §1.º do artigo 12, referente à entrega do ANTEPROJETO DA MONOGRAFIA.

 

  • 3.º – A solicitação da substituição de que trata o parágrafo anterior deverá ser encaminhada à Coordenação de Curso acompanhada da justificativa do pedido.

 

  • 4.º – O Coordenador de Curso apreciará a solicitação enunciada nos parágrafos anteriores após submetê-la ao professor orientador para conhecimento e justificativa.

 

  • 5.º – Concedida a solicitação, o aluno deverá encaminhar à Coordenação do Curso o nome do novo professor orientador, conforme disposto no §1.º do artigo17.

 

Artigo 18 – É facultado ao professor desistir da orientação:

 

  • 1o – no caso do aluno não cumprir com as responsabilidades inerentes à elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso.

 

  • 2o – por motivo de força maior ou foro íntimo.

 

Artigo 19 – No caso de a desistência da orientação enquadrar-se no disposto no §1o do artigo 18, o professor deverá justificar formalmente, junto à Coordenação do Curso, os motivos que deram origem à desistência da orientação.

 

  • 1o – Aceita pela Coordenação a justificativa do professor, incumbirá ao aluno arcar com as consequências dos seus atos de irresponsabilidade acadêmica.

 

  • 2o – No caso de a desistência enquadrar-se no disposto do §2o do artigo 18, o professor poderá sugerir o nome de um colega para substituí-lo na orientação ao aluno.

 

  • 3o – No caso da sugestão prevista no parágrafo anterior, o orientando deverá ser consultado e, caso aceito o nome do novo professor orientador, o aluno deverá expressar o seu consentimento por escrito.

 

Artigo 20 – Compete às Coordenações de cada curso indicar o nome dos professores habilitados a orientar e/ou co-orientar os alunos, por área de conhecimento, através de uma lista, que deverá ser afixada no quadro de avisos das Secretarias dos cursos respectivos.

 

  • 1.º – Compete também às Coordenações de que trata o caput indicar o número de orientandos por professor orientador, nunca ultrapassando o limite máximo de 5 (cinco) alunos por orientador.

 

  • 2.º – O limite de que trata o parágrafo anterior poderá ser ultrapassado caso eventualmente o número de professores orientadores não seja suficiente para a distribuição equitativa dos orientandos.

 

  • 3.º – No caso do limite de que trata o §1.º ser ultrapassado, a quantidade de orientandos por professor orientador não poderá nunca ser superior a 7 (sete) alunos por orientador, sempre levando-se em consideração a carga horária atribuída ao professor orientador, em sala de aula.

 

  • 4o – Cada professor orientador ou co-orientador deverá disponibilizar no mínimo 2 (duas) horas semanais para a orientação pedagógica de cada aluno.

 

  • 5o – A Secretaria de cada curso deverá providenciar um Livro de Controle de Frequência no qual deverão constar o conteúdo, as datas e os horários da orientação de que trata o parágrafo anterior.

 

Artigo 19 – Havendo necessidade de aumentar-se o número de orientandos por professor orientador, este deverá ser consultado e manifestar, formalmente, a sua anuência.

 

Artigo 20 – Poderão ser convidados como professores orientadores os professores responsáveis pelas disciplinas cuja área de conhecimento se coadunam com o projeto monográfico a ser desenvolvido pelo aluno.

 

  • 1o – Os professores orientadores convidados a fazerem parte da Banca Examinadora integram o quadro de docentes da Instituição, não sendo vedado o convite, para fazer parte da mesma, a professores de Instituições congêneres de âmbito nacional ou internacional.

 

  • 2o – O convite aos professores de que trata o parágrafo anterior deverá ater-se às determinações do artigo 20.

 

 

CAPÍTULO IV

Da Banca Examinadora, Da Avaliação, Da Catalogação e

Do Arquivamento dos Trabalhos de Conclusão de Curso

 

Artigo 21 – O Coordenador do curso publicará, no quadro de avisos da Instituição e no das respectivas Coordenações, o Edital de Convocação para a defesa dos Trabalhos de Conclusão de Curso.

 

Parágrafo Único – No Edital de Convocação de que trata o caput deverão estar constando: I – o nome do aluno;

  • – O nome do professor orientador;
  • – A área da pesquisa;
  • – O título do trabalho;
  • – A relação dos professores nomeados para comporem a Banca Examinadora; VI – a data, local e hora da defesa.

 

Artigo 22 – A escolha da Banca Examinadora é ato discricionário do Coordenador de Curso e deverá ser composta por três professores, sendo um deles o professor responsável pela orientação do aluno que presidirá os trabalhos e os demais com conhecimento na área do projeto a ser defendido.

 

Artigo 23 – Cabe ao Presidente da Banca Examinadora:

  1. abrir a sessão apresentando os professores componentes da Banca

Examinadora e iniciar os trabalhos;

  1. abrir os debates após a apresentação do projeto pelo aluno;
  • reunir-se com os membros da Banca Examinadora, logo após os debates, para proceder à avaliação final;
  1. comunicar o resultado final ao aluno;
  2. registrar na ata prevista a nota do aluno;
  3. encerrar os trabalhos;
  • encaminhar a ata à Coordenação do Trabalho de Conclusão de Curso, na qual deverá constar a justificativa da avaliação e a nota atribuída ao aluno.

 

Artigo 24 – Abertos os trabalhos, conforme determina o inciso I do artigo 23, o professor Presidente concederá 20 (vinte) minutos para a defesa oral do Trabalho de Conclusão de Curso pelo aluno.

 

Parágrafo Único – Após a defesa oral de que trata o caput, o aluno será arguido pelos demais professores componentes da Banca Examinadora dentro de um espaço de tempo que não deverá exceder a 15 (quinze) minutos, por professor.

 

Artigo 25 – Ao final da defesa, a Banca Examinadora reunir-se-á para deliberação. 

 

Parágrafo Único – Finda a deliberação a Banca Examinadora retornará ao local e cada um dos professores componentes da Mesa anunciará sua nota ao aluno, justificando sua avaliação e a nota que lhe foi atribuída.

 

Artigo 26 – A nota final do Trabalho de Conclusão de Curso deve ser o resultado da média aritmética das notas atribuídas pelos membros da Banca Examinadora.

 

  • 1.º – Será aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 7 (sete) numa escala de valores de 0 (zero) a 10 (dez) e à Secretaria de seu curso competirá divulgar formalmente a nota obtida com a menção APROVADO.

 

  • 2.º – Caso a nota final atribuída ao aluno esteja compreendida entre 5 (cinco) e 6,9 (seis virgula nove) na escala de valores de que trata o parágrafo anterior, a Banca Examinadora poderá, quando de sua deliberação, sugerir a retificação do Trabalho de Conclusão de Curso.

 

Artigo 27 – No caso da deliberação de que trata o §2o do artigo 26, competirá ao aluno a correção do seu trabalho monográfico levando em consideração as sugestões apresentadas pela Banca Examinadora. 

 

Parágrafo Único – Ao aluno competirá, também, dentro de um prazo de 20 (vinte) dias, solicitar novo depósito obedecendo às regras estatuídas nos §1.º e §3.º do artigo 12.

 

Artigo 28 – A correção do trabalho monográfico de que trata o §2.º do artigo 26 será submetida para a avaliação sem que uma nova Banca Examinadora se faça necessária.

 

  • 1.º – Os professores componentes da Banca Examinadora que avaliaram o trabalho inicial serão os responsáveis pela reapreciação do mesmo.

 

  • 2.º – A reapreciação de que trata o parágrafo anterior deverá ser feita dentro de um prazo máximo de 8 (oito) dias a contar a partir da data do recebimento do mesmo.

 

  • 3.º – No caso dos §1.º e §2.º que trata o caput, a nota atribuída sendo inferior a 5 (cinco) numa escala numérica de 0 (zero) a 10 (dez) o aluno será considerado REPROVADO sem direito a recurso.

 

  • 4.º – Competirá à Secretaria de cada curso divulgar a nota e a média do aluno com a menção APROVADO ou REPROVADO.

 

 Artigo 29 – No caso de a Monografia ter obtido a menção APROVADA, fica facultado à Banca Examinadora solicitar ao aluno ajustes no trabalho apresentado.

 

Parágrafo Único – Entende-se por ajustes as pequenas correções no corpo da Monografia, Artigo Científico ou Projeto, concernentes tanto ao conteúdo, quanto a erros de digitação, falhas no atendimento às normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas entre outros.

 

Artigo 30 – Concluídos os ajustes solicitados pela Banca Examinadora, conforme disposto no artigo anterior, o aluno deverá apresentar o seu Trabalho Monográfico já revisado ao seu professor orientador que, depois de avaliá-lo e dando-se por satisfeito, deverá pôr o seu DE ACORDO.

 

  • 1o – Somente após a avaliação final de que trata o caput deverá o aluno providenciar a encadernação do seu Trabalho Monográfico, que deverá obedecer aos critérios do presente regulamento, quais sejam:

 

  1. CAPA;
    • DURA: REVESTIDA COM CREPEL;
    • COR: VERDE;
    • FORMATO DO PAPEL: A4;
    • FONTE: TIMES NEW ROMAN ou ARIAL;

 

  1. IDENTIFICAÇÃO DA INSTITUIÇÃO;
    • IDENTIFICAÇÃO DO CURSO;

 

  1. TÍTULO DO TRABALHO;
    • SUB-TÍTULO (SE HOUVER);
  2. NOME DO AUTOR;
    • NOME DO PROFESSOR ORIENTADOR;
    • NOME DO PROFESSOR CO-ORIENTADOR, SE HOUVER.

 

  1. LOCAL E DATA.

 

  • 2o – Um exemplar da Monografia de que trata o caput deverá ser encaminhado pelo aluno à Coordenação de seu curso, que o remeterá à Biblioteca Central do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA para fins de catalogação, segundo as normas regulamentares existentes para o registro dos Trabalhos de Conclusão de Curso.

 

  • 3º – Também deve ser entregue uma versão em PDF em um pen drive, para publicação do trabalho nos acervos online do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. Esses acervos online são acessíveis pela internet, permitindo aos alunos a utilização dos TCCs publicados de modo físico e virtual.

 

Artigo 31 – No caso de o aluno receber a menção de reprovação, deverá matricular-se no período subsequente ao da defesa de sua Monografia na(s) disciplina(s) correspondente(s) aos Trabalhos de Conclusão de Curso constante(s) na matriz curricular de seu curso.

 

  • 1.º – Ao aluno será facultado o direito de:

I – Continuar com o mesmo tema da pesquisa e com o mesmo professor orientador; II – modificar o tema da pesquisa e o professor orientador.

 

  • 2. º – No caso do inciso I do parágrafo anterior, bastará ao aluno matricular-se novamente na disciplina correspondente ao Trabalho de Conclusão de Curso.

 

  • 3. º – No caso do inciso II do §1.º, o aluno deverá reiniciar todo o processo de elaboração de seu Trabalho de Conclusão de Curso em conformidade com o disposto nos artigos 12 a 20 do CAPÍTULO III do presente Regulamento.

 

Artigo 32 – É obrigatória a apresentação da Monografia e de sua defesa dentro dos prazos enunciados no calendário acadêmico de cada curso, observando-se sempre a regulamentação atinente a cada Coordenação de Curso.

 

Parágrafo Único – O desrespeito a qualquer dos prazos de que trata o caput, sem motivo formalmente justificado, implicará inexoravelmente na reprovação do aluno na disciplina, impossibilitando-o de concluir o curso e de obter o respectivo título de graduação, Bacharel em Psicologia.

 

Artigo 33 – A Monografia apresentada pelo aluno e aprovada pela Banca Examinadora é documento hábil de comprovação da conclusão efetiva do Curso de Graduação do alunado da Instituição.

CAPÍTULO V – Das Disposições Gerais

 

Artigo 34 – Das decisões tomadas pela Coordenação de Curso cabe recurso ao Conselho Superior de Administração do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, que estatuirá, também, sobre os casos omissos.

 

Artigo 35 – As regulamentações sobre os Trabalhos de Conclusão de Curso inerentes às Diretrizes Curriculares de cada curso de graduação da Instituição serão elaboradas pelos seus respectivos Colegiados de Curso e submetidas para aprovação ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

 

Parágrafo Único – As regulamentações de que trata o caput não poderão desvincular-se das normas estatuídas por este Regulamento.

 

Artigo 36 – Este Regulamento entra em vigor na data da sua aprovação pelo

Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

Parágrafo Único – Revogam-se as disposições anteriores.

 

 

 

Recife, 12 de agosto de 2014.

 

 

 

Laércio Guerra de Melo Júnior

       Diretor Geral da UNIBRA

Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE

 

 

 

 

 

 

 

 

(DO ANEXO I DA REGULAMENTAÇÃO)

CENTRO UNIVERSITÁRIO – UNIBRA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

TERMO DE COMPROMISSO DO PROFESSOR ORIENTADOR

 

(Artigo 16 do Regulamento Geral do Trabalho de Conclusão de Curso)

 

          Pelo          presente          Termo         de          Compromisso         o         abaixo            assinado

______________________________________ Professor do Curso de Bacharelado em Psicologia desta Instituição e responsável pela(s) disciplina(s) ________________________________ declara para os fins que se fizerem necessário ter aceito o convite do(a) aluno(a)

___________________________________________, para orientá-lo(a) na elaboração de seu Trabalho de Pesquisa Monográfica durante o(s) período(s) letivo(s) sobre o tema _______________________________________ tendo por título,    provisoriamente:

___________________________________________________________________.

Declara, também, estar ciente dos Regulamentos (da Instituição e do Curso de Bacharelado em Psicologia) que regem os procedimentos a serem seguidos para a orientação dos Trabalhos Monográficos dos alunos.

 

Recife/PE, _____ de _______________ de ____________ .

 

 

 

______________________                            __________________________

               Professor Orientador                                                 Aluno Orientando  

 

 

(DO ANEXO I DA REGULAMENTAÇÃO)

 

CENTRO UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO – UNIBRA

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

TERMO DE COMPROMISSO DO ALUNO ORIENTANDO

 

(Artigo 16 do Regulamento Geral do Trabalho de Conclusão de Curso)

 

 

          Pelo          presente          Termo         de          Compromisso         o         abaixo            assinado

______________________________________ aluno orientando do ______ período do Curso de Bacharelado em Psicologia desta Instituição declara para os fins que se fizerem necessário ter convidado o(a) Professor(a)

_______________________________________________, para orientá-lo(a) na elaboração de seu Trabalho de Pesquisa Monográfica durante o(s) período(s) letivo(s) sobre o tema _______________________________________ tendo por título,    provisoriamente:

___________________________________________________________________.

Declara, também, estar ciente dos Regulamentos (da Instituição e do Curso de Bacharelado em Psicologia) que regem os procedimentos a serem seguidos para a elaboração de seu Trabalho Monográfico.

 

Recife/PE, _____ de _______________ de ____________ .

 

_____________________________                         __________________________

                    Aluno Orientando                                                               Professor Orientador 

                   CPF/MF no                                                                               CPF/MF no

         Matrícula no

 

ANEXO III – Das atividades complementares

 

A COORDENAÇÃO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA tem sua Regulamentação em acordo com o disposto no Parecer CNE/CES no 105/2002 e na Resolução no 1, de 18 de fevereiro de 2003, homologada pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, normatizado pelo Regulamento elaborado pela Coordenação do Curso de Bacharelado em Psicologia e ratificado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE.

 No Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário – UNIBRA, regido pelo Parecer CNE/CES no 105/2002 e na Resolução no 1, de 18 de fevereiro de 2003, as Atividades Complementares têm uma carga horária de 210 horas. 

Por Atividades Complementares entendem-se aquelas que, embora trazendo enriquecimento cultural ao aluno, não se encontram estabelecidas na estrutura curricular do Curso. São atividades cujos conteúdos propiciam o desenvolvimento de um conhecimento mais aprofundado sobre um determinado assunto, e um conhecimento mais generalizado, mas sempre de interesse particular do aluno. 

Podem ser exteriorizadas através de atividades de ensino e pesquisa, participação em seminários e congressos, simpósios e conferências, ou através de disciplinas não previstas na estrutura curricular, quer sejam ministradas no interior do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA de origem quer em outras Instituições.

 

O Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA estabeleceu um rol de Atividades Complementares a serem cumpridas pelo aluno em função de seu interesse maior, arbitrando a cada uma delas uma carga horária e estabeleceu critérios para a distribuição das mesmas, que foram normatizados no Regulamento de Atividades Complementares, como se segue:

 

  1. ATIVIDADES DIDÁTICAS compreendendo:

  1.1. Monitoria (Intra e Extra da UNIBRA)

     1.2. Disciplinas isoladas

 

  1. ATIVIDADES DE PESQUISA
    • Iniciação Científica (Programas Institucionais)
    • Projeto de Pesquisa para a elaboração de Monografia (concluído)
    • Participação em Congressos e/ou Seminários (local, regional e/ou nacional) com ou sem apresentação de trabalhos.
    • Publicações em periódicos especializados, Anais de Congressos e similares.

 

OBSERVAÇÃO: As participações nas atividades citadas no item 2.3. deverão necessariamente ser comprovadas através do devido certificado emitido pelos responsáveis pela organização do evento.

 

  1. ATIVIDADES DE EXTENSÃO:
    • Editoração de Revista Acadêmica do Estudante
    • Participação em Projeto de Extensão;
    • Participação em atividades realizadas junto à Comunidade e/ou junto a outras IES através de Projetos de Extensão;
    • Participação como representante estudantil, como representante de turma ou nos órgãos colegiados da Instituição;
    • Participação em Estágios Extracurriculares que não se confundam com o Estágio Supervisionado.

 

NOTA: A comprovação da participação do aluno em qualquer das atividades do item 3 deverá ser feita através de Relatórios, Certificados e/ou Declarações que deverão ser emitidas pelo órgão responsável pela atividade.

 

A discriminação da carga horária de cada uma das atividades mencionadas nos itens 1, 2 e 3 que estabelece os critérios para a distribuição das Atividades Complementares está determinada no Regulamento que lhe é próprio e que faz parte integrante do Projeto Pedagógico – PPC de Autorização do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

TABELA DA CARGA HORÁRIA ATRIBUÍDA A CADA UMA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

 

  1. ATIVIDADES DIDÁTICAS

 

Atividades Didáticas    

C.H

Limite

 

Monitoria no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA

(item I do art. 6o)

 

Por Edital

 

100 horas

 

Seminário ou congênere científico (item III do art. 7o)  

 

03

 

06

 

Disciplinas cursadas em outros cursos oferecidos tanto no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA como fora dela (item II do art. 6o)

 

75

 

75

 

 

  1. ATIVIDADES DE PESQUISA

Atividades de Pesquisa 

CH

 

Limite

Iniciação Científica (Programas Institucionais) / projeto concluído (item I do art. 7o)

 

 

30

 

60

Projeto de Pesquisa Acadêmico item II do art. 7o  OBS: (não confundir com o Projeto da Monografia) (item I do art. 12)

 

 

30

 

60

Apresentação feita em seminário ou congênere científico de âmbito local, comprovada com o certificado do órgão competente responsável pelo evento (item I do art. 13)

 

 

03

 

06

Apresentação feita em seminário ou congênere científico de âmbito regional, comprovada com o certificado da Instituição de Ensino Superior responsável pelo Evento (item II do art. 13)

 

 

04

 

08

Apresentação feita em seminário ou congênere científico de âmbito nacional e internacional, comprovada com o certificado da Instituição de Ensino Superior responsável pelo evento (item III do art. 13)

 

 

05

 

10

Publicações em periódicos especializados, anais de congressos e similares, comprovados com a apresentação do documento e suas referências bibliográficas (nível local e regional) (item I do art. 14)

 

 

05

 

15

Publicações em periódicos especializados, anais de congressos e similares, comprovados com a apresentação do documento e suas referências bibliográficas (nível nacional e internacional) (item II do art. 14)

 

 

10

 

30

 

 

  1. ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Atividades de Extensão 

CH

Limite

 Editoração de Revista Acadêmica Estudantil (item I do art. 8o e art. 15)

30

30

 Participação em Projeto de Extensão registrado na Coordenação do  Curso (item II do art. 8o e art. 16)

 –

30

 Participação em atividades realizadas junto à Comunidade através de Projeto de Extensão registrado na Coordenação de Atividades Complementares do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA (item II do art. 8o e art. 16)

30

30

Participação como Representante Estudantil do Curso, nas Plenárias Departamentais, Conselhos de Centro, Centro Acadêmico e nos Colegiados Superiores do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA (item III do art. 8o e art. 17)

03

12

Participação como presidente ou diretor de entidade de representação político estudantil  (item IV do art. 8o e art. 18)

30

Atividades de Extensão realizada no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA ou em outra IES (em Psicologia) (item V do art. 8o e art. 19)

A do certificado

Congressos, Seminários e Simpósios realizados no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA ou fora dela (item VII do art. 8º e art. 21)

A do certificado

 Representante de turma (item I do art. 17)

50

 Estágios extracurriculares conveniados com o Curso de Bacharelado em Psicologia (excetuado o Estágio Supervisionado) (item VI do art. 8o e art. 20)

30

 

 

ANEXO IV – Regulamento das atividades complementares

CAPÍTULO I

DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES

 

Art. 1o – O presente regulamento estabelece normas e procedimentos a serem seguidos quando da inscrição do aluno na Coordenação de Atividades Complementares.

 

Parágrafo Único – A Coordenação de Atividades Complementares será exercida por um(a) Coordenador(a) que poderá ser auxiliado por um(a) Vice-Coordenador(a) e um(a) Secretário(a), todos devidamente designados pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA e nomeados por seu Diretor Geral.

 

Art. 2o – Por Atividades Complementares entendem-se as atividades vivenciadas fora de sala de aula e que, mesmo não fazendo parte integrante da estrutura curricular, deverão ser voltadas para o enriquecimento cultural dos alunos.

 

  • 1o – As Atividades Complementares são de caráter obrigatório.

 

  • 2o – As Atividades Complementares estão nomeadas pelo no Parecer CNE/CES no 105/2002 e na Resolução no 1, de 18 de fevereiro de 2003, homologada pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, são componentes curriculares que possibilitam o reconhecimento, por avaliação, de habilidades, conhecimentos e competências do aluno, inclusive adquiridas fora do ambiente escolar, incluindo a prática de estudos e atividades independentes, transversais, opcionais, de interdisciplinaridade, especialmente nas relações com o mundo do trabalho e com as ações de extensão junto à comunidade.

 

  • 3o – As Atividades Complementares não se confundem com as atividades desenvolvidas e efetuadas quando da Prática do Estágio Supervisionado.

 

 

CAPÍTULO II

DA COMPROVAÇÃO E INTEGRALIZAÇÃO DA CARGA HORÁRIA

 

Art. 3o – A carga horária destinada para o exercício das atividades complementares é de 400 (quatrocentas) horas “relógio” a serem integralizadas entre o primeiro e o décimo períodos do curso.

 

Art. 4o – As Atividades Complementares serão comprovadas através de declarações, certidões ou certificados conferidos por Instituições de Ensino Superior ou pelos organizadores oficiais responsáveis pelo evento.

 

  • 1o – As declarações de que trata o caput deste artigo deverão ser entregues na Secretaria da Coordenação de Atividades Complementares.

 

  • 2o – Compete à Secretaria da Coordenação de Atividades Complementares:

 

I – Registrar através do número de matrícula a inscrição do aluno na Coordenação; II – abrir pasta acadêmica onde deverá constar: 

  1. a) nome do aluno;
  1. data de entrada na Instituição;
  2. período em curso;
  3. o recebimento e arquivamento dos comprovantes de sua participação nas atividades;
  4. um relatório, através do qual o aluno poderá acompanhar o ritmo da integralização da carga horária exigida no caput do artigo 3o.

 

CAPÍTULO III

DAS ATRIBUIÇÕES DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

 

Art. 5o – Para fins de atribuição da carga horária das Atividades Complementares, são reconhecidas as seguintes atividades:

 

  1. atividades didáticas;
  2. atividades de pesquisa;

III.       atividades de extensão.

 

Art. 6o – Compreende-se por Atividades Didáticas:

  1. monitoria;
  2. disciplinas cursadas em outros cursos oferecidos tanto na Instituição como fora dela.

 

Art. 7o – Compreende-se por Atividades de Pesquisa:

  1. iniciação científica;
  2. projeto de pesquisa acadêmica;
  • trabalhos apresentados em seminário ou congênere científico de âmbito local,regional, nacional e/ou internacional;
  1. publicação em periódicos especializados, anais de congressos e similares, de âmbito local, regional, nacional e/ou internacional.

 

Art. 8o – Compreende-se por Atividades de Extensão:

  1. editoração de revista acadêmica estudantil;
  2. participação em atividades realizadas junto à comunidade através de Projeto de Extensão registrado na Coordenação de Atividades Complementares do Curso de Bacharelado em Psicologia;

 

  • participação como representante estudantil nas turmas, no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, nas Plenárias Departamentais, Conselhos de Centro, Centro Acadêmico e nos Colegiados Superiores da IES;
  1. participação como presidente ou diretor de entidade de representação político- estudantil;
  2. atividades realizadas no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA ou em outras Instituições de Ensino Superior, desde que sejam atividades cujo conteúdo atendam e ampliem o conhecimento do aluno;
  3. estágios extracurriculares conveniados com o Curso de Bacharelado em Psicologia, excetuado o Estágio Supervisionado;

 

  • participação em congressos, seminários e simpósios realizados na Instituição ou fora dela.

 

CAPÍTULO IV

DA CARGA HORÁRIA ATRIBUÍDA A CADA ATIVIDADE

 

Art. 9o – A carga horária atribuída ao exercício da Monitoria é de no máximo 100 (cem) horas a serem integralizadas no decorrer dos 10 (dez) períodos letivos do curso.

 

Art. 10 – A carga horária atribuída às disciplinas de que trata o item II do artigo 6o é de 75 (setenta e cinco) horas independentemente do crédito que lhe seja atribuído pelo curso de origem.

 

Art. 11 – A carga horária atribuída à iniciação científica é de no mínimo 30 (trinta), e de no máximo 60 (sessenta) horas por atividade.

 

Art. 12 – A carga horária atribuída à atividade de que trata o item II do artigo 7o é de no máximo 60 (sessenta) horas por atividade.

  1. o projeto de pesquisa acadêmica de que trata o item II do artigo 7o não se confunde com o projeto de pesquisa desenvolvido quando da elaboração da Monografia.

 

Art. 13 – A carga horária atribuída para trabalhos em seminário ou congênere científico de que trata o item III do artigo 7o é de:

 

  1. no mínimo 3 (três) e de no máximo 6 (seis) horas para os eventos de âmbito local;
  2. no mínimo 4 (quatro) e de no máximo 8 (oito) horas para os eventos de âmbito regional;
  • no mínimo 5 (cinco) e de no máximo 10 (dez) horas para os eventos de âmbito nacional e/ou internacional.

 

Art. 14 – A carga horária atribuída às atividades de que trata o item IV do artigo 7o é de:

 

  1. no mínimo 5 (cinco) e de no máximo 15 (quinze) horas para as publicações de âmbito local e regional;
  2. no mínimo 10 (dez) e de no máximo 30 (trinta) horas para as publicações de âmbito nacional e/ou internacional.

 

Art. 15 – A carga horária atribuída à atividade de que trata o item I do artigo 8o é de no máximo 30 (trinta) horas.

 

Art. 16 – A carga horária atribuída para as atividades previstas no item II do artigo 8o é de no máximo 30 (trinta) horas.

 

Art. 17 – A carga horária atribuída para as atividades previstas no item III do artigo 8o é de no mínimo 3 (três) e de no máximo 12 (doze) horas com exceção das atividades de representante de turma.

  1. a carga horária atribuída para as atividades de representante de turma é de no máximo 50 (cinquenta) horas por período letivo.

 

Art. 18 – A carga horária atribuída para as atividades previstas no item IV do artigo 8o é de no máximo 30 (trinta) horas.

 

Art. 19 – A carga horária atribuída para as atividades de extensão previstas no item V do artigo 8o será a do certificado emitido pelo órgão responsável pelo evento.

 

Art. 20 – A carga horária atribuída para as atividades previstas no item VI do artigo 8o é de no máximo 30 (trinta) horas.

 

Art. 21 – A carga horária atribuída para as atividades previstas no item VII do artigo 8o será a do certificado emitido pelo órgão responsável pelo evento.

 

CAPÍTULO V

DA COMPROVAÇÃO DAS ATIVIDADES

 

Art. 22 – As atividades previstas nos itens I, II e III do artigo 5o deverão sempre ser comprovadas através de documentos comprobatórios da efetiva participação do aluno, e chancelados pelos órgãos competentes, excetuando-se as promovidas pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

Parágrafo Único – Os documentos de que tratam o caput do artigo 22 deverão ser entregues na Secretaria da Coordenação de Atividades Complementares para o devido arquivamento no dossiê individualizado do aluno.

 

CAPÍTULO VI

DO PRAZO E DA DATA DE ENTREGA DA DOCUMENTAÇÃO  DAS ATIVIDADES

 

Art. 23 – O prazo para a entrega da documentação referente às Atividades Complementares será definido pela Coordenação de Atividades Complementares.

 

  • 1o – A data limite do prazo a que se refere o caput do artigo 23 será indicada quando do ato de inscrição do aluno na Secretaria da Coordenação de Atividades Complementares.

 

  • 2o – A data limite de que trata o § 1o é improrrogável, e o não cumprimento da mesma implicará na impossibilidade de conclusão do curso dentro de seu período mínimo de integralização.

 

Art. 24 – Os casos omissos serão resolvidos subsidiariamente pelo Regimento do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, Coordenação de Atividades Complementares depois de ouvida a Coordenação do Curso de Bacharelado em Psicologia.

 

Art. 25 – Este regulamento entra em vigor na data de sua publicação.

 

Parágrafo Único – Revogam-se todos e quaisquer disposições em contrário.

 

 

Recife, 12 de agosto de 2014.

 

 

 

Laércio Guerra de Melo Júnior

Diretor Geral da UNIBRA

        Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE


 

ANEXO V – Regulamento do estágio supervisionado dos cursos de graduação – UNIBRA

 

I – Da conceituação do Estágio e dos Objetivos

 

Art. 1º – Entende-se por Estágio Supervisionado as atividades de aprendizagem social, profissional e cultural, proporcionadas aos estudantes pela participação em situações reais de vida e trabalho em seu meio, sendo realizado na comunidade em geral ou junto a pessoas jurídicas de direito público ou privado, sob a responsabilidade do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, conforme o art. 103 do seu Regimento e pela Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que revogou a Lei nº 6494/77, e pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943 (que aprova a Consolidação das Leis do Trabalho).

 

Parágrafo Único – O Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado em Psicologia do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA atende às normativas do Parecer CNE/CES no 105/2002 e na Resolução no 1, de 18 de fevereiro de 2003, homologada pelo Senhor Ministro de Estado da Educação, no que se refere ao Estágio Supervisionado quando da elaboração do curso foi atribuída uma carga horária de 400 horas.

 

Art. 2º – O Estágio Curricular Supervisionado é uma atividade básica do processo didático-pedagógico de aprendizagem que se caracteriza como etapa obrigatória para formação do profissional, indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais esperados.

 

Parágrafo Único – O Estágio Supervisionado possibilitará ao aluno observar os processos operacionais adotados pelas empresas privadas, órgãos públicos, avaliando cada organização, tendo subsídios para analisar criticamente a metodologia utilizada em cada processo.

II – Dos objetivos do Estágio Supervisionado

Art. 3º – Oferecer situações possibilitadoras ao desenvolvimento de atividades práticas para exercício e aperfeiçoamento dos conhecimentos do aluno, aproximando-o da realidade social específica de seu campo de trabalho, tendo em vista sua futura atuação profissional.

Art. 4º Integrar a Instituição à comunidade através de ações participativas, a fim de que o aluno mostre competência com o manejo de técnicas e instrumentos em condições novas e desafiadoras.

Art. 5º Formar gestores e empreendedores aptos a atuarem num mercado de trabalho altamente competitivo e em constante transformação, cujas opções possuem um impacto profundo na vida social, econômica e no meio ambiente das sociedades onde será desenvolvida a atividade de estágio.

 III – Do Ingresso no Estágio

 

Art. 6º – O ingresso nas atividades de estágio se dará no momento em que o aluno dispuser dos requisitos necessários para este regulamento.

Art. 7º No requerimento do ingresso no estágio deverão constar, além de dados pessoais sobre o requerente, mais o seguinte:

  1. Instituição ou organização onde ele será desenvolvido;
  2. Tipo de instituição ou organização onde ocorrerá o estágio;
  3. Período e trabalho previsto e horas semanais;
  4. Endereço da instituição ou organização onde realizará o estágio;
  5. Assinatura do orientador de estágio, indicativa de que concorda em orientar o requerente;
  6. Celebração do convênio entre a empresa e o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  7. Visto do Coordenador de Estágio.

IV – Da Orientação Geral

 Art. 8º – O Estágio Supervisionado deverá ser proposto através de convênio ou parcerias com instituições ou organizações, visando ao intercâmbio Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA /aluno.

Art. 9º – O Estágio poderá, também, assumir a forma de atividade de extensão, mediante a participação do estudante em empreendimentos ou projetos de interesse da instituição ou organização acolhedora do estágio desde que aprovado pelo colegiado do curso.

Art. 10 – Do Estágio Curricular Supervisionado decorrente resultará um Projeto e Relatório de Estágio.

Parágrafo 1º – No Projeto de Estágio deverá constar as qualificações do aluno, os objetivos gerais do estágio, a justificativa do tema e o cronograma de atividades.

Parágrafo 2º – No Relatório de Estágio, deverá constar a realização do trabalho, recursos metodológicos, análise de dados, gráficos, quadros, revisão bibliográfica e bibliografia utilizada o seu campo de atuação.

Parágrafo 3º – Um relatório individual será exigido de alunos que tenham desenvolvido atividade em grupo numa mesma instituição ou organização.

Art. 11 – O estágio curricular supervisionado deverá relacionar-se com as áreas pertinentes aos objetivos do curso.

Art. 12 – O relatório de estágio poderá sofrer alterações a serem acompanhadas pelo orientador, devendo estar de acordo com as normas de estágio supervisionado.

Art. 13 – A duração do Estágio Supervisionado será a exigida para cada curso, em atendimento à legislação específica: pela Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que revogou a Lei nº 6494/77, e pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943 que a regulamenta, sendo atribuições inerentes aos membros da Comissão de estágio:

  1. Manter intercâmbio com órgãos oficiais e empresas privadas;
  2. Providenciar para os supervisores o material necessário para o acompanhamento de estágio;
  3. Apoiar as atividades de estágio visando ao atendimento das diferentes áreas;
  4. Agilizar a obtenção de recursos para o desenvolvimento das atividades de supervisão;
  5. Realizar reuniões sistemáticas.

 

Art. 14 – São atribuições do Coordenador de Estágio:

  1. Exercer todas as atribuições inerentes aos membros da Comissão de estágio descritas no art. 13;
  2. Presidir a Comissão de Estágio e representar oficialmente o estágio Supervisionado dos Cursos de Graduação do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  3. Oficializar o estágio curricular do curso;
  4. Zelar pelo cumprimento das normas que regem o funcionamento do Estágio

Supervisionado e propor ao curso as sugestões de alterações necessárias;

  1. Celebrar o CONVÊNIO entre a Empresa e o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, caso a empresa onde será realizado o estágio não esteja conveniada, de acordo com o disposto na Lei no788, de 25 de setembro de 2008, que revogou a Lei nº 6494/77, e pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943.

 Art. 15 – São atribuições do Supervisor de Estágio:

  1. Co-responsabilizar-se com o Coordenador de Estágio por todas as atividades de estágio;
  2. Assessorar o estagiário na elaboração do projeto e relatório de estágio;
  3. Orientar e avaliar o estagiário nas atividades desenvolvidas no estágio;
  4. Solicitar ao Coordenador de Estágio a realização de reuniões;
  5. Participar de reuniões convocadas pelo Coordenador do Curso e/ou

Coordenador de Estágio;

  1. Avaliar as condições de realização do estágio e, se julgar conveniente, propor a interrupção do estágio à Coordenação de Estágio;
  2. Zelar pelo cumprimento das normas que regem o funcionamento do estágio;
  3. Propor à coordenação do estágio alterações pertinentes, quando julgar necessário;
  4. Orientar o aluno estagiário na elaboração e desenvolvimento de projetos especiais de estágio;
  5. Desempenhar outras atividades pertinentes à função de Supervisor;
  6. Divulgar para os alunos, semestralmente, o manual do aluno de estágio supervisionado;
  7. Encarregar-se da divulgação e entrega deste regulamento de estágio aos estagiários e demais interessados;
  8. Informar, orientar, supervisionar e coordenar todas as atividades que dizem respeito ao desenvolvimento do estágio;
  9. Aprovar os planos de estágio e elaborar o calendário do estágio;
  10. Manter permanente contato com os supervisores e orientadores, procurando dinamizar e otimizar as condições de funcionamento do estágio;
  11. Realizar reuniões sistemáticas.

 

V – Dos Estágios

Art. 16 – O Estágio Supervisionado, que atende às Diretrizes Curriculares de cada curso, é uma atividade curricular desempenhada pelo aluno, que tenha estreita correlação com sua formação acadêmica independente do vínculo empregatício que o ligue à organização privada ou pública.

Art. 17 – Para obtenção do diploma de bacharel, é obrigatória a realização do estágio supervisionado.

Art. 18 – A carga horária do estágio supervisionado atende às diretrizes curriculares e à grade curricular de cada curso.

Art. 19 – O Estágio Supervisionado poderá ser realizado na mesma área ou em áreas distintas, parceladamente, devendo, ao final, completar o número de horas que emana o Artigo 18 deste Regulamento.

 

Parágrafo 1º – O estágio poderá ser cumprido em uma ou mais organizações, sendo facultado ao aluno apresentar programa igual ou superior à exigência legal.

 

Art. 20 – O aluno poderá desenvolver o estágio na organização em que trabalha a critério e com aprovação prévia do Coordenador e do Supervisor de Estágio Supervisionado.

 

VI – Da avaliação

 

Art. 21 – De acordo com os objetivos correspondentes a cada modalidade de atividades desenvolvidas no Estágio Supervisionado, constantes de avaliação, em épocas definidas, que darão a informação global sobre a avaliação do estágio.

 

Art. 22 – Para efeito de avaliação de Estágio Supervisionado, serão atribuídas notas de ZERO a DEZ aos projetos e relatórios finais.

Parágrafo 1º – Constituem critérios de avaliação no Estágio Supervisionado:

 

TAREFAS

PONTOS

Carta de início de estágio e documentação exigida

05

Caracterização da empresa

05

Análise da organização

05

Características da área onde realizou o estágio

05

Apresentação das atividades desenvolvidas 

05

Diagnóstico dos problemas e possíveis sugestões de melhoria 

05

Conclusão

10

Projeto de Estágio

20

Relatório Final

40

Total

100

 

Parágrafo 2º – Será considerado aprovado o aluno que obtiver nota igual ou superior a 7 (sete).

 

Parágrafo 3º – O aluno que não obtiver nota 7 (sete) deverá apresentar programação complementar no período de 08 (oito) dias, com um novo relatório que será avaliado pelo respectivo orientador, cuja nota será atribuída de acordo com o artigo 22.

 

Parágrafo 4º – Caso não tenha a nota de aprovação, seu estágio será considerado nulo para todos os efeitos, devendo o aluno cumprir, no semestre subsequente, o estágio supervisionado.

 

Art. 23 – A avaliação do Relatório Final de Estágio, assim como o de equivalência de estágio, será realizada primeiramente pelo orientador escolhido e em seguida, encaminhada para apreciação da Comissão de Estágio composta pelo coordenador e supervisor de estágio.

 

Art. 24 – A aprovação no estágio supervisionado estará condicionada à entrega do projeto e relatório, segundo orientação definida na proposta de estágio.

 

Parágrafo único – Na avaliação, além do conteúdo do trabalho, será considerado:

  1. Adequação da participação do estagiário ao objetivo do estágio;
  2. Adequação do trabalho desenvolvido pelo estagiário, conciliando teoria e prática;
  • Unidade, coerência e desenvolvimento lógico do relatório do estágio;
  1. Dedicação e empenho no trabalho, verificando através da participação nas atividades de orientação definidas pelo orientador;
  2. Metodologia empregada na realização das atividades (revisão bibliográfica, estudos, etc.) e no estágio propriamente dito, incluindo conclusões e sugestões; VI. Observação das normas definidas neste regulamento.

 

Art. 25 – O aluno deverá obter na avaliação final nota mínima igual ou superior a 7 (sete) para respectiva aprovação, além do cumprimento do total de horas estipulado no artigo 18 (Capítulo V).

 

 

VII – Do Projeto de Estágio

 

Art. 26 – Todo aluno matriculado a partir do 9º período poderá iniciar o cumprimento, individualmente, do Programa de Estágio Supervisionado que poderá se estender até o 15o período, caso a oferta de vagas para o estágio seja insuficiente para o número de candidatos, devendo o aluno cumprir o que emana o artigo 18 deste regulamento.

 

Art. 27 – deverão constar no projeto os seguintes itens:

 

  1. Qualificação do aluno

 

Neste item, deve-se fazer uma breve apresentação do aluno quanto às suas qualificações, aspirações e interesse sobre a área escolhida (do estágio).

 

  1. Objetivos gerais do estágio

 

Os objetivos gerais se relacionam com o conteúdo intrínseco dos fenômenos, eventos ou ideias sobre a área estudada (o que estudar).

 

  • Justificativa do tema

Trata-se de levantar os motivos mais relevantes que deram origem à decisão de se abordar o assunto. Também dar-se-á precedência às razões decorrentes da própria natureza do assunto, de sua relevância e contribuição para o desenvolvimento da área (porque estudar).

 

  1. Cronograma de atividades

 

Todo semestre será elaborado um quadro demonstrativo das atividades a serem desenvolvidas pelo aluno durante o estágio, constando para cada atividade o seu tempo de duração e o período em que ele ocorrerá (inclui-se aqui toda atividade do estágio).

 

  1. Anexos:

 

  1. Carta de apresentação do aluno à empresa com cópia da programação a ser realizada;
  2. Ficha cadastral, fornecida pelo supervisor de estágio, devidamente preenchida.

 

Parágrafo Único – a aprovação do programa de estágio será evidenciada na ficha cadastral do aluno.

 

Art. 28 – O Estágio Supervisionado somente poderá ter início após a programação ter sido aprovada pela Coordenação de Estágio.

 

VI – Da Localização das Ofertas de Estágio

 

Art. 29 – As ofertas de estágio poderão ser obtidas pelo aluno através do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA com o Supervisor Geral ou Coordenador ou, ainda, pelas instituições que intermedeiam a relação de estágios.

 

Art. 30 – Ao aluno interessado em concorrer à oferta de vagas de Estágio será fornecida uma carta de apresentação para entrevista à organização para fins de seleção.

 

VII – Da Realização do Estágio

 

Art. 31 – Ao término do período de estágio, o aluno apresentará a documentação de que trata o presente Regulamento em seu artigo 25. 

 

Art. 32 – A orientação ao aluno é individual, com data e horário estipulado no início do semestre letivo.

 

Parágrafo Único – Os alunos que optarem por efetuar estágio em mais de uma área deverão apresentar programas individuais, conforme artigo 19, parágrafo 1o.

 

Art. 33 – O Projeto e Relatório Final de Estágio deverão ser apresentados na data estipulada por calendário divulgado pelo Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA com todas as instruções contidas neste Regulamento.

 

Art. 34 – A simples entrega do relatório de estágio não implicará a comprovação da realização do estágio. O acadêmico deverá cumprir todas as etapas estipuladas neste Regulamento.

 

Art. 35 – Deverão constar no Relatório de Estágio, obrigatoriamente:

 

  1. a) Declaração da organização contendo número de horas de estágio e descrição das atividades realizadas a fim de ser entregue ao Supervisor do Estágio Supervisionado.

 

Art. 36 – O relatório final a ser apresentado versará sobre aspectos substantivos das atividades desempenhadas e desenvolvidas pelo aluno, ressaltando-se em capítulo próprio as conclusões do trabalho.

 

Art. 37 – O relatório deverá conter a seguinte estrutura:

 

  1. Dados Iniciais

 

  1. Nome
  2. Endereço (pessoal e completo)
  3. Nome da Empresa
  4. Endereço (Empresa completo)
  5. Telefone comercial
  6. Seção de trabalho (setor)
  7. Cargo que ocupa
  8. Horário de trabalho

 

  1. Período coberto pelo Relatório
  2. Introdução
  3. Revisão Bibliográfica

Informações específicas sobre o trabalho (descrição do local de estágio, análise das matérias, métodos, sistemas, teorias, conceitos e filosofias, análise da empresa, diagnóstico da empresa, recomendações):

  1. Descrição do local de Estágio envolvendo todos os recursos (pessoas, máquinas, instalações, produtos, matéria-prima, especificações, etc.);
  2. Análise das matérias, métodos, sistemas, teorias, conceitos e filosofias vistos no curso comparado com o que ocorre no local de estágio;
  3. Análise da empresa, no departamento onde o estagiário está alocado, em termos de processos, ramo de atividade, atuação no mercado, comparando o que foi visto nas disciplinas do curso e na prática com o que está acontecendo, como uma espécie de analise empresarial;
  4. Diagnóstico da empresa de onde o aluno escolherá um problema ou melhoria a ser solucionado e ou implantado;
  5. Recomendações para a solução do problema ou para implantação da melhoria, levando em consideração a natureza sistêmica da Empresa. As recomendações devem ser em torno de projetos contendo detalhes das mudanças tais como: o que fazer, para que fazer, como fazer, quem vai fazer, quanto vai custar, quais os benefícios, quais os riscos, quais dificuldades, cronograma de implantação e quais as estratégias a serem utilizadas para a venda da ideia e sistemas de acompanhamento.

 

  1. Metodologia
  2. Trabalhos ou projetos realizados na empresa
  3. Conclusão
  4. Referências Bibliográficas
  5. Anexo
  6. Data e assinatura do estagiário

 

VIII – Da Documentação

 

Art. 38 – Documentação para comprovação do estágio:

 

  1. Aluno Estagiário
  • Contrato de estágio ou termo de compromisso (cópia);
  • Convênio com a empresa que o aluno vai realizar o estágio.

 

  1. Aluno Empregado
  • Carteira de Trabalho (deverá ser apresentada, acompanhada de cópia das folhas de identificação e registro);
  • Contrato de Trabalho (cópia);
  • Relação de tarefas que desempenha no ambiente profissional, digitada e assinada por seu supervisor ou representante legal da empresa.

 

  1. Aluno Proprietário
  • Contrato Social (cópia anexa);
  • Carteira de Identidade (cópia);
  • Relação de tarefas que desempenha no ambiente profissional datilografada e assinada.

 

XIX – Dos Direitos do Estagiários

 

Art. 39 – São direitos dos estagiários, além daqueles consagrados pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA e legislação pertinente:

 

  • – Solicitar orientação do Coordenador, do supervisor ou dos professores orientadores do estágio;
  • – Solicitar orientação dos demais professores, sempre que necessária ao aprimoramento dos seus conhecimentos.

 

X – Dos Deveres dos Estagiários

 

Art. 40 – São deveres dos estagiários, além daqueles impostos pelo Regulamento do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA e pela lei:

  1. Cumprir e fazer cumprir as disposições do regulamento do Estágio Supervisionado dos cursos de graduação;
  2. Elaborar o plano de estágio, ou, inscrever-se e acatar os critérios exigidos no caso de atividades de extensão;
  • Comparecer, regularmente, às reuniões convocadas pelo Coordenador e Supervisor;
  1. Apresentar relatórios parciais, definidos pelo supervisor, que permitam o acompanhamento das atividades de estudo e de pesquisa;
  2. Apresentar relatório final do estágio;
  3. Apresentar à coordenação de estágio comprovante legal emitido pelo órgão de realização do Estágio que comprove as exigências de duração expressa no artigo 18, deste Regulamento.

 

XI – Do Cronograma das Atividades

 

Art. 41 – As atividades de Estágio Supervisionado, dispostas neste Regulamento, terão cronograma definido a cada período letivo pelo Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, em comum acordo com o Coordenador de Curso e respeitando o calendário oficial da Instituição e divulgar no manual do aluno, que deve ser modificado semestralmente.

 

Parágrafo 1o – As atividades de estágio serão iniciadas quando o aluno estiver começando o terceiro semestre letivo. Nesta época, o aluno deverá preencher e entregar o cadastro para fins de Estágio.

 

Parágrafo 2o – Se, após aquela data, o aluno não tiver definido sobre seu estágio, ele deverá marcar entrevista com o professor supervisor do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, para que seja registrada a situação e na medida do possível, encontradas alternativas para que ele desenvolva a atividade curricular, caso ocorra o descrito no artigo 26.

 

Parágrafo 3o – É de responsabilidade do estudante buscar os meios que possibilitem a realização do Estágio Supervisionado Curricular.

 

Parágrafo 4o – As reuniões e entrevistas com o Supervisor de Estágio ocorrerão sempre que necessárias durante o período de estágio, porém ao final de cada etapa o aluno deverá entregar o Relatório de Estágio para a avaliação e possíveis correções das atividades.

 

Parágrafo 5o – Realizadas todas as atividades de estágio, os alunos terão que entregar o Relatório Final do semestre consequente ao qual se cadastraram para fins da atividade.

 

Parágrafo 6o – Os alunos que eventualmente não conseguirem completar as atividades e não obtiverem a aprovação terão o prazo estipulado no cronograma para recuperarem a avaliação através de novas observações no local de estágio, correções no projeto ou relatório apresentado. Caso, mesmo assim não consigam aprovação, deverão repetir a atividade no semestre seguinte.

 

XII – Da Equivalência de Estágio

 

Art. 42 – O aluno poderá optar, ainda, pela equivalência de estágio quando o mesmo trabalhar pelo menos 06 (seis) meses consecutivos na empresa, comprovados em carteira profissional, em uma das áreas propostas pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, ou, ainda, quando ele for sócio da empresa. 

 

Art. 43 – Deverá o aluno com vínculo empregatício comparecer à Secretaria do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA para entregar a documentação necessária para equivalência e a Carta de Confirmação de Equivalência de Estágio com assinatura e carimbo de identificação do supervisor em papel timbrado da empresa.

 

Parágrafo 1o – O Relatório Final de Equivalência de Estágio deverá ser entregue pelo aluno à Secretaria do Centro Universitário Brasileiro –  UNIBRA.

 

Parágrafo 2o – O aluno estagiário deverá anexar à documentação referida no artigo 41, inciso III, a Declaração de Vínculo com a empresa em papel timbrado e atualizada.

 

XIII – Da Documentação Necessária para Realizar Equivalência de Estágio

 

Art. 44 – O aluno com vínculo empregatício deverá apresentar cópia da Carteira Profissional, cópia do contrato de trabalho e carta de confirmação de equivalência de estágio com assinatura e carimbo de identificação do supervisor em papel timbrado da empresa.

 

Art. 45 – O aluno sócio ou proprietário deverá apresentar cópia do contrato social da empresa e carta de confirmação de equivalência do estágio com assinatura e carimbo de identificação do supervisor em papel timbrado.

 

XIV – Das Disposições Gerais

 

Art. 46 – O diploma somente será conferido ao aluno que realiza o Estágio Supervisionado, com aproveitamento, em conformidade com este Regulamento.

 

Art. 47 – O prazo para entrega dos projetos e relatórios de estágio aos docentes supervisores encerra-se no dia estipulado por calendário divulgado pelos docentes supervisores de Estágio Supervisionado.

 

Art. 48 – Os contratos de Estágio Supervisionado serão assinados pela Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

Art. 49 – Não haverá prorrogação nos prazos estabelecidos no calendário, divulgados pela Coordenação de Estágio Supervisionado.

 

Art. 50 – Os casos omissos serão resolvidos pela coordenação e supervisão de estágio, Coordenador dos cursos de graduação, Coordenador Geral e pela Direção Geral do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

Art. 51 – Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação, pela Coordenação e Supervisão de estágio, Coordenações e Direção Geral do Centro Universitário brasileiro – UNIBRA.

 

Parágrafo Único – Revogam-se todos e quaisquer disposições em contrário.

 

 Recife, 12 de agosto de 2014.

 

 Laércio Guerra de Melo Júnior

Diretor Geral da UNIBRA

        Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE


 

ANEXO VI – Termo de estágio

 

CENTRO UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO – UNIBRA

 

 

Modelo de Convênio que entre si celebram a

________________________________________ e o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

 

Convênio que entre si celebram o IBGM – INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO E MARKETING, mantenedora do CENTRO UNIVERSITÁRIO BRASILEIRO- UNIBRA, localizada à Rua Joaquim Felipe, no 250 – Bairro da Boa Vista, na cidade do Recife, Estado de Pernambuco, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 07.397.2201/0001-40, doravante denominada simplesmente CONVENENTE, neste ato representado pelo seu diretor, Laércio Guerra de Melo Júnior, inscrito no

CPF sob nº 025.308.574-82, e a ______________________ com sede ____________________________________________, doravante denominada simplesmente CONVENIADA, neste ato representado pelo _______________________, inscrito no CPF/MF sob nº.

____________________________, resolvem as Partes celebrar o presente Convênio de acordo com as cláusulas e condições adiante pactuadas:

CLÁUSULA PRIMEIRA: O objetivo deste convênio é a realização de programas de estágio para alunos matriculados na CONVENENTE e nas áreas de interesse da CONVENIADA.

CLÁUSULA SEGUNDA: O estágio de interesse curricular só poderá ser realizado se obedecidas às normas regimentais da CONVENENTE com relação à situação do aluno no curso e de acordo com o regulamento de estágio. 

ÚNICO: Qualquer estudante regularmente matriculado na CONVENENTE poderá candidatar-se a estágio curricular ou extracurricular de acordo com a disponibilidade de vagas da CONVENENTE.

CLÁUSULA TERCEIRA: A realização do estágio será precedida da assinatura do Termo de Compromisso que passará a integrar este Convênio independentemente de transcrição, a ser celebrado entre a CONVENIADA e o estudante, com interveniência da CONVENENTE, mediante o qual o estudante obrigar-se-á a cumprir as condições nele estabelecidas, bem como as normas referentes aos empregados da CONVENIADA especialmente às referentes ao resguardo do sigilo de informações a que tenham acesso.

CLÁUSULA QUARTA: Os estudantes atuarão na condição de estagiários,

para os fins da Lei no 11.788, de 25 de setembro de 2008, que revogou a Lei  nº 6494/77, e pelo DecretoLei no 5.452, de 1o de maio de 1943 (que aprova a Consolidação das Leis do Trabalho), não existindo entre eles e a CONVENIADA qualquer vínculo empregatício. 

CLÁUSULA QUINTA: A CONVENENTE fará para os estudantes que

estão sob a condição de estágio, seguro de acidentes pessoais para cobrir danos decorrentes do desempenho das suas atividades, ficando a CONVENIADA responsável pelos seguros dos estágios extracurriculares, caso haja interesse na permanência do estagiário na unidade de saúde.

CLÁUSULA SEXTA: A carga horária, duração e jornada de estágio

poderão ser inferiores a um semestre letivo, como também podem ser tratadas de forma distinta através de cronogramas acordados entre a CONVENIADA e a CONVENENTE.

CLÁUSULA SÉTIMA: A critério da CONVENIADA, o período de estágio

poderá ser prorrogado mediante assinatura de termo aditivo.

CLÁUSULA OITAVA: À CONVENENTE caberá estabelecer os critérios

relativos à bolsa de complementação educacional a que fará jus o estagiário.

CLÁUSULA NONA: À CONVENENTE caberá:

  1. Firmar convênios sobre estágios;
  2. Firmar, como interveniente, os termos de compromisso de estágio;
  3. Acompanhar e avaliar, a realização do estágio;
  4. Informar, por escrito, à CONVENIADA o cancelamento do estágio por

motivos didáticos ou regimentais. 

CLÁUSULA DÉCIMA: À CONVENIADA compete:

  1. Assinar o convênio com a CONVENENTE;
  2. Recepcionar os estagiários encaminhados pela CONVENENTE;
  3. Firmar com os estagiários os Termos de Compromisso de Estágio bem como, os termos aditivos com a interveniência da CONVENENTE;
  4. Proporcionar aos estagiários condições de vivência, aprendizado e experiência mediante participação em situações reais de trabalho;
  5. Controlar a assiduidade e pontualidade dos estagiários;
  6. Promover a realização do estágio com aproveitamento dos estagiários em atividades relacionadas com os respectivos campos;
  7. Avaliar o estágio visando compatibilizar as exigências da CONVENENTE com o programa estabelecido pela CONVENIADA;
  8. Permitir o acesso da coordenação do curso ou de professor por ela designado para supervisionar o desenvolvimento do estágio;
  9. Fornecer à CONVENENTE, quando solicitado, comprovação das atividades desenvolvidas e número de horas cumpridas pelo estagiário.

CLÁUSULA DÉCIMA-PRIMEIRA: A CONVENIADA rescindirá o termo de

compromisso de estágio:

  1. Ao término do período de estágio;
  2. Ao término ou eventual interrupção do curso ou, ainda, quando do desligamento do estudante da CONVENENTE;
  3. No interesse e por conveniência da administração;
  4. Face ao não cumprimento pelo estagiário de suas obrigações ou

desempenho insatisfatório;

  1. Quando por motivos didáticos ou regimentais.

 

ÚNICO: A rescisão do Termo de Compromisso de Estágio não gera para

a CONVENIADA, nem para o estudante estagiário a obrigação de indenizar.

CLÁUSULA DÉCIMA-SEGUNDA: Os casos omissos serão resolvidos

conjuntamente pelas partes.

CLÁUSULA DÉCIMA-TERCEIRA: As partes elegem o foro da cidade de Caruaru para dirimir qualquer questão fundada no presente convênio.

E, por estarem de pleno acordo, lavrou-se o presente instrumento, em 02 (duas) vias de igual teor e forma, que depois de lido e achado conforme, vai assinado pelas partes convenientes e testemunhas.

 

Recife, _________ de _____________________ de  _________ .

 

________________________________________________________

INSTITUTO BRASILEIRO DE GESTÃO E MARKETING – IBGM

 

__________________________________________________________

NOME DA CONVENIADA

 

Testemunhas:

 

  1. _________________________________________________________

 

 

b)_________________________________________________________


 

ANEXO VII – Regulamento do núcleo de pesquisa e extensão – FGM-UNIBRA

 

RESOLUÇÃO 010/2014

 

 

CAPÍTULO I – DA NATUREZA

 

O Núcleo de Pesquisa e Extensão é um órgão suplementar, de caráter executivo, consultivo e de assessoramento, com atribuições técnico-administrativas e científico-acadêmicas, vinculado ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão, de acordo com as disposições do Regimento do centro Universitário Brasileiro – UNIBRA e do Plano de Desenvolvimento Institucional e será regido pelas normas regimentais e estatutárias da FGM/UNIBRA e por esta Resolução.

 

Art. 1º O Núcleo de Pesquisa e Extensão estruturar-se-á de acordo com

os princípios e diretrizes contidos no Estatuto do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA e terá seus objetos, objetivos, competências, organização e funcionamento disciplinados por esta Resolução.

Art. 2º O Núcleo de Pesquisa e Extensão  tem como finalidade desenvolver Atividades Complementares de Ensino, Pesquisa e Extensão, integrantes da matriz curricular dos cursos de graduação, compatíveis com o seu

          Projeto             Pedagógico             e             aprovadas             pelo            Conselho              do

Núcleo de Pesquisa e Extensão

.§1° São Atividades Complementares de Ensino:

 

  • – O estágio voluntário em entidades públicas ou privadas, conveniadas, devidamente comprovado;
  • – Monitoria em disciplina específica do curso;
  • – Atividades desenvolvidas em Empresa Júnior;
  • – Outras atividades planejadas pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão;

 

  • 2º São Atividades Complementares de Pesquisa:
  • – Participação do aluno em Grupos de Pesquisa voltados à investigação de temas acadêmico-sociais relevantes, coordenados por docente;
  • – Promoção de Iniciação Científica para grupos de estudo institucionalizados;
  • – Trabalhos publicados em periódicos científicos;
  • – Apresentação de trabalhos científicos em congressos, seminários e/ou palestras previamente agendadas para esse propósito;
  • – Intercâmbio e/ou viagens programadas pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

 

  • 3º São Atividades Complementares de Extensão:
  • – Programa de Extensão: conjunto de projetos e atividades institucionais
  • que integram ensino, pesquisa e extensão e volta-se ao atendimento de questões relevantes da sociedade;
  • – Projeto de Extensão: conjunto de atividades de caráter educativo, artístico, científico, tecnológico e cultural, desenvolvido com a comunidade, envolvendo professores e estudantes em ações sistematizadas que se direcionam a produção de novos conhecimentos;
  • – Curso de Extensão: curso ofertado à comunidade, com o objetivo de
  • socializar o conhecimento acadêmico, dinamizando o processo de interação entre o Cntro Universitário Brasileiro – UNIBRA e a sociedade através de atividades que busquem produzir, sistematizar e divulgar conhecimentos e técnicas, numa determinada área de estudos, ou vise à reciclagem, à atualização ou à produção de novos conhecimentos;
  • – Evento de Extensão: atividades desenvolvidas sob a forma de
  • congressos, seminários, debates, jornadas de estudo, visitas técnicas, exposições e similares, aprovadas pela coordenação de extensão do Núcleo de Pesquisa e Extensão, mediante pedido do interessado.

 

Art. 3° As Atividades Complementares serão desenvolvidas com o

propósito de enriquecer a formação sócio-profissional do acadêmico, privilegiando a complementação dos estudos curriculares e o aprofundamento temático e interdisciplinares e serão desenvolvidas em três grupos fundamentais, conforme anexo I:

PARÁGRAFO ÚNICO: Atividades de Iniciação Científica: serão

computadas 30 horas para os alunos que cumprirem 12 horas semanais de trabalho e 60 horas para os alunos que cumprirem 20 horas semanais de trabalho.

Art. 4º – As atividades de extensão consideradas para preenchimento da

carga horária são as descritas no art. 2º § 3º dessa Resolução e especificadas no Anexo II.

  • 1°A carga horária individual das atividades de extensão será computada de acordo com a dimensão do Projeto realizado e a CHT (Carga Horária Total) utilizada para o evento;
  • 2° Para efeito de consolidação das horas de atividades complementares que tratam a presente           resolução,       serão   considerados   os        documentos comprobatórios constantes no Anexo III.

Art. 5° A realização de atividades complementares não se confunde com as do Estágio Supervisionado, com a Prática Jurídica ou com a do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

Art. 6º O acompanhamento e o registro das atividades complementares serão efetuados, no âmbito do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão.

 

CAPÍTULO IIOBJETO E OBJETIVOS

 

Art.7° Objeto do NUPEX: 

  • – Ensino;
  • – Pesquisa;
  • – Extensão.

Art. 8° Objetivo geral é incentivar a investigação científica de Ensino, Pesquisa e Extensão.

Art. 9° Objetivo específico é estimular a criação cultural, o

desenvolvimento do espírito científico, pensamento reflexivo crítico.

 Art. 10º As Áreas de Concentração de Pesquisa e Extensão, com as

respectivas Linhas de Pesquisa:

I – Estado, Sociedade e Trabalho:

  1. Desenvolvimento Regional e Sustentável;
  2. Estado, Democracia e Direitos Humanos;
  3. Empresa, Gestão e Negócios; II – Saúde e Políticas Públicas:
  4. Planejamento, Avaliação e Gestão de Políticas e Serviços de Saúde;
  5. Biotecnologia e Microbiologia Ambiental.

 

CAPÍTULO III – ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E TÉCNICO-ADMINISTRATIVA

 

Art. 11 O NUPEX terá a seguinte estrutura organizacional:

  • – Coordenação Geral;
  • – Coordenação de Ensino;
  • – Coordenação de Extensão;
  • – Conselho Técnico-Científico de Curso – CTCC;
  • – Conselho de Ética em Pesquisa – CEP; VI – Secretaria – SEC.

 

Art. 12 O Núcleo de Pesquisa e Extensão será composto por:

  • – Docentes, Discentes e Funcionários do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  • – Colaboradores;
  • 1º Os docentes que integrarem o Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão deverão submeter, previamente, suas propostas de trabalho ao Conselho Técnico-Científico de Curso – CTCC, devendo especificar carga horária disponível para a realização da atividade;
  • 2º Os trabalhos do Núcleo, desempenhados pelos estudantes de graduação e por estagiários, constarão dos planos de trabalho e deverão ser apreciados pelo Conselho Técnico-Científico de Curso (CTCC);
  • 3º As ações realizadas pelos membros do Núcleo de Pesquisa e Extensão deverão ser documentadas e fazer parte do arquivo do Núcleo;
  • 4º Os membros do Núcleo deverão disponibilizar, para o acervo do

mesmo, cópia de sua produção técnico-científico produzida no Núcleo de Pesquisa e Extensão.

 

SEÇÃO I – DA COORDENAÇÃO, VICE-COORDENAÇÃO E COORDENAÇÕES DE ENSINO E EXTENSÃO.

 

Art. 13 A Coordenação do Núcleo será exercida por um Coordenador e

um Vice-Coordenador indicados pela Direção Acadêmica e designados por Portaria da Direção Geral do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA.

  • 1º Poderão ser indicados, para exercício da Coordenação e da ViceCoordenação, docentes membros do Núcleo de Pesquisa e Extensão que atendam aos seguintes requisitos:

I – Detentores de títulos de pós-graduação stricto sensu com capacitação

em área de conhecimento compatível com a natureza do Núcleo;

  • 2° O Vice-Coordenador é o principal assessor do Coordenador,

substituindo-o em suas faltas, impedimentos e vacância;

  • 3° O mandato do Coordenador e do Vice-Coordenador será de 02 (dois)

anos, sendo permitida uma recondução;

  • 4° Na vacância simultânea dos cargos de Coordenador e de ViceCoordenador, assumirá a coordenação o coordenador de extensão ou de atividades complementares com maior titulação e experiência no Núcleo de Pesquisa e Extensão enquanto se dar a indicação para provimento dos referidos cargos, no prazo máximo de 60 (sessenta) dias.

Art. 14 Compete à Coordenação Geral:

  • – Coordenar a execução das ações do Núcleo de Pesquisa e Extensão;
  • – Apresentar ao CTCC a programação semestral das atividades a serem
  • desenvolvidas no Núcleo;
  • – Elaborar relatórios semestrais dos trabalhos do Núcleo para
  • apreciação da Direção Acadêmica;
  • – Apreciar as propostas de trabalho apresentadas pelo CTCC;
  • – Adotar em conjunto com a Direção Acadêmica e Direção Geral do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, as medidas disciplinares necessárias ao perfeito funcionamento das atividades do Núcleo;
  • – Estabelecer as funções do pessoal envolvido em atividades técnico-
  • administrativas;
  • – Preservar o patrimônio sob a responsabilidade da Coordenação do
  • Núcleo de Pesquisa e Extensão;
  • – Adotar medidas para operacionalização das diretrizes do Núcleo.

 

PARAGRAFO ÚNICO: Compete ao Coordenador Geral do Núcleo de Pesquisa e Extensão, a responsabilidade pela implantação, execução e supervisão das atividades de Pesquisa.

Art. 15 Compete à Coordenação de Ensino:

  • – Promover e coordenar: as atividades de Monitoria, Estágios Extracurriculares, Atividades em Empresa Júnior e Disciplinas Complementares;
  • – Promover junto à Direção Acadêmica e Coordenação do respectivo
  • curso, processo seletivo para Monitoria;
  • – Firmar convênios para realização de Estágios Extracurriculares, ressalvados os Estágios Supervisionados e a Prática Jurídica que terão regulamentação própria;
  • – Estabelecer junto à Direção Acadêmica e Coordenações de cursos, a
  • instituição da Empresa Júnior, bem como, supervisionar o seu funcionamento;
  • – Apreciar as propostas de trabalho de Ensino, apresentadas pelo CTCC;
  • – Estabelecer junto à Direção Acadêmica e Coordenações de cursos, os critérios de aproveitamento das disciplinas complementares como atividades complementares válidas.

Art.16 Compete à Coordenação de Extensão:

  • – Promover e coordenar os programas de Extensão, Projetos, cursos ou eventos de Extensão;
  • – Estimular o conhecimento dessas atividades pela comunidade local;
  • – Firmar convênios com instituições e agências nacionais e estrangeiras visando fomentar programas de Extensão;
  • – Firmar intercâmbios com instituições estimulando a interação entre professores e desenvolvimento de projetos comuns;
  • – Buscar financiamento para realização de projetos de extensão em agência de fomento;
  • – Divulgar as atividades do núcleo através de seminários internos e da publicação, em revista técnica e/ou científica, de notícias e informações a elas pertinentes.

Art.17. O Núcleo de Pesquisa e Extensão expedirá Certificados comprobatórios das atividades complementares de Ensino, Pesquisa e Extensão, conforme os critérios estabelecidos nesta Resolução.

PARÁGRAFO ÚNICO: Os certificados expedidos por outras Instituições

somente surtirão efeito após validação pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão.

 

SEÇÃO II – DO CONSELHO TÉCNICO-CIENTÍFICO DE CURSO

 

Art. 18 O Conselho Técnico-Científico de Curso – CTCC, será constituído

por:

  • – O Coordenador do Curso;
  • – Dois professores com titulação mínima de Mestre;
  • – Um avaliador ad hoc;
  • – Um suplente ad hoc;
  • 1° Dentre os membros do Conselho Técnico-Científico de Curso – CTCC exercerá a presidência aquele de maior titulação acadêmica;
  • 2º O avaliador e o suplente ad hoc correspondem a membros externos,

da área do curso, com titulação mínima de Mestre.

Art. 19 Ao Conselho Técnico-Científico de Curso – CTCC compete:

  • – Sugerir as diretrizes gerais e planos de atividades do Núcleo de Pesquisa e Extensão
  • – Propor estratégias para viabilizar a operacionalização das metas estabelecidas para o desenvolvimento das ações do Núcleo;
  • – Propor outras medidas que se fizerem necessárias para viabilizar o desempenho dos objetivos propostos para o Núcleo;
  • – Emitir parecer preliminar de viabilidade de Projetos por curso, excetuando-se aqueles previamente aprovados pelas agências oficiais de fomento;
  • – Incentivar professores e alunos do curso a realização de Projetos junto ao Núcleo de Pesquisa e Extensão;

 

Art. 20 O Conselho Técnico-Científico de Curso (CTCC) reunir-se-á conforme calendário previamente elaborado ou por convocação do Núcleo de Pesquisa e Extensão.

  • 1° A convocação feita pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão aos seus membros deverá ser comunicada com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas da data fixada.

 

SEÇÃO IIIDO CONSELHO DE ÉTICA EM PESQUISA – CEP

 

Art. 21 O CEP é órgão consultivo e deliberativo, que atua junto ao Núcleo de Pesquisa e Extensão, cuja função é revisar todos os protocolos de pesquisa envolvendo seres humanos, cabendo-lhe a responsabilidade primária pelas decisões sobre a ética da pesquisa a ser desenvolvida na instituição, de modo a garantir e resguardar a integridade e os direitos dos voluntários participantes nas referidas pesquisas.

PARÁGRAFO ÚNICO: Tem por objetivo implementar as normas e diretrizes regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos, bem como de realizar avaliação das propostas de programas, projetos, cursos e/ou atividades de ensino, pesquisa e extensão encaminhados ou propostos por membros do Núcleo de Pesquisa e Extensão.

Art. 22 Compõe-se de equipe multidisciplinar com participação de

pesquisadores, estudiosos de bioética, juristas, profissionais de saúde, das ciências sociais, humanas e exatas. Constituído por integrantes do corpo docente e membros externos do Núcleo de Pesquisa e Extensão, com titulação mínima de doutorado, podendo haver mestres como suplentes, que optem em desenvolver, conjuntamente, atividades de avaliação ética.

  • 1º O CEP atuará sempre sob os princípios e diretrizes do Núcleo e

estará subordinado administrativamente, porém, tem autonomia técnico-científica da Coordenação do Núcleo de Pesquisa e Extensão;

  • 2º O CEP terá um coordenador, indicado por seus integrantes, com

mandato de 01 (um) ano, renovável por igual período.

Art. 23 O CEP deverá encaminhar ao Núcleo relatórios semestrais das

atividades, em andamento ou concluídas, no âmbito do referido Conselho.

  Art. 24 Havendo necessidade de se desenvolver atividades didáticas e/ou de capacitação do Conselho competirá a este, requerer à Coordenação e à Direção Acadêmica os meios necessários para tal execução e, havendo necessidade, a Direção Geral e Direção Financeira.

 

SEÇÃO IVDA SECRETARIA

 

Art. 25 A Secretaria do Núcleo de Pesquisa e Extensão será exercida por

funcionário indicado pelo Coordenador e designado por Portaria pela Direção Geral do Centro Universitário – UNIBRA.

Art.26 Compete à secretaria do Núcleo de Pesquisa e Extensão:

  • – Manter, no Núcleo de Pesquisa e Extensão, arquivo atualizado com os projetos e relatórios de todas as atividades complementares realizadas pelo Centro Universitário – UNIBRA;
  • – Organizar cadastro individual por Discente com o acompanhamento de todas as atividades realizadas no âmbito do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  • – Organizar cadastro individual dos Docentes pesquisadores e orientadores, mantendo atualizado com todas as atividades realizadas no âmbito do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  • – Cadastrar todas as atividades complementares realizadas pelos discentes fora do âmbito do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA;
  • – Manter, no Núcleo de Pesquisa e Extensão, arquivo atualizado com os projetos de extensão em desenvolvimento;
  • – Elaborar e encaminhar aos professores coordenadores do projeto as fichas de frequência e avaliação das atividades atinentes ao projeto;
  • – Manter atualizado o livro de atas das reuniões do Núcleo de Pesquisa e Extensão;
  • – Providenciar o encaminhamento à biblioteca das cópias dos relatórios finais dos projetos de extensão;
  • – Elaborar modelos de formulários necessários ao bom funcionamento do Núcleo de Pesquisa e Extensão;
  • – Desempenhar as demais atividades de sua competência e as que lhes forem solicitadas pelo coordenador do Núcleo de Pesquisa e Extensão.

 

CAPÍTULO IVDAS DISPOSIÇÕES FINAIS

 

Art. 27 O Núcleo de Pesquisa e Extensão será mantido pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, havendo eventuais parcerias com órgão de fomento em pesquisa.

Art. 28 O Núcleo de Pesquisa e Extensão, semestralmente, encaminhará

à Direção Acadêmica e Direção Geral, relatório de suas atividades.

Art. 29 Os casos omissos nesta Resolução serão submetidos à Direção Acadêmica e a Direção Geral.

 

     Recife, 28 de agosto de 2014.                                      

 

Laércio Guerra de Melo Júnior

Diretor Geral da UNIBRA

        Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CONSEPE

 

ANEXO VIII – Regulamento do programa de monitoria

 

Art. 1º O Programa de Monitoria – PROMON para os cursos superiores do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA reger-se-á pelo disposto no presente Regulamento. 

Art. 2º São objetivos do Programa de Monitoria:

  • – despertar no aluno o interesse pela carreira docente e pela pesquisa;
  • – promover a cooperação acadêmica entre discentes e docentes;
  • – minorar eventuais problemas de repetência, evasão e falta de motivação entre os alunos;
  • – contribuir para a melhoria da qualidade do ensino.

Art. 3º O PROMON desenvolver-se-á mediante a elaboração e execução de Projetos de Ensino de uma ou mais disciplinas. 

  • 1º Todo projeto deverá ter um professor orientador, denominado Coordenador responsável pelo projeto.
  • 2º Cada professor poderá orientar, no máximo, três monitores.
  • 3º As funções dos monitores deverão estar definidas no Projeto de Ensino de que trata o caput deste artigo e serão exercidas por alunos matriculados, regularmente, em curso superior do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, classificados em processo seletivo.
  • 4º O Projeto deverá mencionar os objetivos a serem alcançados, as estratégias a serem empregadas, bem como definir e detalhar as atribuições dos monitores e dos professores orientadores.
  • 5º A duração de cada Projeto não poderá exceder a 2 (dois) semestres letivos.
  • 6º O PROMON poderá conceder, a cada Projeto, até 20% dos recursos destinados ao pagamento das bolsas de monitoria, para compra de materiais e pagamento de serviços necessários ao desempenho das tarefas dos monitores. § 7º Os projetos devem ser enviados ao Conselho Técnico-Administrativo – CTA, dentro do prazo estabelecido em calendário publicado pelo Conselho.
  • 8º O número de bolsas de monitoria a serem concedidas fica condicionado à aprovação do Projeto e ao número de alunos matriculados na disciplina nele envolvida, obedecendo a uma relação de, no mínimo, 15 (quinze) alunos por monitor.

Art. 4º A admissão de monitores será prioritária para as disciplinas que envolvam atividades de caráter prático. 

Art. 5º Divulgados os resultados do processo de seleção dos Projetos de Ensino, serão abertas as inscrições para seleção de alunos candidatos às bolsas recomendadas, obedecidos os seguintes critérios:

  • 1º Nos locais de inscrição, o Projeto de Ensino será colocado à disposição dos interessados para prévio conhecimento.
  • 2º Somente poderão inscrever-se no processo de seleção os alunos que tenham integralizado a disciplina objeto da seleção e nela obtido média final de aprovação igual ou superior a 8,0 (oito), comprovada no histórico escolar.
  • 3º A condição de reprovado, na disciplina objeto da Monitoria, constitui impedimento para a inscrição no processo seletivo.
  • 4º Fica a critério da Coordenação do Curso, ao qual se vincula a disciplina objeto da seleção, a escolha do tipo ou tipos de prova de seleção a que devem se submeter os candidatos.
  • 5º A classificação dos candidatos, até o limite do número de bolsas recomendadas para cada Projeto de Ensino, será realizada de acordo com a ordem decrescente da nota obtida na prova de seleção.
  • 6º Caso sejam aplicadas duas provas de seleção, uma escrita e outra prática, a classificação dos candidatos obedecerá à ordem decrescente da média aritmética das notas obtidas nas provas.
  • 7º Eliminar-se-á o candidato que não obtiver nota ou média, conforme o caso, igual ou superior a 8,0 (oito) na ou nas provas de seleção mencionadas no parágrafo quarto.
  • 8º Em caso de empate, será classificado o candidato que apresentar, no histórico escolar, a maior nota na disciplina e, persistindo o empate, o de mais idade.

Art. 6º As bolsas disponíveis serão distribuídas levando-se em conta a qualidade dos projetos que, submetidos a julgamento pelo CTA, serão classificados por critérios definidos e publicados em edital pelo referido Conselho. 

Art. 7º Não será permitido, para um mesmo aluno, o acúmulo de bolsa de monitoria com bolsa de outros programas oferecidos pelo Ministério da Educação – MEC.

Art. 8º Ao final do período de execução do Projeto, o respectivo Coordenador elaborará um relatório, onde detalhará, entre outros:

  • – os objetivos que foram alcançados graças à execução do Projeto;
  • – os objetivos não alcançados e as suas razões;
  • – a avaliação do desempenho dos monitores e dos professores orientadores envolvidos no Projeto.

Parágrafo único. O relatório deverá ser enviado à Coordenação do Curso para posterior encaminhamento ao CTA.

Art. 9º. O vínculo do aluno com o Programa de Monitoria será estabelecido mediante contrato firmado com o Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. 

  • 1º O monitor exercerá suas atividades, sob a orientação de um professor, em regime de 12 (doze) horas semanais de trabalho, sem qualquer vínculo empregatício com a FGM/IBGM. ‘
  • 2º Ao monitor será concedida uma bolsa mensal no valor de 50% da mensalidade do respectivo curso.
  • 3º O contrato poderá ter a duração de um ou dois semestres letivos, conforme o caso.
  • 4º O horário das atividades do monitor não poderá, em hipótese alguma, coincidir com o horário de aula das disciplinas em que estiver matriculado.

Art. 10. São atribuições do monitor:

  • – participar, junto com o professor orientador, de atividades de ensino, pesquisa e extensão, de acordo com o seu grau de conhecimento e com os objetivos do Projeto de Ensino;
  • – auxiliar o professor na realização de trabalhos práticos;
  • – apresentar seu relato de experiência no Seminário de Avaliação de Monitoria, promovido pelo Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA, ao final da execução do Programa;
  • – identificar eventuais falhas na execução do Projeto de Ensino e propor medidas corretivas ao professor orientador.

Parágrafo único. Fica vedado ao monitor o exercício da docência e de quaisquer atividades administrativas.

Art. 11. O monitor será desligado de suas funções:

  • – por indisciplina;
  • – por ausência, sem motivo justo, a 16 (dezesseis) horas mensais de trabalho, a critério da Coordenação do Curso a que pertença a disciplina a que estiver ligada a monitoria;
  • – por descumprir quaisquer das condições estabelecidas no contrato.

Art. 12. São atribuições do professor orientador:

  • – reunir-se, pelo menos quinzenalmente, com os monitores sob sua responsabilidade para planejar, acompanhar e avaliar o trabalho da Monitoria envolvido no Projeto;
  • – identificar eventuais falhas na execução do Projeto de Ensino e propor medidas corretivas.

Art. 13. O exercício da Monitoria é considerado título para posterior ingresso em funções de magistério no Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA. 

Parágrafo único. Ao final do período de execução do Projeto de Ensino, a Diretoria do Centro Universitário Brasileiro – UNIBRA emitirá certificado de atuação do bolsista como monitor, especificando o respectivo período e a disciplina correspondente. 

 

[1] Para conhecer com profundidade a pesquisa que gerou este dado ver: Executivos, Sucesso e (In) Felicidade (editora Campus), de autoria da professora Betania Tanure da Fundação Dom Cabral em parceria com o professor Antônio Carvalho Neto, da PUC de Minas Gerais e professora Juliana Andrade da Faculdade Pitágoras. Para mais informações sobre o assunto acessar: http://www.canalrh.com.br/revista/revista_artigo.asp?o=%7BBDCB390C-1CA2-43E5-8084- 0A5372254657%7D 2 Para saber mais sobre o tema ver o vídeo sobre o livro O Verdadeiro Poder: http://www.youtube.com/watch?v=8Om9vZdyKno

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